Município da Covilhã
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Jun.24.2019

RAMPA SERRA DA ESTRELA 2019 PROMETE SER UMA DAS MELHORES DE SEMPRE 

MUNICÍPIO E UBI APRESENTAM MODA SUSTENTÁVEL NA TINTURARIA
04-06-2019

MUNICÍPIO E UBI APRESENTAM MODA SUSTENTÁVEL NA TINTURARIA

A Câmara Municipal da Covilhã (CMC) associou-se à licenciatura em Design de Moda da UBI - Departamento de Ciência e Tecnologia Têxteis (DCTT) numa iniciativa que contribui para a sustentabilidade e para alertar sobre os perigos das alterações climáticas. Estes perigos e desafios resultam - não só, mas também - da atividade da Indústria Têxtil e de Vestuário mundial, como consumidor de matérias-primas, energia e mais recentemente com a diminuição do ciclo de vida dos produtos que acabam em aterros. Os alunos aceitaram o desafio na Unidade Curricular de Design de Moda Sustentável para encontrar soluções aplicáveis aos vários problemas da atualidade decorrentes deste sector a nível mundial -“TRABALHAR PARA ALTERAR O CAMINHO” e “TECER O FUTURO”.  O projeto começou nas instalações da UBI com a análise de dados da atualidade, definições, conceitos e dos 17 objectivos para o desenvolvimento da sustentabilidade no mundo definidos pela Organização das Nações Unidas.   Na segunda fase os alunos foram visitar algumas empresas da região, conhecendo alguns dos processos de transformação e produção de materiais têxteis reciclados. A vereadora da Cultura, Regina Gouveia abriu ainda as portas da CMC para receber os alunos e explicar como seria motivadora esta iniciativa de ligar a Cidade à Universidade e à sociedade. Numa versão experimental, esta iniciativa só atingirá os objetivos se todos estiverem envolvidos. Sustentabilidade é não só ambiental como sociocultural e económica. Temos todos que contribuir na área que conhecemos, como refere a Diretora de curso, Madalena Pereira.  Importa fazer face ao elevado valor mundial de desperdícios têxteis e de vestuário em fim de vida que não é usado nem reutilizado e termina precocemente em aterros.  Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente cerca de 5% dos resíduos sólidos urbanos são de peças de vestuário que acabam em aterros ou são incinerados. Assim, os alunos irão apresentar durante toda a tarde De quinta-feira, dia 6 de Junho, na Tinturaria – Galeria de Exposições, a partir das 14h30, soluções para o problema baseadas em técnicas e processos de Reconstrução, Upcycling e Zero-waste, com objetivo de dar uma segunda vida a peças de vestuário recolhidas e não usadas, criando valor acrescentado com Design de Moda de forma a contribuir para uma economia circular. Adquirir peças usadas e reconstruídas com valor acrescentado é uma questão de mentalidade. Pretende-se ainda, em conjunto com a CMC, sensibilizar a sociedade para a utilização destas práticas no seu dia-a-dia, e informar o quanto podem contribuir para atingir os 17 objetivos estabelecidos pelas Nações Unidades, na sua agenda para 2030. No final da ação serão premiados os melhores projetos como forma de incentivar e promover o trabalho dos alunos.  A par desta iniciativa, a CMC pretende divulgar as empresas, marcas e iniciativas da região associadas à sustentabilidade nas plataformas digitais. Um exemplo é a marca NAZ, instalada no PARKUBIS, da Designer de Moda Cristiana Costa que atualmente também colabora como corpo docente do DCTT / UBI.  
COMUNICADO “EMPREENDIMENTO” TURÍSTICO DA QUINTA DAS MINAS DA RECHEIRA
03-06-2019

COMUNICADO “EMPREENDIMENTO” TURÍSTICO DA QUINTA DAS MINAS DA RECHEIRA

Face à notícia tornada pública, no passado dia 29 pela comunicação social, relativa ao “empreendimento” turístico da quinta das Minas da Recheira, no Barco, entende a Câmara Municipal da Covilhã prestar os seguintes esclarecimentos públicos: 1. Ao contrário do que foi veiculado pelo administrador da empresa que pretenderia implementar o referido “empreendimento” o que está em causa, em primeiro lugar, é a legalização das operações urbanísticas executadas no local em violação das mais elementares normas legais e regulamentares, designadamente de âmbito administrativo, urbanístico e de ordenamento do território, sinalizadas desde agosto de 2016. 2. Apenas em fevereiro de 2019, a empresa em questão submeteu a controlo municipal as operações urbanísticas já executadas ilegalmente, bem como as que pretenderia ainda executar com vista à implementação do referido “empreendimento”. Todavia, o projeto entregue no Serviço de Urbanismo da Câmara Municipal da Covilhã encontrava-se mal instruído, com muitos elementos em falta e carecendo, por isso, de outras correções e esclarecimentos. 3. A Câmara Municipal da Covilhã continua empenhada na captação de investimentos, mas não a qualquer custo, recusando categoricamente compactuar com a violação das mais elementares Leis da República, como sucedeu no presente caso. 4. Por último, entende a Câmara Municipal reiterar que mantém a total confiança em todos os seus trabalhadores injustamente citados na notícia, enaltecendo a sua atuação na defesa da legalidade urbanística grosseiramente violada pela promotora deste empreendimento.  
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