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RUA DA INDÚSTRIA | OBRAS DE REPAVIMENTAÇÃO

INAUGURAÇÃO | ESPAÇO DO CIDADÃO E REABERTURA DA JUNTA DO CANHOSO
28-04-2026

INAUGURAÇÃO | ESPAÇO DO CIDADÃO E REABERTURA DA JUNTA DO CANHOSO

Esta terça-feira, dia 28 de abril, foi um dia grande para o Canhoso. Logo pela manhã, União de Freguesias da Covilhã e Canhoso e o Município da Covilhã juntaram-se para inauguração do Espaço do Cidadão e para a reabertura do edifício da Junta de Freguesia, duas valências que ficam ao dispor da população. Esta reabertura surge depois das obras de requalificação daquele edifício, num investimento superior a 128 mil euros que foi assegurado pelo Município da Covilhã. Durante a cerimónia, o Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, destacou a importância de devolver este espaço à população e vincou o facto de este momento ser mais um bom exemplo da cooperação estratégica entre o Município da Covilhã e a União de Freguesias de Covilhã e Canhoso. O autarca salientou que este investimento permite oferecer uma resposta integrada aos cidadãos, concentrando num único polo serviços essenciais: o novo Espaço do Cidadão, uma creche e um posto de enfermagem. O Presidente reforçou ainda o compromisso com os residentes locais, afirmando que, independentemente da reorganização administrativa, o foco mantém-se no apoio direto: “Apesar de não existir a freguesia do Canhoso, o importante é que o Estado, a Junta e a Câmara não falhem a estas populações”. No mesmo edifício fica ainda localizado o Espaço do Cidadão, que representa “mais um passo firme no caminho da modernização e descentralização dos serviços públicos”, como apontou o Presidente da União de Freguesias da Covilhã de Canhoso, Francisco Mota. #municipiodacovilha #atecerfuturo
SIMULACRO TESTA RESPOSTA EM CENÁRIO DE INCÊNDIO NO MUSEU DA COVILHÃ
21-04-2026

SIMULACRO TESTA RESPOSTA EM CENÁRIO DE INCÊNDIO NO MUSEU DA COVILHÃ

O Museu da Covilhã foi, nesta terça-feira, dia 21 de abril, palco de um simulacro de incêndio e evacuação do edifício, que visou testar e treinar a resposta de emergência em casos de situação real, quer ao nível dos meios operacionais de socorro, quer dos meios internos daquele espaço municipal. A iniciativa enquadrou-se nas celebrações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), que, neste ano, é dedicado ao tema do “Património Vivo – Resposta de Emergência em Contexto de Conflitos e Desastres” – e contou com a participação dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, PSP e Serviço Municipal de Proteção Civil, num total de 17 operacionais. No final, o balanço foi positivo, desde logo pela rapidez da resposta e resolução da situação, como também pela identificação de melhorias que ainda possam ser introduzidas no plano de evacuação do edifício e medidas de autoproteção, apontou o Vereador com o Pelouro da Proteção Civil, Luís Marques. “Serviu como um primeiro ensaio para detetar algumas necessidades que possam ainda existir no edifício e que ainda possam ser alvo de melhoria e que são aspetos que surgem sempre nestes exercícios”, disse, lembrando que estes exercícios ocorrem exatamente para identificar esses pontos. Salientando que em situação real, a prioridade será sempre a salvaguarda das pessoas, o Vereador também destacou a importância de na segunda fase da resposta se poder acautelar a preservação das peças que integram o acervo museológico. Aspetos que foram também ressalvados pela Coordenadora do Museu Municipal, Sandra Ferreira, que explicou que, à hora do alerta, se procedeu à retirada das pessoas e que só depois é que se passou às obras de arte, que teriam de ser salvas e que estão identificadas para o efeito. Contou ainda que a principal dificuldade encontrada pelos funcionários se prendeu com a velocidade a que o fumo se espalhou, provocando perda de visibilidade. Ainda assim, a situação “resolveu-se” em menos de 15 minutos, graças à pronta intervenção dos bombeiros, que mobilizaram para o local oito operacionais. Um momento em que todos agiram como se estivessem perante um caso de socorro efetivo, treinando assim os procedimentos a ter ao nível do socorro das pessoas e controlo do fogo, num edifício de valor patrimonial e que está dividido em três pisos, como detalhou Óscar Pinto, dos Bombeiros Voluntários da Covilhã. 
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