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QUADROS VIVOS DO TEIXOSO NO MUSEU DE ARTE SACRA
18-10-2023

QUADROS VIVOS DO TEIXOSO NO MUSEU DE ARTE SACRA

Chamam-se “Quadros Vivos do Teixoso” e são uma das mais singulares representações da dramaturgia popular do nosso país. Inserido no 12.º Aniversário do Museu de Arte Sacra e nas comemorações do 20.º aniversário da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO, "Portugal Imaterial", o Museu de Arte Sacra recupera esta representação dramatúrgica e apresenta os “Quadros vivos do Teixoso” no próximo dia 20 de outubro, pelas 21:45 horas na zona envolvente do Museu. Descrição: Conhecidos apenas no Teixoso, os Quadros Vivos consistem na teatralização de temas religiosos e mais raramente de temas históricos. Eram representados sobre uma placa giratória, a roda, estrutura de madeira movida pelo impulso de homens que, deitados numa plataforma inferior, empurravam com os pés a plataforma superior que constituía o palco. Hoje, a força motriz é elétrica, mas não belisca a originalidade da representação. Esta tradição teatral esteve bem viva até à primeira vintena do século passado, sendo nessa altura interrompida por imperativo das autoridades eclesiásticas. Foi retomada em 1970, aquando da realização do Cortejo do Trabalho, integrado nas comemorações do primeiro centenário da elevação da Covilhã a cidade. Américo Pais, mais conhecido por Américo Francês, foi então um dos atores que mais fervorosamente participou nestes autos. Estar-lhe-iam ainda na essência os ensinamentos dos mestres, Lourenço Cardoso, Bernardo Barbosa ou Joaquim Neves. Não podemos ainda esquecer o papel do Maestro Campos Costa, o grande entusiasta covilhanense que tornou possível esta recriação. Em 1984, os Quadros Vivos são, de novo, levados a palco, pelo grupo de teatro Grande Círculo, mas a inexistência da roda esbateu o sucesso da iniciativa. Estes “Quadros Vivos do Teixoso” continuam a aguardar um estudo profundo, apesar de despertarem o interesse de muitos autores e de terem já figurado nalguns trabalhos académicos. Jaime Lopes Dias avançou com a hipótese deste tipo de dramaturgia ter colhido inspiração no trabalho do grande mestre Gil Vicente, tese que tem sido aceite passivamente. Na verdade Gil Vicente seria da região ou conhecia-a muito bem, “Eu sou de cima Beyra/ lá de junto do Fundão” (Auto da Festa), porém, isso não é suficiente para demonstrar que os Quadros Vivos do Teixoso derivam da sua obra. Apenas quanto à temática, ambas as representações parecem ter bebido na mesma fonte, a herança medieval que consistia na teatralização das vidas dos santos, mas os aspetos comuns ficavam-se por aí. Os “Quadros Vivos do Teixoso” remetem-nos para outra época, o século XVIII, onde a rua e a praça se tornaram lugares privilegiados da exteriorização da fé e da alegria festiva. O palco, formado por uma placa giratória que possibilitava aos espectadores ver o espetáculo de vários lugares é a prova do que acabámos de dizer. Nessa mesma altura dá-se um incremento da dramaturgia religiosa, o jesuíta Franciscus Lang (1645-1725) codifica os efeitos para relacionar o cenário com um verdadeiro dispositivo de meditação. Foi igualmente este o período de prestígio das Ordens Terceiras e Irmandades leigas que eram as grandes patrocinadoras das festas. À semelhança do que acontecia noutras localidades, como o Fundão ou o Alcaide, seria a Ordem Terceira a promover este tipo de dramaturgia, em datas festivas. A romaria de Nossa Senhora do Carmo, devidamente organizada a partir de 1782, terá sido a que mais contribuiu para a divulgação deste tipo teatral.  
ESTE FIM DE SEMANA NA COVILHÃ, NÃO PERCA
03-08-2023

ESTE FIM DE SEMANA NA COVILHÃ, NÃO PERCA

SEXTA, 4 DE AGOSTO  › Covialvi Festival Serra da Estrela | 16h00 | Unhais da Serra › Festival da Filhós | Peso › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › Cinema ao Ar Livre (Indiana Jones) | 21h30 | Praça D. Afonso Henriques - Teixoso › Visita guiada encenada com Joana Poejo - Verão no Centro Histórico | 21h30 | Garagem de S. João › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 22h00 | Casegas › Um Hamlet Tragicómico | 22h00 | Verdelhos (zona de lazer do Beijames) › Samuel Úria - Verão no Centro Histórico | 22h15 | Garagem de S. João  SÁBADO, 5 DE AGOSTO  › Covialvi Festival Serra da Estrela | 16h00 | Unhais da Serra › Festival da Filhós | Peso › Caminhada Solidária Rio Beijames | 17h30 | Centro de Dia de Verdelhos › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 20h00 | Casegas › Festa do Emigrante | 20h00 | Borralheira › XXVII Festival Folclore | 21h00 | Ferro › FLASHBACK VOL V | 21h00 | GD Teixosense › Festa do Divino Espírito Santo | Peraboa › Um Hamlet Tragicómico | 22h00 | Aldeia do Souto (Ringue)  DOMINGO, 6 DE AGOSTO  › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 12h00 | Casegas › Festa do Emigrante | 17h00 | Sobral de S. Miguel › Há Festa no Parque | 17h00 | Parque comunitário de Verdelhos › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › XXVII Festival Folclore | 21h00 | Ferro SEXTA, SÁBADO E DOMINGO  › Museu da Covilhã | 10h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 › Museu de Arte Sacra | 10h00 às 18h00 › Galeria António Lopes | 10h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 › Piscina Praia | 10h00 às 20h00 #municipiodacovilha #atecerofuturo 
MUSEU DA COVILHÃ RECEBEU MAIS DE 15.500 VISITANTES NOS DOIS PRIMEIROS ANOS 
02-08-2023

MUSEU DA COVILHÃ RECEBEU MAIS DE 15.500 VISITANTES NOS DOIS PRIMEIROS ANOS 

No âmbito da celebração do 2.º aniversário da inauguração, o Museu da Covilhã (MC) pretende desvendar alguns dos seus segredos. A ação intitula-se “Shiu! Os segredos do Museu…” e pretende, ao longo da próxima quinta-feira, dia 3 de agosto, desenvolver diversas visitas com inclusão de peças em reserva, orientadas pela Coordenadora do Museu. A título de exemplo, o visitante poderá ver o original do Foral Manuelino da Covilhã, datado de 1510, que se encontra à guarda do Arquivo Municipal e cuja réplica tátil faz parte da exposição permanente do MC. No mesmo dia, serão desvendados dois outros segredos: as maletas pedagógicas do Museu. Trata-se de dois conjuntos de materiais lúdico-pedagógicos desenvolvidos pelo C3D, espaço maker da Covilhã, cidade do design, que irão incrementar o Serviço Educativo. Estes instrumentos são dirigidos a todos os públicos e adaptáveis a qualquer idade, centrando-se na coleção expositiva em geral e no “Tesouro da Borralheira” em particular. As visitas podem ser agendadas através do número 275 330 665. De salientar que o Museu da Covilhã foi galardoado como Melhor Museu do Ano 2022, pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia. A somar a esta, que é uma das principais distinções atribuídas a museus nacionais, foi ainda reconhecido com as Menções Honrosas nas categorias de “Melhor Filme” e de “Informação Turística”. Este espaço cultural destaca-se como exemplo de referência na inclusão de públicos com limitações a vários níveis, pela qualidade do seu projeto e pela priorização de questões relacionadas com a acessibilidade. Características diferenciadoras que permitiram ao Museu ter já recebido mais de 15.500 visitantes, de nacionalidades tão díspares como Alemanha, Angola, Argentina, Bangladesh, Bélgica, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Canadá, China, Cuba, Equador, Espanha, França, Holanda, Hungria, Índia, Inglaterra, Israel, Itália, Japão, Lituânia, México, Nova Zelândia, Polónia, Turquia, Ucrânia ou Venezuela. O MC foi também escolhido como local de conferências e filmagens de distintos projetos, como Odisseia Nacional Teatro D. Maria II, Projeto Talkie Walkie e Alma Serrana, além de parceria com alguns projetos, designadamente o “Azulejar”. Acolheu igualmente a apresentação de livros como “Queijeiras, as guardiãs da montanha” e o debate informal do “Movimento Democrático de Mulheres”. Ao longo dos 2 anos, foram muito variadas as iniciativas realizadas, das quais se continuam a desenvolver as tertúlias culturais “MC2: Movimentos Culturais Coletivos”, a peça em destaque “In Loco” e a apresentação de documentários. Além de lares, escolas, grupos e associações de todo o País, o Museu recebe sistematicamente visitas inesperadas, como da ACAPO – Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal, e participa em ações fora de portas, nomeadamente em “O Museu Vai à Escola”, o Encontro Internacional “Desenvolvimento Comunitário e Museus-Não-Museus” e “APOM em Movimento”. Foram também muitos os especialistas e investigadores que passaram pelo Museu da Covilhã, seja no âmbito de visitas de investigação e estudo ou de conferências, sendo de salientar nomes como António dos Santos Pereira, António Pinto Pires, Carlos Cipriano, Elisa Calado Pinheiro, Frederico Francisco e Maria José Pimenta Ferro Tavares. O MUSEU: Localizado no centro da cidade, o Museu da Covilhã consubstancia um serviço municipal gratuito e acessível a todos os públicos. Instalado num edifício projetado por Ernesto Korrodi no princípio do século XX, o Museu aborda cronologicamente as diferentes épocas de ocupação do território do concelho, seja através da implementação de tecnologia inovadora no percurso museológico, de textos, mobiliário e materiais acessíveis, ou de formas expositivas multimédia, imersivas e multissensoriais. É um espaço público central, com um projeto museográfico que contemplou critérios de acessibilidade, permitindo aos diferentes públicos usufruir dos conteúdos apresentados, independentemente das suas limitações. Encontra-se aberto de terça-feira a domingo, nos períodos 10:00-13:00 e 14:00-18:00. #municipiodacovilha #atecerofuturo
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