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CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE PROVA DE ACESSO À FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM MEDICINA REGRESSE À CIDADE

VALES SOLIDÁRIOS CHEGAM A 1.700 PESSOAS
23-12-2025

VALES SOLIDÁRIOS CHEGAM A 1.700 PESSOAS

Neste Natal, a Câmara da Covilhã voltou a promover a entrega de Vales Solidários às famílias mais carenciadas do concelho, num apoio que abrangeu 1.700 pessoas, mais do que nos últimos anos e que deverá contribuir para tornar esta quadra festiva mais feliz e solidária. Integrada no programa “Natal com Arte”, esta iniciativa consiste na entrega de vales solidários que podem ser utilizados na aquisição de bens essenciais em estabelecimentos comerciais do concelho, de modo a que estes apoios também possam contribuir para dinamizar a economia local.  Deste modo, o Município já fez chegar os respetivos vales às em situação de fragilidade social e económica sinalizadas pelas Juntas de Freguesia em articulação com a Ação Social Municipal e outras instituições de solidariedade social. No presente ano, foram contemplados 734 agregados com Vales Solidários de Natal, o que abrange um total de 1.700 pessoas e que representa um aumento relativamente aos anos transatos com o objetivo de chegar ainda a mais gente. Os vales são distribuídos de acordo com a constituição de cada agregado familiar e tendo em conta se esses agregados já contam com apoio alimentar de outra instituição. Nesses casos, o apoio fixa-se em 15 euros para uma pessoa e 25 euros para duas ou mais pessoas. Nas famílias que não estão abrangidas pelo apoio alimentar, o vale para uma pessoa tem o valor de 25 euros, passando a 35 euros quanto abrange duas ou três pessoas e a 45 euros nas famílias com quatro ou mais pessoas.  Um contributo que se espera que, o Presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, espera que possa fazer a diferença e ajudar a proporcionar mais conforto na noite de Natal. “É um sinal de que para nós todos contam e uma mensagem clara de que vamos continuar a trabalhar para estar ao lado de todos os Covilhanenses e sobretudo dos que mais precisam”, refere Hélio Fazendeiro, salientando ainda o facto de a medida ter sido reforçada financeiramente com o objetivo de chegar a mais gente.  
CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE O AUMENTO DE VAGAS DO ENSINO SUPERIOR SEJA A FAVOR DO INTERIOR
22-12-2025

CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE O AUMENTO DE VAGAS DO ENSINO SUPERIOR SEJA A FAVOR DO INTERIOR

A Câmara Municipal da Covilhã aprovou uma moção em que defende que o aumento de vagas no ensino superior deve ser "preferencialmente atribuído às instituições sediadas no interior” do País, ao contrário do que está previsto para o próximo ano letivo. A moção foi apresentada pelo Presidente do Município, Hélio Fazendeiro, e aprovada por unanimidade na reunião de executivo realizada na sexta-feira, dia 29 de dezembro. No documento, o Autarca começa por sublinhar a importância que as instituições de ensino superior têm para o desenvolvimento do Interior do País e lembra que estas assumem “um papel absolutamente central enquanto âncoras de desenvolvimento regional, motores de conhecimento, inovação, emprego qualificado e dinamização económica”. Refere também que estas instituições são “igualmente decisivas para a atração e fixação de jovens, nacionais e estrangeiros, nos territórios de baixa densidade”, sendo disso exemplo concreto a Universidade da Beira Interior (Covilhã) e outros politécnicos fixados em territórios de baixa densidade. A moção também lembra que, desde há vários anos, os despachos de autorização de abertura de vagas no ensino superior preveem que o aumento de vagas aconteça sobretudo nessas instituições e assinala a surpresa por o Governo pretender abandonar essa política já no próximo ano letivo, permitindo que, “de forma indiscriminada, todas as instituições de ensino superior no país aumentem o número de vagas, até 5%”. Para a Câmara da Covilhã, essa medida não atende às necessidades específicas dos territórios menos povoadas, nem ao objetivo constitucional e estratégico da coesão territorial, pelo que o documento recomenda sejam integrados “critérios de coesão territorial na definição anual do número de vagas, valorizando o impacto regional, a fixação de jovens e a capacidade instalada das instituições do interior”. “Não haverá verdadeira coesão territorial sem um ensino superior forte, atrativo e devidamente reforçado e não será possível ter um Portugal próspero sem um território coeso e harmoniosamente desenvolvido”, lê-se no documento que foi aprovado por unanimidade e que será agora enviado ao Governo, entre outras entidades.  
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