Município da Covilhã
Tlf:. 275 330 600
Abr.03.2020
24-03-2020

COVID-19: MUNICÍPIO DA COVILHÃ CRIA LINHAS DE APOIO A GRUPOS DE RISCO

No âmbito da atual crise de saúde pública provocada pela pandemia de Covid-19, a Câmara Municipal da Covilhã criou duas linhas de apoio destinadas a idosos, pessoas em risco e crianças ou adultos com necessidades específicas. 
A linha de apoio de Psicologia Clínica e de Saúde (275 330 644) visa constituir uma primeira resposta em termos de acompanhamento e psicoterapia a idosos e pessoas em risco, relativamente a problemáticas de natureza pessoal e interpessoal, nomeadamente perturbações de ansiedade e de humor num momento de crise tão complexo como este vivenciado por todos nós. Esta linha estará a cargo da Dra. Juliana Bastos de Oliveira, Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses, que se disponibilizou para colaborar de forma voluntária com o Município neste importante instrumento de ajuda. 
A linha de apoio “Terapia Ocupacional” (275 330 644) destina-se a crianças com necessidades específicas, com o objetivo essencial de prevenir e/ou compensar incapacidades/disfunções físicas, mentais ou outras, sujeitas a agravamentos derivados da elevada inatividade e do isolamento social.  No atendimento a esta linha estará a Dra. Inês Pereira, Terapeuta Ocupacional atualmente a exercer funções no Espaço dos Sentidos na Biblioteca Municipal, pós-Graduada em Integração Sensorial e mestranda em Terapia Ocupacional -Saúde Mental.  
Ambas as linhas de apoio estão disponíveis das 09h00 às 18h00, todos os dias úteis. 
Para Vítor Pereira, Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, a criação destas duas linhas de apoio tem como propósito “atenuar os efeitos do isolamento social que o combate a esta pandemia nos obriga a manter”. O autarca identifica os idosos e as crianças com necessidades específicas, bem como as suas famílias, como “principais destinatários destas linhas, que poderão ser um importante instrumento para aumentar a qualidade de vida dos principais grupos de risco neste momento tão difícil”.