Município da Covilhã
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Nov.29.2021
Notícias
REALIDADE AUMENTADA EM EXPOSIÇÃO NO MUSEU DA COVILHÃ
29-10-2021

REALIDADE AUMENTADA EM EXPOSIÇÃO NO MUSEU DA COVILHÃ

O Museu da Covilhã acolhe a exposição temporária “Entre Tempos”, da autoria do artista plástico e multimédia Nuno Aparício, mais conhecido por Miles. Trata-se de uma exibição de obras de realidade aumentada, pintadas em tela, que estarão patentes ao público até ao final de 2021. A inauguração decorreu no dia 19 de outubro e contou com a presença da Vereadora Regina Gouveia. Com base na ligação que faz entre o mundo das artes e o mundo da tecnologia, Miles irá ainda trabalhar "in loco" numa obra do pintor covilhanense Eduardo Malta, além de ser o próximo interlocutor do “MC2: Movimentos Culturais Coletivos”, conversas informais sobre arte e cultura realizadas na sala multiusos do Museu. Nuno Aparício é licenciado em Design Gráfico pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e obteve o grau de mestre em Design Multimédia pela Universidade da Beira Interior. Atualmente encontra-se a desenvolver o doutoramento em Media Artes, também na UBI, onde aprofunda e investiga a «simbiose» que existe entre a arte e as novas tecnologias, sendo nesta área que Miles se distingue. O pintor decidiu unir as suas duas paixões: a arte e o design multimédia num só. A maioria das suas obras podem ser vistas de uma forma animada a partir do telemóvel, bastando para isso descarregar uma aplicação criada pelo próprio, a “MilesAR”. O Museu da Covilhã pode ser visitado de terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h.
REALIDADE AUMENTADA EM EXIBIÇÃO NO MUSEU DA COVILHÃ
18-10-2021

REALIDADE AUMENTADA EM EXIBIÇÃO NO MUSEU DA COVILHÃ

A partir do dia 19 de outubro, às 17:00 horas, o Museu da Covilhã abre as portas à exposição trimestral “Entre Tempos”, da autoria do artista plástico e multimédia Nuno Aparício, mais conhecido por Miles. Trata-se de uma exibição de obras de realidade aumentada, pintadas em tela, que farão parte do espaço museológico até ao final de 2021. Com base na ligação que faz entre o mundo das artes e o mundo da tecnologia, Miles irá trabalhar in loco numa obra do pintor covilhanense Eduardo Malta, além de ser o próximo interlocutor do “MC2: Movimentos Culturais Coletivos”, conversas informais sobre arte e cultura realizadas na sala multiusos do Museu. Nuno Aparício é licenciado em Design Gráfico pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e obteve o grau de mestre em Design Multimédia pela Universidade da Beira Interior. Atualmente encontra-se a desenvolver o doutoramento em Media Artes, também na UBI, onde aprofunda e investiga a «simbiose» que existe entre a arte e as novas tecnologias, sendo nesta área que Miles se distingue. O pintor decidiu unir as suas duas paixões: a arte e o design multimédia num só. A maioria das suas obras podem ser vistas de uma forma animada a partir do telemóvel, bastando para isso descarregar uma aplicação criada pelo próprio, a “MilesAR”. Aberto ao público desde o dia 3 de agosto, o Museu da Covilhã recebeu até ao momento cerca de 2.000 visitas quer por parte de residentes quer de turistas das mais variadas nacionalidades (brasileiros, franceses, espanhóis, alemães, ingleses, italianos e até nepaleses), estudantes universitários, para além de variadas solicitações para visitas guiadas por parte de escolas e centros sociais. Além da exposição permanente, este Museu inclusivo conta com a exibição temporária de cinco pinturas de grande relevo artístico da autoria de Maria Helena Vieira da Silva, Júlio Resende, Árpad Szenes, Malangatana e do covilhanense Eduardo Malta, que foram cedidas pelo Departamento de Cultura do Novo Banco.  
ADAPT’ARTE NO MUSEU DE ARTE SACRA
28-09-2021

ADAPT’ARTE NO MUSEU DE ARTE SACRA

A Câmara Municipal da Covilhã, no âmbito das comemorações do 10º aniversário do Museu de Arte Sacra, tem patente ao público, até ao dia 16 de novembro de 2021, a exposição mista “Adapt´Arte”. Trata-se de uma exposição de pintura e escultura dos artistas Carlos Mingote e Manuel Basílio, com peças originais em metal, grés, gesso e resina. Carlos Mingote nasceu na Covilhã em 1943. Após a aposentação, decidiu dedicar-se a uma velha paixão, desenhar e pintar. Frequentou formações adquirindo conhecimento nas técnicas de carvão, sanguínea, pastel seco, aguarela, óleo e grafite. Devido a constrangimentos que lhe têm vindo a roubar a visão, Carlos Mingote através de uma lição de vida e coragem não se deu por derrotado adaptando o tipo de arte ao que supostamente seria uma limitação. Dedicou-se assim à escultura, em grés, gesso, cera e resina. Participou em várias exposições individuais e coletivas e recebeu três prémios atribuídos pela revista francesa "Artistes Magazine". Manuel de Jesus Basílio Nunes, nasceu na Orca, Fundão em 1956. Iniciou-se profissionalmente no trabalho de restauro de arte. Foi depois capaz de canalizar os conhecimentos adquiridos no desempenho da sua profissão para a sua grande paixão, a Arte. Autodidata, atualmente segue várias correntes artísticas, sobretudo na pintura, executando óleo sobre madeira e técnica mista com recurso ao uso da folha de madeira.  A exposição “Adapt´Arte” estará patente ao público até ao dia 16 de novembro de 2021, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita.  
“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA
06-09-2021

“CAPTAR O SENTIR ALHEIO” NA TINTURARIA

A Câmara Municipal da Covilhã tem patente, na Tinturaria, a exposição coletiva “Captar o Sentir Alheio”. Trata-se de uma exposição de peças originais em escultura e instalação dos artistas covilhanenses Sousa Amaral e José Manuel Pereira. José Manuel Pereira nasceu em Colónia, Alemanha, em 1965. Estudou Design de Interiores e Equipamento Geral, (Bacharelato IADE, 1987), Design de Produção Visual, (licenciatura, IADE, 2008) e Design e Cultura Visual, (Mestrado, IADE, 2010). No seu percurso profissional e artístico, foi professor de Educação Visual nas escolas E/B 2/3 de Belmonte e Tortosendo, professor de Artes na Escola Secundária Campos Melo, Gerente e Designer da empresa Pendular- Design de Interiores. É autodidata em projetos de escultura desde 2005, tendo realizado e participado em diversas exposições individuais e coletivas. Executou a admirável “Via Sacra”, para a Igreja da Santíssima Trindade (Covilhã). É detentor de alguns prémios, sendo os mais recentes o 1º e 3º prémio no “Concurso de Esculturas, Covilhã Cidade do Pi” e distinção pelo Clube do Professor da Covilhã, na categoria de “Criação e Produção Artística”. António Sousa Amaral nasceu na Vila do Carvalho, a 27 de março de 1962. Fez o Curso de Artes Visuais na Escola Industrial e Comercial Campos Melo, tendo sido assistente de Rodolfo Passaporte. Foi aluno da Escola de Artes Decorativas António Arroio. Cursou Design de Interiores e Equipamento no IADE e é licenciado em Design. É professor de Design, Comunicação e Audiovisuais. É sócio da Sociedade Nacional das Belas Artes e membro fundador e colaborador da revista “SUBVERSÕES”. Em 1982, em frente ao Ministério da Cultura e ao Palácio São Bento, em Lisboa, realiza, em conjunto com o pintor Luís Geraldes, a exposição “Pintura Protesto”. Já participou em várias exposições individuais e coletivas, um pouco por todo o país. “Captar o Sentir Alheio” estará patente na Tinturaria – Galeria de Exposições, no Rossio do Rato, até ao dia 25 de setembro, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita.
EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL
06-09-2021

EXPOSIÇÃO “MÃE NOSSA NO OCEANO” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal da Covilhã tem patente ao público, durante o mês de setembro, a exposição "Mãe nossa no Oceano". Esta exposição conjunta do biólogo marinho e fotógrafo de conservação Nuno Vasco Rodrigues e da escritora Ana Filomena Amaral. Procura-se revelar a beleza que o Oceano encerra e as ameaças que enfrenta devido aos comportamentos irresponsáveis da humanidade. O mote de “Mãe nossa no Oceano” é: “sem Oceano não há vida no planeta.” Uma viagem pelo mundo marinho através de 20 imagens acompanhadas de excertos de textos do romance “O Diretor”, o primeiro da trilogia “Mãe Nossa” da autoria de Ana Filomena Amaral. Nuno Vasco Rodrigues licenciou-se em Biologia Marinha para poder estudar a vida marinha e tornou-se mergulhador para poder chegar mais perto desse mundo subaquático que tanto o fascina. Quando estava a fazer o seu primeiro livro, percebeu que podia usar a fotografia para partilhar as maravilhas subaquáticas, e sensibilizar o público as ameaças enfrentadas hoje em dia pelas espécies e ecossistemas marinhos. Através da fotografia, espera poder contribuir para a alteração de comportamentos necessária para um futuro mais risonho do nosso planeta azul. Ana Filomena Amaral dedica a trilogia literária “Mãe Nossa” aos problemas ambientais na convicção de que a palavra é uma arma que deve ser usada na luta por causas que determinantes para o bem da Humanidade, e do seu berço, a Terra. “O Diretor” cuja principal protagonista é o mar e todos os males que lhe infligimos. O segundo, “Gelos”, centra-se no Ártico e nos problemas do degelo e o terceiro, “Desertos” passa-se no Saara, com todos os dramas humanitários que ele encerra.  A exposição está patente ao público de 1 a 30 de setembro de 2021, na Biblioteca Municipal da Covilhã, podendo ser visitada nos dias úteis, das 10h00 às 18h00.