Município da Covilhã
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Out.16.2021
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ANNA DUARTE: JOVEM ARTISTA COVILHANENSE EXPÕE NA GALERIA ANTÓNIO LOPES

EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL
06-09-2021

EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal da Covilhã tem patente ao público, durante o mês de setembro, a exposição "Mãe nossa no Oceano". Esta exposição conjunta do biólogo marinho e fotógrafo de conservação Nuno Vasco Rodrigues e da escritora Ana Filomena Amaral. Procura-se revelar a beleza que o Oceano encerra e as ameaças que enfrenta devido aos comportamentos irresponsáveis da humanidade. O mote de “Mãe nossa no Oceano” é: “sem Oceano não há vida no planeta.” Uma viagem pelo mundo marinho através de 20 imagens acompanhadas de excertos de textos do romance “O Diretor”, o primeiro da trilogia “Mãe Nossa” da autoria de Ana Filomena Amaral. Nuno Vasco Rodrigues licenciou-se em Biologia Marinha para poder estudar a vida marinha e tornou-se mergulhador para poder chegar mais perto desse mundo subaquático que tanto o fascina. Quando estava a fazer o seu primeiro livro, percebeu que podia usar a fotografia para partilhar as maravilhas subaquáticas, e sensibilizar o público as ameaças enfrentadas hoje em dia pelas espécies e ecossistemas marinhos. Através da fotografia, espera poder contribuir para a alteração de comportamentos necessária para um futuro mais risonho do nosso planeta azul. Ana Filomena Amaral dedica a trilogia literária “Mãe Nossa” aos problemas ambientais na convicção de que a palavra é uma arma que deve ser usada na luta por causas que determinantes para o bem da Humanidade, e do seu berço, a Terra. “O Diretor” cuja principal protagonista é o mar e todos os males que lhe infligimos. O segundo, “Gelos”, centra-se no Ártico e nos problemas do degelo e o terceiro, “Desertos” passa-se no Saara, com todos os dramas humanitários que ele encerra.  A exposição está patente ao público de 1 a 30 de setembro de 2021, na Biblioteca Municipal da Covilhã, podendo ser visitada nos dias úteis, das 10h00 às 18h00.
“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA
06-09-2021

“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA

A Câmara Municipal da Covilhã tem patente, na Tinturaria, a exposição coletiva “Captar o Sentir Alheio”. Trata-se de uma exposição de peças originais em escultura e instalação dos artistas covilhanenses Sousa Amaral e José Manuel Pereira. José Manuel Pereira nasceu em Colónia, Alemanha, em 1965. Estudou Design de Interiores e Equipamento Geral, (Bacharelato IADE, 1987), Design de Produção Visual, (licenciatura, IADE, 2008) e Design e Cultura Visual, (Mestrado, IADE, 2010). No seu percurso profissional e artístico, foi professor de Educação Visual nas escolas E/B 2/3 de Belmonte e Tortosendo, professor de Artes na Escola Secundária Campos Melo, Gerente e Designer da empresa Pendular- Design de Interiores. É autodidata em projetos de escultura desde 2005, tendo realizado e participado em diversas exposições individuais e coletivas. Executou a admirável “Via Sacra”, para a Igreja da Santíssima Trindade (Covilhã). É detentor de alguns prémios, sendo os mais recentes o 1º e 3º prémio no “Concurso de Esculturas, Covilhã Cidade do Pi” e distinção pelo Clube do Professor da Covilhã, na categoria de “Criação e Produção Artística”. António Sousa Amaral nasceu na Vila do Carvalho, a 27 de março de 1962. Fez o Curso de Artes Visuais na Escola Industrial e Comercial Campos Melo, tendo sido assistente de Rodolfo Passaporte. Foi aluno da Escola de Artes Decorativas António Arroio. Cursou Design de Interiores e Equipamento no IADE e é licenciado em Design. É professor de Design, Comunicação e Audiovisuais. É sócio da Sociedade Nacional das Belas Artes e membro fundador e colaborador da revista “SUBVERSÕES”. Em 1982, em frente ao Ministério da Cultura e ao Palácio São Bento, em Lisboa, realiza, em conjunto com o pintor Luís Geraldes, a exposição “Pintura Protesto”. Já participou em várias exposições individuais e coletivas, um pouco por todo o país. “Captar o Sentir Alheio” estará patente na Tinturaria – Galeria de Exposições, no Rossio do Rato, até ao dia 25 de setembro, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita.
NOVO MUSEU DA COVILHÃ JÁ ABRIU AO PÚBLICO 
03-08-2021

NOVO MUSEU DA COVILHÃ JÁ ABRIU AO PÚBLICO 

Já é possível conhecer melhor o passado do concelho da Covilhã num museu onde estão representadas todas as épocas de ocupação do território, fomentando em simultâneo uma reflexão sobre a atualidade e o futuro. Após um vasto conjunto de intervenções destinadas a resolver problemas estruturais do edifício, tais como infiltrações ou dificuldades ao nível da acessibilidade, o centro histórico da cidade passou ontem, dia 03 de agosto, a contar com um novo espaço museológico: o Museu da Covilhã.  O Museu pretende ser um instrumento divulgativo e lúdico que, utilizando recursos variados, acessíveis e inclusivos, ensine a história da Covilhã à diversidade da população e visitantes – locais e turistas, pessoas com diversas condições físicas e psicológicas, de diferentes idades. Para o Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, “este museu é mais um importante passo no processo de revitalização em curso no centro histórico da cidade”. O autarca destaca “a preservação do património histórico, do nosso ADN ligado aos lanifícios e dar a conhecer a história do concelho da Covilhã” como grandes objetivos deste novo espaço cultural. “O Museu da Covilhã, que agora abre portas, pode e deve ser visitado pelos covilhanenses e por todos os que nos visitam”. O Museu da Covilhã, que pode ser visitado de terça a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00, localiza-se na Rua António Augusto de Aguiar, junto à Praça do Município, no edifício histórico que acolheu a sede do Banco Nacional Ultramarino e o Museu de Arte e Cultura.  
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