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A palavra Peraboa, segundo Pinho Leal no seu “ Portugal Antigo e Moderno”, a evolução de Peravoa » Parávola» Peravaa.
A primeira vez que encontrámos um documento escrito sobre o topónimo “Peraboa” foi no «Catálogo de todas as Igrejas e Comendas e Mosteiros que havia no Reino de Portugal e Algarves pelos anos de 1320 – 1321 com a notação de cada uma delas.” No entanto, não podemos excluir a hipótese de figurar noutros documentos histórico, como no arquivo na Diocese da Guarda e Covilhã.
Peraboa dista da Covilhã a 16 Km da sede de concelho. Os seus terrenos são férteis, fica “no outro lado do Zêzere”, motivo pelo qual foram sempre cobiçados pela Ordem do Templo e muitos deles pertenceram à Misericórdia da Covilhã. É composta pelos lugares de Castanheira de Baixo, Castanheira de Cima, Lomba do Freixo, Quintas da França e Quintas da Serra.
No Séc. XV, em 1492 recebeu alguns judeus da Península Ibéria e que ajudaram a desenvolver a aldeia.
O Casal D. Maria Calva e Fernão Feio fundaram a Igreja de São Silvestre na Covilhã e em Peraboa, a de Santa Maria. Mais tarde, a atual Igreja em Honra de Nossa Senhora da Conceição foi ampliada nos Séc. XVII (?). O Interior de Igreja é majestoso e o altar barroco e impressiona pela rara beleza.
A Estrada Romana mostra bem a importância de Peraboa. Os caminhos de Santigado dão vida à via antiga e de peregrinação. Em 1615 Peraboa já se encontrava organizada, no tempo de D. Filipe II, pois basta consultar o tombo dos bens da Coroa Portuguesa existentes da Camarca da Beira, que nos fala já da Capelade São Sebastião, São Marcos, Senhora das Preces e Espírito Santo.
D. António Costa casa com D. Beatriz Rebalo, proprietários da Capela de Nossa Senhora das Preces, tendo sido edificada em 1583, bem como a sua casa brasonada (atual edifício da Junta). Segundo consta, Peraboa passou a freguesia pouco tempo depois.
As tropas de Loíson (1808) também passaram por Peraboa e soldados franceses deixaram um rasto de destruição e de algumas mortes (7).
A sua principal atividade económica este sempre ligada à pastorícia, sendo uma das freguesias concelho considerada a maior produtora de lã no Séc. XIX. Devido a esse fator, nasceu o Museu do Queijo de Peraboa, projeto único em Portugal.
Peraboa
Castanheira
Pedro Miguel Tavares Silveira - Presidente da Junta de Freguesia de Peraboa
Jorge Manuel Caetano Pereira - Tesoreiro
Joana Sofia Gamboa - Secretária
Ildeberto Manuel Teixeira – Presidente da Assembleia de Freguesia de Peraboa
Carlos Fernandes Roque de Almeida – 1º Secretário
Alda Luísa Garcia Tomaz – 2º Secretário