Município da Covilhã
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Out.16.2021
Notícias
ADAPT’ARTE NO MUSEU DE ARTE SACRA
28-09-2021

ADAPT’ARTE NO MUSEU DE ARTE SACRA

A Câmara Municipal da Covilhã, no âmbito das comemorações do 10º aniversário do Museu de Arte Sacra, tem patente ao público, até ao dia 16 de novembro de 2021, a exposição mista “Adapt´Arte”. Trata-se de uma exposição de pintura e escultura dos artistas Carlos Mingote e Manuel Basílio, com peças originais em metal, grés, gesso e resina. Carlos Mingote nasceu na Covilhã em 1943. Após a aposentação, decidiu dedicar-se a uma velha paixão, desenhar e pintar. Frequentou formações adquirindo conhecimento nas técnicas de carvão, sanguínea, pastel seco, aguarela, óleo e grafite. Devido a constrangimentos que lhe têm vindo a roubar a visão, Carlos Mingote através de uma lição de vida e coragem não se deu por derrotado adaptando o tipo de arte ao que supostamente seria uma limitação. Dedicou-se assim à escultura, em grés, gesso, cera e resina. Participou em várias exposições individuais e coletivas e recebeu três prémios atribuídos pela revista francesa "Artistes Magazine". Manuel de Jesus Basílio Nunes, nasceu na Orca, Fundão em 1956. Iniciou-se profissionalmente no trabalho de restauro de arte. Foi depois capaz de canalizar os conhecimentos adquiridos no desempenho da sua profissão para a sua grande paixão, a Arte. Autodidata, atualmente segue várias correntes artísticas, sobretudo na pintura, executando óleo sobre madeira e técnica mista com recurso ao uso da folha de madeira.  A exposição “Adapt´Arte” estará patente ao público até ao dia 16 de novembro de 2021, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita.  
EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL
06-09-2021

EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal da Covilhã tem patente ao público, durante o mês de setembro, a exposição "Mãe nossa no Oceano". Esta exposição conjunta do biólogo marinho e fotógrafo de conservação Nuno Vasco Rodrigues e da escritora Ana Filomena Amaral. Procura-se revelar a beleza que o Oceano encerra e as ameaças que enfrenta devido aos comportamentos irresponsáveis da humanidade. O mote de “Mãe nossa no Oceano” é: “sem Oceano não há vida no planeta.” Uma viagem pelo mundo marinho através de 20 imagens acompanhadas de excertos de textos do romance “O Diretor”, o primeiro da trilogia “Mãe Nossa” da autoria de Ana Filomena Amaral. Nuno Vasco Rodrigues licenciou-se em Biologia Marinha para poder estudar a vida marinha e tornou-se mergulhador para poder chegar mais perto desse mundo subaquático que tanto o fascina. Quando estava a fazer o seu primeiro livro, percebeu que podia usar a fotografia para partilhar as maravilhas subaquáticas, e sensibilizar o público as ameaças enfrentadas hoje em dia pelas espécies e ecossistemas marinhos. Através da fotografia, espera poder contribuir para a alteração de comportamentos necessária para um futuro mais risonho do nosso planeta azul. Ana Filomena Amaral dedica a trilogia literária “Mãe Nossa” aos problemas ambientais na convicção de que a palavra é uma arma que deve ser usada na luta por causas que determinantes para o bem da Humanidade, e do seu berço, a Terra. “O Diretor” cuja principal protagonista é o mar e todos os males que lhe infligimos. O segundo, “Gelos”, centra-se no Ártico e nos problemas do degelo e o terceiro, “Desertos” passa-se no Saara, com todos os dramas humanitários que ele encerra.  A exposição está patente ao público de 1 a 30 de setembro de 2021, na Biblioteca Municipal da Covilhã, podendo ser visitada nos dias úteis, das 10h00 às 18h00.
“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA
06-09-2021

“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA

A Câmara Municipal da Covilhã tem patente, na Tinturaria, a exposição coletiva “Captar o Sentir Alheio”. Trata-se de uma exposição de peças originais em escultura e instalação dos artistas covilhanenses Sousa Amaral e José Manuel Pereira. José Manuel Pereira nasceu em Colónia, Alemanha, em 1965. Estudou Design de Interiores e Equipamento Geral, (Bacharelato IADE, 1987), Design de Produção Visual, (licenciatura, IADE, 2008) e Design e Cultura Visual, (Mestrado, IADE, 2010). No seu percurso profissional e artístico, foi professor de Educação Visual nas escolas E/B 2/3 de Belmonte e Tortosendo, professor de Artes na Escola Secundária Campos Melo, Gerente e Designer da empresa Pendular- Design de Interiores. É autodidata em projetos de escultura desde 2005, tendo realizado e participado em diversas exposições individuais e coletivas. Executou a admirável “Via Sacra”, para a Igreja da Santíssima Trindade (Covilhã). É detentor de alguns prémios, sendo os mais recentes o 1º e 3º prémio no “Concurso de Esculturas, Covilhã Cidade do Pi” e distinção pelo Clube do Professor da Covilhã, na categoria de “Criação e Produção Artística”. António Sousa Amaral nasceu na Vila do Carvalho, a 27 de março de 1962. Fez o Curso de Artes Visuais na Escola Industrial e Comercial Campos Melo, tendo sido assistente de Rodolfo Passaporte. Foi aluno da Escola de Artes Decorativas António Arroio. Cursou Design de Interiores e Equipamento no IADE e é licenciado em Design. É professor de Design, Comunicação e Audiovisuais. É sócio da Sociedade Nacional das Belas Artes e membro fundador e colaborador da revista “SUBVERSÕES”. Em 1982, em frente ao Ministério da Cultura e ao Palácio São Bento, em Lisboa, realiza, em conjunto com o pintor Luís Geraldes, a exposição “Pintura Protesto”. Já participou em várias exposições individuais e coletivas, um pouco por todo o país. “Captar o Sentir Alheio” estará patente na Tinturaria – Galeria de Exposições, no Rossio do Rato, até ao dia 25 de setembro, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita.
NOVO MUSEU DA COVILHÃ JÁ ABRIU AO PÚBLICO 
03-08-2021

NOVO MUSEU DA COVILHÃ JÁ ABRIU AO PÚBLICO 

Já é possível conhecer melhor o passado do concelho da Covilhã num museu onde estão representadas todas as épocas de ocupação do território, fomentando em simultâneo uma reflexão sobre a atualidade e o futuro. Após um vasto conjunto de intervenções destinadas a resolver problemas estruturais do edifício, tais como infiltrações ou dificuldades ao nível da acessibilidade, o centro histórico da cidade passou ontem, dia 03 de agosto, a contar com um novo espaço museológico: o Museu da Covilhã.  O Museu pretende ser um instrumento divulgativo e lúdico que, utilizando recursos variados, acessíveis e inclusivos, ensine a história da Covilhã à diversidade da população e visitantes – locais e turistas, pessoas com diversas condições físicas e psicológicas, de diferentes idades. Para o Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, “este museu é mais um importante passo no processo de revitalização em curso no centro histórico da cidade”. O autarca destaca “a preservação do património histórico, do nosso ADN ligado aos lanifícios e dar a conhecer a história do concelho da Covilhã” como grandes objetivos deste novo espaço cultural. “O Museu da Covilhã, que agora abre portas, pode e deve ser visitado pelos covilhanenses e por todos os que nos visitam”. O Museu da Covilhã, que pode ser visitado de terça a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00, localiza-se na Rua António Augusto de Aguiar, junto à Praça do Município, no edifício histórico que acolheu a sede do Banco Nacional Ultramarino e o Museu de Arte e Cultura.  
MUSEU DA COVILHÃ INAUGURADO A 29 DE JUNHO
21-06-2021

MUSEU DA COVILHÃ INAUGURADO A 29 DE JUNHO

O Museu da Covilhã vai ser inaugurado no próximo dia 29 de junho pelo Presidente da Câmara Municipal, Vítor Pereira, numa cerimónia em que estará presente a Ministra da Cultura, Graça Fonseca. Após um vasto conjunto de intervenções destinadas a resolver problemas estruturais do edifício, tais como infiltrações ou dificuldades ao nível da acessibilidade, o centro histórico da Covilhã volta assim a contar com este espaço museológico. A empreitada e a musealização do espaço representaram para o Município um custo de cerca de 200 mil euros, 85% comparticipado por fundos europeus.  Permitir conhecer e compreender melhor o passado do concelho da Covilhã é a prioridade deste espaço expositivo no qual estão representadas todas as épocas de ocupação do território em questão, fomentando ainda uma reflexão sobre a atualidade e o futuro. O Museu pretende ser um instrumento divulgativo e lúdico que, utilizando recursos variados, acessíveis e inclusivos, ensine a história da Covilhã à diversidade da população visitante – locais e turistas, pessoas com diversas condições físicas e psíquicas, de diferentes idades.  O espaço apresenta uma organização cronológica dos conteúdos, distribuídos da seguinte forma: da Pré-história à Romanização (piso 3), Idade Média e Moderna (piso 2), Época Contemporânea (piso 1) e uma visão global da história da cidade e uma reflexão sobre o futuro, com recurso a interativos (piso 0). O percurso expositivo é de tipologia fechada, começando no piso 3 e descendo até o piso 0; todavia, o piso 0 poderá funcionar autonomamente com visitação livre, servindo de ponto de partida para grupos e visitas guiadas na cidade. O piso -1 será utilizado como espaço multiusos, capacitado para acolher exposições temporárias, palestras ou concertos, entre outras atividades. Cada núcleo temático é diferenciado por uma cor de destaque de modo a permitir a compreensão da evolução cronológica e histórica por piso. As peças museológicas, pertencentes ao espólio da cidade ou cedidas por terceiros, são expostas em mobiliário acessível (permitindo a sua visualização por visitantes independentemente da sua altura e do seu ângulo de visão) e assegurando as melhores condições de conservação.  Outro grande objetivo passa por dotar o museu de conteúdos apresentados em diversas formas sensoriais. O discurso expositivo articula-se por meio de peças/objetos e de outros recursos como textos, fotografias, ilustrações, maquetes, cenografias, audiovisuais, interativos acessíveis, textos em braille, réplicas e imagens tácteis, áudio-descrição, legendagem e interpretação em língua-gestual portuguesa. Os textos expositivos são escritos com base em “linguagem clara”, com o objetivo de facilitar a leitura. São também disponibilizadas traduções de textos para inglês. Para assegurar o rigor científico dos conteúdos apresentados, estes foram revistos e aprovados por assessores ligados ao mundo académico e com reconhecido mérito. O Museu da Covilhã localiza-se na Rua António Augusto de Aguiar, junto à Praça do Município, no edifício histórico que acolheu a sede do Banco Nacional Ultramarino e em cuja fachada se destaca o trabalho de cantaria e a decoração em azulejos com temas alusivos ao comércio e aos Descobrimentos. A cerimónia de inauguração realiza-se no dia 29 de junho, em horário a definir em breve.
NEST DESENVOLVE TALK2ME PLATFORM E PÕE OBRAS DO WOOL A FALAR COM AS PESSOAS ATRAVÉS DE UM BOT
25-02-2021

NEST DESENVOLVE TALK2ME PLATFORM E PÕE OBRAS DO WOOL A FALAR COM AS PESSOAS ATRAVÉS DE UM BOT

Chama-se Talk2ME e é um messenger bot acionado através da leitura de um QR Code, disponível em cada uma das obras que compõem o roteiro do WOOL – Covilhã Arte Urbana. Ao conversar com o bot é possível descobrir mais sobre cada obra, nomeadamente o seu autor, a sua história, com que materiais foi feito, entre outros. A plataforma foi desenvolvida pela UZER em parceria com a Akt para o NEST - Centro de Inovação do Turismo, sediado na Covilhã, e tem previsto o seu desenvolvimento para que possa ser aplicado a qualquer produto, atração ou negócio turístico. Ao dialogarem com o bot, através do messenger, os visitantes podem descobrir informação relevante sobre a obra, tal como: de que artista é, como foi feito, qual a inspiração ou mesmo ver um vídeo do making of do mural. Esta parceria entre o WOOL e o NEST- Centro de Inovação do Turismo é sedimentada no ano em que o festival de arte urbana da Covilhã celebra os seus 10 anos, abrindo assim portas à adoção da tecnologia num ano que obrigou à necessária digitalização de muitos serviços e atrações turísticas. Antes de utilizar a Talk2Me, os visitantes das obras do WOOL teriam de pedir o acompanhamento de um guia ou de materiais de suporte físico para saberem mais sobre as obras espalhadas nas ruas da cidade. Agora, através da Talk2Me, qualquer visitante com um dispositivo móvel com acesso à internet poderá descobrir mais sobre cada uma das obras, conversando com o bot associado a cada uma delas. O WOOL | Covilhã Arte Urbana, surgiu em 2011 como o primeiro evento destas expressões em território nacional, tendo por missão homenagear o legado histórico (e presente) desta cidade, intimamente ligado à Indústria têxtil, através da criação de obras de arte em espaço público. Conta já com sete edições na cidade e com 43 iniciativas e projectos em diferentes localizações em território nacional e internacional que envolveram mais de 122 intervenções artísticas (murais e instalações), com 46 artistas portugueses e 23 artistas estrangeiros. “Um dos papéis fundamentais do NEST passa por facilitar a transição das pequenas e médias empresas do setor do turismo para a economia digital. O Talk2Me é uma ferramenta inovadora e muito fácil de implementar, que poderá dar voz a um conjunto alargado de produtos turísticos, sejam museus, alojamentos, iguarias, peças de artesanato, entre outros: todos eles passíveis degerar interesse e estabelecer conversas que aprofundem a sua origem e o seu propósito", explica Roberto Antunes, diretor do NEST - Centro de Inovação do Turismo. Se em 2011 o WOOL ambicionava 'ocupar' as ruas da cidade da Covilhã com Arte, tornando esta acessível a todos, democratizando-a e desta forma promovendo um despertar e interesse da comunidade para a Cultura e Arte Contemporânea, 10 anos volvidos, poderemos afirmar que a colaboração com o NEST para o desenvolvimento deste projecto Talk2Me e a sua aplicação à transmissão de todas as histórias, significados, especificidades e curiosidades de cada uma das obras que compõem o nosso roteiro, surge (certeiramente) como uma actualização dos objectivos iniciais.”, reforça Lara Seixo Rodrigues, co-fundadora do WOOL – Covilhã Arte Urbana. A aplicação desta tecnologia no WOOL foi o projeto-piloto para uma solução que o NEST quer ver aplicada em várias atrações, negócios e produtos turísticos. No futuro, o NEST, disponibilizará esta tecnologia para que qualquer negócio ou operador turístico possa associar objetos inanimados, como monumentos, ruas, produtos icónicos, roteiros famosos e tantos outros a um bot que interaja com turistas ou potenciais clientes. A plataforma utilizará o Messenger Bot do Facebook e Instagram e tecnologia QR Code para possibilitar conversas que se traduzem em uma nova forma de experimentar cultura, história e turismo de uma forma mais envolvente. Saiba mais informações sobre a plataforma Talk2me em www.talk2meplatform.com