Município da Covilhã
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Abr.21.2018
Notícias
CENTRO DE CONTACTO ALTICE/RANDSTAD INAUGURADO NA COVILHÃ
18-04-2018

CENTRO DE CONTACTO ALTICE/RANDSTAD INAUGURADO NA COVILHÃ

No dia 24 de abril, às 11h00, no Parkurbis da Covilhã, será inaugurado o Centro de Contacto Randstad/Altice, um equipamento novo e moderno, com open space, salas de formação, reunião e de convívio para os colaboradores. Este Centro tem capacidade para 200 postos de trabalho mas está já a laborar com 90 trabalhadores. A inauguração enquadra-se no programa oficial das comemorações do 44º aniversário do 25 de Abril e contará com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Comércio, Paulo Alexandre Ferreira, do Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, do Presidente do Conselho de Administração do Parkurbis, Jorge Patrão, do Presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca e do Presidente Executivo da Randstad, José Miguel Leonardo. O Presidente do Município da Covilhã diz-se satisfeito com esta inauguração que “responde às ambições dos nossos munícipes que é trabalharem onde vivem”, salientando que “o Concelho da Covilhã tem sido inovador na captação de empresas e estruturas como estas, que sabemos serem geradoras de emprego, conhecimento e inovação. A Altice tem sido uma forte aliada do território do interior do país, são também investimentos destes, além da expansão da fibra e da rede móvel, que dão resposta direta às dificuldades vividas e proporcionam salários aos agregados familiares.” Vítor Pereira destaca ainda o investimento da Altice no concelho, já que “esta é uma das maiores preocupações do nosso município: garantir oportunidades de trabalho para quem aqui vive e dinamizar a economia regional. Só através da criação de valor e de emprego poderemos aqui fixar os jovens e as suas famílias. Temos consciência que esta é uma aposta de sucesso, já que este contact center se junta ao maior data center da Europa e, no futuro, provavelmente, a projetos tecnológicos e de inovação ambiciosos no âmbito dos laboratórios Altice. Tudo faremos para que assim aconteça”.
MUNICÍPIO DA COVILHÃ REDUZ PASSIVO EM 12,8 MILHÕES
09-04-2018

MUNICÍPIO DA COVILHÃ REDUZ PASSIVO EM 12,8 MILHÕES

O Município da Covilhã apresentou as contas de Gerência de 2017 com um grau de execução de 78%. Trata-se de uma das maiores taxas de execução registada pela autarquia neste século.  Para o Presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira, «esta é a resposta a todos os que apregoaram que o orçamento para 2017 estava empolado. Acresce ainda que a presente taxa só não apresenta um valor mais elevado devido aos atrasos na execução dos fundos comunitários do Portugal 2020». Quanto ao passivo, o executivo garantiu uma redução superior a 12,8 milhões de euros em 2017, ficando atualmente cifrado em 92,5 milhões. Acompanhando a evolução dos números, em 2016 o passivo exigível era de cerca de 55,5 milhões de euros, registando no final de 2017 um valor de 45,8 milhões, ou seja, trata-se de uma redução do passivo exigível de 9,6 milhões. Importa relembrar que o ano de 2015 foi fortemente influenciado pelo peso dos valores referentes à resolução de vários casos judiciais que se encontravam pendentes há vários anos, nomeadamente: Parque C, Parque de S. Miguel, processos da Associação de Municípios e outros, totalizando 14,3 milhões. Após a revelação deste exercício financeiro, o autarca sublinhou tratar-se do «resultado de uma política responsável que tem sido trilhada por este executivo, tendo em vista devolver o município à sustentabilidade financeira». Vítor Pereira afirma ainda que «não nos desviaremos do rumo que definimos e continuaremos a procurar a recuperação financeira do Município da Covilhã. Continuaremos a responder às necessidades mais prementes dos nossos concidadãos e a apostar num futuro de desenvolvimento».
MUNICÍPIO DA COVILHÃ LANÇA OPERAÇÃO DE SUBSTITUÍÇÃO DE DÍVIDA
04-04-2018

MUNICÍPIO DA COVILHÃ LANÇA OPERAÇÃO DE SUBSTITUÍÇÃO DE DÍVIDA

O Município da Covilhã, desde finais de 2013, tem encetado esforços com o objetivo de reduzir significativamente o seu endividamento de forma a garantir a confiança dos diferentes stakeholders que interagem com a autarquia. Em Outubro de 2013, o índice de endividamento do Município da Covilhã era de 298% da média da receita corrente líquida, cobrada nos três exercícios anteriores, quando o limite do endividamento corresponde a 150% da média da receita corrente líquida cobrada nos três exercícios anteriores. Mas, as dívidas continuaram a aparecer e no ano de 2015, a Câmara Municipal da Covilhã foi confrontada com a assunção de mais 15 milhões de euros, como é do conhecimento geral. Contudo, apesar do ponto de partida e das dívidas entretanto assumidas, o Município da Covilhã não alterou o seu rumo de redução do endividamento o que permitiu que, no final do ano de 2017, o índice de endividamento da Câmara fosse de 189% da média da receita corrente líquida cobrada nos três exercícios anteriores, já muito próximo do limite de endividamento definido. A Lei do Orçamento do Estado de 2018 veio confirmar que o Município da Covilhã está no rumo certo. Assim, considerando o disposto no art.º 101.º, da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro, que aprova a Lei do Orçamento do Estado de 2018, que prevê que os municípios cuja dívida total seja inferior a 2,25 vezes a média da receita corrente líquida cobrada nos três exercícios anteriores, - caso o Município da Covilhã não tivesse encetado um processo de redução de endividamento não poderia aceder a este mecanismo de substituição de dívida - podem, no ano de 2018, como é o caso desta autarquia, contrair empréstimos a médio e longo prazos para exclusiva aplicação na liquidação antecipada de outros empréstimos, acordos de pagamento ou contratos em vigor a 31 de dezembro de 2017, que já constem do endividamento global da autarquia, desde que, com a contração do novo empréstimo, o valor atualizado dos encargos totais com este, incluindo capital, juros, comissões e penalizações, seja inferior ao valor atualizado dos encargos totais com o empréstimo, acordo de pagamento ou contrato a liquidar antecipadamente. Segundo a lei, o novo empréstimo tem de cumprir as seguintes condições: não aumentar a dívida total e diminuir o serviço da dívida do município. A Câmara Municipal da Covilhã iniciou o procedimento de consulta às instituições financeiras para contratação de empréstimos a médio/longo prazo para aplicação na liquidação antecipada das referidas dívidas abrangidas pelos acordos de pagamento e liquidação antecipada de empréstimos, nos termos do art.º 101.º da LOE2018. Neste sentido, a presente operação permitirá a liquidação antecipada dos seguintes acordos de pagamento: •    Associação de Municípios da Cova da Beira - 547 840,00 €euros€€€ € •    Associação de Municípios da Cova da Beira - 1 297 384,82 euros€ •    EDP Distribuição - Energia, SA - 4 139 184,47 €euros •    PARQ C - Parques de Estacionamento da Covilhã, SA - 8 677 562,70 €euros •    Teatro Municipal - Aquisição da fração B e C do prédio sito na Rua Ruy Faleiro - 780 000,00 euros€ •    Protocolo de Acordo celebrado com o BPI Factoring - 5 725 529,04 euros.€ O Município da Covilhã vai proceder também à liquidação antecipada dos contratos de empréstimo referentes a: •    Assunção de dívida da Nova Covilhã – Sociedade de Requalificação Urbana, EM, contraído junto do Banco Comercial Português, SA, Sociedade Aberta, cujo valor em dívida à data de 16 de março de 2018: 1 741 740,01; •    PAEL- Programa II – 1.ª tranche, contraído junto do Estado Português cujo valor em dívida à data de 16 de março de 2018: 1 266 759,43; •    PAEL- Programa II – 2.ª tranche, contraído junto do Estado Português cujo valor em dívida à data de 16 de março de 2018: 563 004,18; •    Construção de 71 habitacionais no Teixoso, contraído junto do Banco BPI, SA cujo valor em dívida à data de 16 de março de 2018: 636 901,50; •    Construção de 12 fogos na Biquinha, Concelho da Covilhã, para habitação social, contraído junto do Banco BPI, SA cujo valor em dívida à data de 16 de março de 2018: 426 610,36; Importa referir que, de forma indireta, os fornecedores do Município da Covilhã também serão beneficiados com a presente operação de substituição de dívida, uma vez que promoverá a redução do serviço de dívida, libertando meios financeiros que serão afetos ao pagamento da dívida corrente, diminuindo assim o prazo médio de pagamento da autarquia. Para o Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, “esta operação de substituição de dívida vai permitir à autarquia levantar a cabeça, ou seja, tornar a ser pessoa de bem. O que se pretende é que a Câmara pague a 20 dias, pague no menor prazo possível aos nossos fornecedores, dando-lhes confiança”. O autarca apresenta como exemplo dos frutos que resultaram destas negociações o caso da dívida à EDP, havendo “acordo para pagar menos 1 milhão e 100 mil euros”.  Vítor Pereira defende só ter sido “possível normalizar a vida financeira da autarquia devido ao grande esforço efetuado pelo executivo, para o qual os covilhanenses contribuíram decisivamente com a sua compreensão, paciência e contributo nos últimos quatro anos”. O Presidente termina afirmando que “a autarquia continua a dar passos firmes para a consolidação financeira e para o cumprimento atempado das suas obrigações”.  
MUNICÍPIO DA COVILHÃ SOLIDÁRIO COM TEATRO DAS BEIRAS
04-04-2018

MUNICÍPIO DA COVILHÃ SOLIDÁRIO COM TEATRO DAS BEIRAS

A Câmara Municipal da Covilhã tomou conhecimento de que a companhia teatral covilhanense Teatro das Beiras surge “excluída” nos resultados provisórios do concurso relativo ao Programa de Apoio Sustentado para o ciclo 2018/2021, destinado a apoiar financeiramente a atividade artística profissional em Portugal, levado a cabo pela Direção-Geral das Artes (DGA).  Esta situação é inaceitável. O Teatro das Beiras apresentou uma candidatura elegível e alimentou fundadas expetativas de que a DGA confirmasse o justo apoio financeiro, que aliás, sempre foi concedido à companhia desde a sua fundação em 1974. A exclusão da companhia dos resultados provisórios, agora conhecidos, configura uma injustiça que terá de ser reparada. Como pode sobreviver uma companhia de teatro “excluída”? Uma estrutura que ao longo de mais de 40 anos vem construindo um percurso relevante, contribuindo para o enriquecimento da vida cultural da Covilhã e do País?  O Teatro das Beiras, com mais de 40 anos de atividade, companhia profissional desde 1994, com mais de 60 criações e mais de 2500 espetáculos apresentados em 140 concelhos do país, não merece ser colocado numa situação de dificuldade extrema, de todo injusta. Não deve ser esquecido o importante contributo da companhia no plano formativo, em permanente colaboração com as escolas do concelho, e na sensibilização cultural da população. Tudo isto no interior do País, o que só valoriza ainda mais o papel cultural e social do Teatro das Beiras.  Apesar de compreendermos os esforços do Ministério da Cultura numa gestão rigorosa dos parcos fundos disponíveis, não podemos aceitar que o corte seja feito a companhias históricas e verdadeiros faróis culturais, com reconhecimento nacional e internacional, e especialmente numa região de baixa densidade populacional.  Importa por isso salientar que o Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vitor Pereira contactou assim que soube da noticia os responsáveis da companhia de teatro Teatro das Beiras manifestando a sua total solidariedade e já fez saber desta posição de indignação e descontentamento ao Senhor Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, do qual obteve a informação que de iria ser feito um reforço de verba dos apoios destinados às companhias de teatro.  De acordo com Vítor Pereira: “ já tive oportunidade de manifestar de viva voz aos responsáveis do Teatro das Beiras a solidariedade pessoal e institucional do cidadão Vítor Pereira e do Presidente da Câmara da Covilhã, perante esta injustiça. Transmiti telefonicamente ao Senhor Ministro Luís Filipe de Castro Mendes a nossa indignação e profundo descontentamento com aquilo que consideramos uma injustiça inaceitável. Tenho fundadas esperanças que esta situação venha a ser corrigida, sobretudo depois de me ter dado conhecimento de que estava em preparação um reforço das verbas para os apoios às Artes”. Após este contacto, o Presidente do Município aguarda a correção desta flagrante injustiça, esperando que o Teatro das Beiras beneficie do apoio ao qual se candidatou.  Por todos os factos aduzidos, a Câmara Municipal da Covilhã está convicta de que assim será.