Município da Covilhã
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Ago.12.2022
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Roteiro - História entre Montanhas

O MUSEU DA COVILHÃ COMEMORA HOJE, DIA TRÊS DE AGOSTO, UM ANO DE ABERTURA AO PÚBLICO.
03-08-2022

O MUSEU DA COVILHÃ COMEMORA HOJE, DIA TRÊS DE AGOSTO, UM ANO DE ABERTURA AO PÚBLICO.

Durante este período, o espaço cultural foi distinguido como “Melhor Museu do Ano”, o mais alto galardão da APOM - Associação Portuguesa de Museologia. O troféu, que pode ser apreciado no Museu da Covilhã, foi desenhado pelo artista plástico Fernando Quintas, e representa o Conhecimento, a Arte, a Arquitetura e a singularidade das realizações humanas, tendo sido desenvolvido em vidro float, pedra talhada e azulejos do século XVIII. Teve como referência criativa a escultura Biblioteca Specularis, concebida para a exposição "Within Light/Inside Glass, an intersection between Art and Science" (Veneza, 2015). Fazendo um balanço deste ano, o Museu da Covilhã recebeu um total de 6.654 visitantes. Do total de 67 visitas guiadas, o espaço acolheu 31 visitas de escolas, que contemplaram um conjunto de 870 crianças e adolescentes. Além da portuguesa, o Museu foi visitado por pessoas de 24 nacionalidades distintas, oriundas de Espanha, Brasil, Holanda, Nepal, Itália, Colômbia, China, Índia, Ucrânia, Israel, Suíça, Escócia, Roménia, Turquia, Inglaterra, França, Alemanha, Síria, USA, Austrália, Polónia, Costa-Rica, Cuba e Venezuela. Recebeu mais de 60 participantes nas duas Tertúlias “MC2: Movimentos Culturais Coletivos” subordinadas às temáticas “Museu Inclusivo, Percurso Imersivo” e “O Poder dos Museus”. O MUSEU DA COVILHÃ: Localizado no centro da cidade, o Museu da Covilhã consubstancia um serviço municipal gratuito e acessível a todos os públicos. Instalado num edifício projetado por Ernesto Korrodi no princípio do século XX, o Museu aborda cronologicamente as diferentes épocas de ocupação do território do concelho, seja através da implementação de tecnologia inovadora no percurso museológico, de textos, mobiliário e materiais acessíveis, ou de formas expositivas multimédia, imersivas e multissensoriais.  É um espaço público, gratuito e central, com um projeto museográfico que contemplou critérios de acessibilidade, permitindo aos diferentes públicos usufruir dos conteúdos apresentados, independentemente das suas limitações. Encontra-se aberto de terça-feira a domingo, nos períodos 10:00-13:00 e 14:00-18:00.
ÁGUA E GRANITO INSPIRAM ARTÍSTAS PARA EXPOSIÇÃO MISTA NO MUSEU DE ARTE SACRA 
28-06-2022

ÁGUA E GRANITO INSPIRAM ARTÍSTAS PARA EXPOSIÇÃO MISTA NO MUSEU DE ARTE SACRA 

A Câmara da Covilhã inaugura, no próximo dia 29 de junho (quarta-feira), a exposição mista intitulada “Do efémero das águas à eternidade do granito”, no Museu de Arte Sacra da Covilhã. Trata-se de uma exposição mista, que reúne pinturas de Hélder Tiago e esculturas de Vítor Sá Machado, com peças únicas e originais inspiradas na água e no granito. Um jogo de contrastes entre a fluidez do traço e da cor sobre a tela e a força e rudeza do ferro que enlaça o granito. A cerimónia de inauguração terá lugar pelas 21h00, no Museu de Arte Sacra, e contará com um momento musical proporcionado pelo Grupo de Cantares “Tantos & mais 1”. Hélder Tiago nasceu em 1943 no Tortosendo, Covilhã. Desde a adolescência, sentiu-se atraído pela criação artística e escrita poética. Nos finais dos anos 70 inicia formação no campo das Artes Plásticas através da fundação de um grupo - Grupo da Estância - sob a orientação do Mestre Porfírio Alves Pires, vindo a participar em exposições coletivas como artista independente, com obras essencialmente de pintura e óleo sobre tela, evoluindo do figurativo para uma pintura mais informal e gestual, simbólica, abstrata. Em 2003 realiza a primeira exposição individual na Sociedade Portuguesa de Arte-terapia em Lisboa. Atualmente as obras são realizadas a carvão e pastel seco sobre papel com uma técnica muito pessoal. Para o artista “estas obras falam do granito e da água que canta por ribeiros e ribeiras”. Vítor Sá Machado nasceu em Lisboa em 1947, onde se formou em Artes, Decoração e Design no IADE (1971). Trabalhou como designer gráfico, como ilustrador e caricaturista, tendo criado adereços e cenários para RTP, SIC e TVM (Moçambique). O seu trabalho destaca-se no teatro, na criação de adereços, cenários e máscaras para diversas companhias como a Barraca, Teatro-esfera, Teatro Variedades, Teatro Acert, Teatro Oficina e Teatro Nacional D. Maria II. Participa em exposições coletivas e individuais desde 1985, com esculturas, aguarelas, caricaturas, cerâmicas e sketchs. Atualmente reside em Escalhão (Beira Alta), onde se dedica à escultura e aguarela, continuando a trabalhar para teatro e televisão. Fez a primeira exposição de Máscaras em 2004 no Teatro Municipal da Guarda.  A exposição estará patente ao público, de 29 de junho a 20 de agosto de 2022, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita, Museu de Arte Sacra (junto ao jardim público).  
CRISTINA RODO - VENCEDORA DO PRÉMIO FIBER ART NOW 2020, EXPÕE NA COVILHÃ
28-06-2022

CRISTINA RODO - VENCEDORA DO PRÉMIO FIBER ART NOW 2020, EXPÕE NA COVILHÃ

A artista portuguesa Cristina Rodo, vencedora do prémio Fiber Art Now 2020, na categoria de Artista Emergente, escolheu a cidade da Covilhã para apresentar a exposição “Arte Com Fibra”. Trata-se de uma mostra de peças únicas e originais que Cristina Rodo desenvolveu ao longo do seu percurso artístico, a qual engloba quadros e esculturas, na sua maioria produzidos através da feltragem molhada - método que utiliza quase em exclusividade há vários anos, e que complementa com pedras, madeira, ferro enferrujado, papel e luz.  A cerimónia de inauguração terá lugar na próxima quinta-feira, dia 30 de junho, pelas 17h30, na Galeria António Lopes. Cristina Rodo é uma artista portuguesa, nascida e criada em Lisboa. Apesar de uma formação artística em fotografia - ARCO (Lisboa, 1987) e em moda e desenho têxtil no IADE (Lisboa, 1993), trabalhou em frente ao computador a maior parte da sua vida. Em meados de 2017 a "arte da fibra" chamou a sua atenção e começou a experimentar todo o tipo de técnicas como croché, tricô, tecelagem e frioleiras para criar peças de arte. Finalmente, foi pela feltragem molhada que se apaixonou. O incrível potencial e versatilidade da técnica, a estimulante experiência sensorial e o deleite tátil do médium preenchem-na completamente. Pensando sempre fora da caixa, cria quadros e peças escultóricas que gosta de complementar com pedras, madeira, ferro enferrujado, papel e luz. Realizou várias formações, destacando Fibre+Paper com Fiona Duthie (2022) e com Pam de Groot (2020) e o Workshop com Elena Talikova (2019). Participou em várias exposições individuais: Start with Art (Manique, 2022); Dancing in the rain e Lã & Luz (Quinta dos Caniços – Tires, 2021 e 2019); 5 Sentidos (Carvalhal/Comporta, 2018); Galeria 36 (Lisboa, 2018). A título coletivo participou em: Covid19- IMMEMORY exposição online (2022); MuTE - Museu Têxtil (2022); Greve Museum/Dinamarca – Exposição Covid design (2020); MASK Vicki Mihren Gallery/Denver - Exposição de máscaras de Covid (2020) e colaborou na exposição "Agaves, a arte ao encontro da natureza" - Galeria 36 (Lisboa, 2019). Em 2020 foi selecionada como Artista Emergente 2020 pela Fiber Art Now. A exposição estará patente ao público até ao dia 28 de agosto de 2022, podendo ser visitada gratuitamente de terça a domingo, das 10h00às 13h00 e das 14h00 às 18h00, na Galeria António Lopes, na rua Portas do Sol, no centro histórico da cidade.   
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