Município da Covilhã
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Jan.22.2018
Equipamentos Culturais

O cinema, a música, o teatro entre outras expressões artísticas têm um lugar reservado no concelho.

Biblioteca Municipal da Covilhã

A Biblioteca Municipal da Covilhã existe desde 1917, na cidade da Covilhã, sendo uma biblioteca popular e patrimonial, pelo vasto espólio documental que possui e por promover um relacionamento com a comunidade em geral.

Pertence à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, com todas a vantagens que daí advêm. Contém um fundo documental constituído por monografias, publicações periódicas, obras de referência e material não-livro, nomeadamente audiovisual. O fundo documental é constituído por cerca de 90 mil volumes.

A par da modernização tecnológica, as vertentes do acesso à leitura têm vindo a ser trabalhados, através da remodelação de vários serviços. A informação está distribuída de forma organizada pelas estantes e espaços diversificados, possuindo um valioso conjunto de documentos antigos, com acesso limitado, uma vez que é necessária a preservação do livro.

No edifício da BMC existe, ainda, o Espaço Internet, uma sala reservada para a utilização de computadores, com acesso à internet para usufruto dos utentes. Além disso, todo o edifício está contemplado com wireless gratuito.

A BMC promove atividades culturais próprias, como a Hora do Conto, Visitas ao Museu do Conto, exposições, palestras e conferências.

Hoje a Biblioteca encontra-se situada na zona baixa da cidade, inserida numa área de Escolas, num amplo e moderno edifício, bem localizado, com estacionamento gratuito próximo, traduzindo-se num agradável espaço para os seus leitores e para quem dele queira usufruir.

Horário de Funcionamento: 10h00 às 18h30 de segunda a sexta-feira.

Arquivo Municipal

O Arquivo Municipal da Covilhã, espaço de memória de toda uma região, tem como missão a preservação, identificação e divulgação do Património Arquivístico do concelho. Procura desenvolver as suas atividades em prol da comunidade nas áreas da: gestão, organização e tratamento documental; investigação histórica; publicações editoriais; acesso à informação, difusão e dinamização cultural; apoio pedagógico; proteção, preservação e divulgação do património histórico-cultural, etc…

Como elemento cultural o Arquivo procura incentivar, apoiar e promover projetos de investigação, que visem o estudo e publicação da documentação, procurando salvaguardar a memória e identidade da região. Recolher, gerir, salvaguardar e difundir o património arquivístico garantindo o acesso dos serviços camarários e do público em geral à sua informação, através de instrumentos de descrição de qualidade e de ações cultural e educativas.

O Arquivo Municipal garante uma maior e melhor preservação do acervo documental, procurando tornar acessível o estudo das raízes da identidade covilhanense aos alunos, investigadores e cidadãos interessados na história do concelho, de forma a promover e valorizar o seu património histórico e documental.   

Possui um espólio documental de elevado valor histórico, bem representativo de toda uma sociedade e respetiva região. Compreende documentos (em diferentes suportes materiais, formas e épocas), servindo como fontes de informação para a história do concelho. Do espólio arquivístico da edilidade destacam-se o Foral Manuelino, datado de 1510 e a Carta Régia de D. Luís I elevando a vila da Covilhã à categoria de cidade, ainda nas coleções um conjunto de pergaminhos medievais. O espólio documental vai desde o séc. XII até à atualidade. O documento mais antigo data de 1215, e é um pergaminho relativo à disputa da antiga vila de Caria, entre a autarquia Covilhanense e o Bispado da Guarda.

Horário de Funcionamento: 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 de segunda a sexta-feira. 

Teatro Municipal

A primeira casa de espetáculos a ser construída no espaço onde hoje se encontra o Teatro Municipal foi o Herminius Terrace onde eram exibidas peliculas cinematográficas e peças teatrais. O seu proprietário Francisco Pina viria em 1922 a inaugurar no mesmo local o Circo Royal e em 1924 o Teatro Covilhanense. A partir de 1947 estes edifícios são destruídos para darem lugar ao Teatro Cine.

Este último foi inaugurado em 1954, por iniciativa de João Ferreira Bicho, com um espetáculo da Companhia Amélia Rey Colaço Robles Monteiro. Encerrou em meados dos anos 80, reabrindo em 1992 e sendo depois reabilitado em 2001, sendo desde essa altura também possível utilizar o Teatro como sala de cinema.

Tem capacidade para 984 espectadores. Tendo uma programação diária e variada abrangendo um vasto leque de espetáculos (desde musicais, peças de teatro, saraus culturais, festivais, óperas, feiras do livro, lançamentos de livros, etc).

Atualmente encontra-se em remodelação que o transformará numa das maiores e melhores salas de espetáculos da Beira Interior. 

Horário Funcionamento da Bilheteira: 

Terça a Sexta-feira: 10h00 às 13h00 | 14h00 às 18h00

Em dia de espetáculo: até 1h antes do espetáculo.

Encerrado: domingo e segunda-feira 

Cinema

Localizado no Serra Shopping à entrada da cidade, o Cineplace Cinema possui 4 salas com uma vasta programação de filmes e horários. Os bilhetes podem ser adquiridos para o próprio dia ou seguintes, para qualquer sessão ou dia da semana. Existe igualmente a possibilidade de comprar bilhetes com desconto para jovens e sénior. 

Centro Comercial Serra Shopping
Avenida Europa, Lote 7
6200-546 Covilhã

Site: www.cineplaceportugal.pt

Museu de Arte Sacra

Encontra-se instalado num edifício com projeto de Raul Lino, que serviu de residência a Maria José Alçada que o ofereceu à cidade para ali funcionarem serviços de cariz cultural.

O Museu de Arte Sacra resulta de uma pareceria entre a autarquia e o arciprestado da Covilhã e permitiu devolver ao público, nas devidas condições, peças que já não se encontravam ao culto.

Com uma área expositiva de 850m2 o museu reúne mais de um milhar de peças. Apresenta coleções de pintura, escultura, metais ourivesaria e paramentaria. Do seu espólio destacam-se peças emblemáticas para a história da cidade como o Relicário do Santo Lenho  que se guardava na igreja de Santa Maria, ou a imagem de Cristo Deposto oferecido no século XVI por João Fernandes Alvares Cabral ao Convento de S. Francisco. É ainda de destacar, a existência de peças singulares como a imagem de Nossa Senhora das Almas ou o Menino Jesus da Cartolinha.

Além das salas de exposição permanente, o Museu tem também uma sala e pátios exteriores onde se realizam exposições temporárias. 

Horário de Funcionamento: 

Terça a Domingo das 10h00 às 18h00


Museu de Lanifícios

O Museu de Lanifícios, também designado de MUSLAN, constitui um Centro da Universidade da Beira Interior, organismo com autonomia administrativa e financeira tutelada pelo Ministério da Educação e Ciência.

“Os fios do passado a tecer o futuro” é o lema do Museu de Lanifícios que, de acordo com este princípio, defende uma “conservação ativa” do património que tem à sua guarda.

Ao visitá-lo pode, através da singularidade, autenticidade e exemplaridade dos testemunhos nele preservados, conhecer melhor uma das mais antigas indústrias: a de lanifícios, que começou por se afirmar como um puro ato de sobrevivência da espécie humana e foi assumindo, ao longo dos tempos, uma crescente qualidade e expressão artística, que têm acompanhado o desenvolvimento das nossas sociedades até ao presente.

Assume-se como um museu polinucleado, integrando os seguintes núcleos museológicos:

Núcleo da Real Fábrica de Panos, situado no Pólo I da UBI, com uma área de 750m2. Criado em 1992, através de receitas próprias, foi instituído com a finalidade de salvaguardar a área das tinturarias da manufatura pombalina;

Núcleo da Real Fábrica Veiga/Centro de Interpretação dos Lanifícios, situado junto à ribeira da Goldra, cujo complexo edificado foi adquirido pela UBI em 1997 destinado a integrar a sede, as áreas administrativa e técnica do Museu, assim como a área de exposição permanente do Núcleo da Industrialização dos Lanifícios. Trata-se de um equipamento cultural destinado a salvaguardar a memória da indústria de lanifícios e a apoiar a investigação, particularmente nos domínios da história empresarial e industrial dos lanifícios, de âmbito local, regional e nacional.

O complexo da Real Fábrica Veiga foi sede da empresa de lanifícios fundada na Covilhã por José Mendes Veiga em 1784, próximo da Real Fábrica de Panos, de que ainda subsiste uma parte significativa das primitivas fachadas, bem como algumas estruturas técnicas preservadas numa área arqueológica posta a descoberto no âmbito das obras de remodelação do complexo a museu e que se encontram preservadas in situ.

Horário dos Núcleos do Museu de Lanifícios da UBI

Terça-feira a domingo: 9.30h – 12.00h | 14.30 - 18.00h

Encerrado: segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro


Museu do Queijo

Localizado na freguesia de Peraboa este museu deseja homenagear a pastorícia e, sobretudo, o queijo.

Dentro para fora, o Museu do Queijo pretende difundir as tradições, o brado dos campos férteis, pastor, os rebanhos, a transumância.

O Museu do Queijo é uma verdadeira viagem sensorial tanto à volta do Queijo da Serra da Estrela, como pelas planícies da Cova da Beira, noutros tempos conhecida como Vale dos Judeus.

Este Museu é único em Portugal e dá a conhecer, numa primeira fase, a fauna e a flora no contexto da Serra da Estrela. 

Horário do Museu do Queijo
Encerra às segundas e às quintas à tarde
Aberto das 10:30 às 12:30 e das 14:30 às 17:30


Centro Interpretativo da Cereja

Um projeto inovador, a nível nacional, que mostra o processo produtivo da cereja.

O CIC disponibiliza várias atividades aos seus visitantes, através de conteúdos multimédia, jogos interativos e filmes e, também, exposições itinerantes.
Tem ainda uma loja onde encontramos vários produtos derivados da cereja e outros regionais, tais como doces, compotas, licores, vinhos e outros.
Com uma ”janela” aberta para a Serra da Estrela, o CIC está localizado no Ferro, uma Vila rodeada por pomares de cereja, que vale a pena visitar nas diversas estações do ano.

Terça-feira a domingo: 10h00 às 18h00

Encerramento Semanal: Segunda-feira 

Situada junto à Ribeira da Goldra, a Tinturaria Francisco Mendes Alçada localizava-se junto da Fábrica António Fino e da Tinturaria Ranito. O antigo complexo industrial era composto por dois edifícios diferentes, que tendo sido construídos em momentos distintos, se dispunham paralelamente.

Numa valência produtiva de âmbito cultural, a Tinturaria funciona como Galeria de Exposições de carácter temporário desde 2006.

Neste espaço dedicado à Cultura e à Arte todos os anos são organizadas diversas mostras de artistas locais nacionais e estrangeiros, com vista a dinamizare a contribuir para a promoção e desenvolvimento cultural e artístico do concelho. A Câmara Municipal da Covilhã aposta assim no potencial artístico, por entender que a diversidade cultural é um elemento de formação e fortalecimento da sociedade. Acreditando que uma sociedade que valoriza a cultura é certamente uma sociedade mais justa e igualitária.

Com a criação da Galeria de Exposições Tinturaria, a autarquia privilegia a cultura, num espaço que tem como objectivo aglutinar a diversidade cultural através de experiências artísticas e defruição, dando aos munícipes a oportunidade de acesso a um mosaico de informações actualizadas pela arte viva sempre presente nesse espaço cultural. O movimento que se cria em torno desta galeria pretende-se de diálogo do munícipe com a arte, o critério de selecção dos artistas plásticos que aqui expõem baseia-se na qualidade e firmeza dos seus projectos.

Trata-se de um equipamento cultural que contempla valências diversificadas, sendo manifesta a sua aptidão para a promoção e o desenvolvimento integrado da cultura, das artes e do turismo no concelho, para além da actividade expositiva incluída nos objectivos do município na área da divulgação da arte, a galeria de exposições Tinturaria pretende levar a cabo diversas actividades de promoção e dinamização do espaço. Embora pensado e recuperado para funcionar como área de exposição, adequa-se perfeitamente a outros eventos promocionais, que permitam o pleno desenvolvimento e a fruição cultural a todos os públicos.

Horário de Funcionamento: 

Terça a Sexta-feira, 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Sábado e Domingo, 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h0