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Município da Covilhã
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TRAMA REÚNE ESCRITORES, ILUSTRADORES E DESIGNERS NA COVILHÃ  
09-10-2026

TRAMA REÚNE ESCRITORES, ILUSTRADORES E DESIGNERS NA COVILHÃ  

Francisco José Viegas, André Letria, Jorge Silva, João Tordo, Ana Paula Tavares, Sandra Barão Nobre, Telma Tvon, Filipa Melo, Dino D’Santiago, Pedro N e Manuel Monteiro são alguns dos convidados da segunda edição da TRAMA – Semana de Literatura e Design, que decorre na Covilhã, entre os dias 18 a 24 de outubro. Promovido pelo Município da Covilhã, este evento vai levar a literatura e a relação entre a literatura e o design à Biblioteca Municipal e às escolas do concelho, num programa que integra conversas, oficinas, apresentações de livros, exposições, performances, sessões de mediação de leitura e uma feira do livro. “O que vemos quando lemos” é o mote que atravessa a programação deste ano. Uma reflexão sobre as imagens que cada leitor constrói, mas também sobre aquilo que fica para lá das palavras: as memórias, os lugares, as pessoas e as histórias que cada livro pode despertar. Propõe-se uma reflexão sobre as imagens que cada leitor constrói, mas também sobre aquilo que fica para lá das palavras: as memórias, os lugares, as pessoas e as histórias que cada livro pode despertar. A abertura, no dia 18 de outubro, conta com a atuação dos Jograis da Poesia da Covilhã, seguindo-se a apresentação do livro Melo: a Torrefação, de José António Pinho, um almoço literário sobre as “Metáforas da Leitura”, a mesa-redonda “A Literatura como Forma de Resistência e Transformação”, com Fátima Quelhas, João Morgado, José António Pinho, José Avelino e a oficina “O Processo Criativo: da Inspiração à Criação”, com Célia Bonifácio. Ao longo da semana, haverá ainda conversas sobre literatura, identidade, memória, resistência e o papel da mulher na literatura, com Estefânia Barroso, Rogélia Proença e Vanessa Martins. Entre os momentos em destaque estão a entrevista a Dino D’Santiago, no dia 22, e a conversa com João Tordo, no dia 23. A programação também conta com a oficina “Somos Livros”, com André Letria, e as oficinas de banda desenhada Tales from Nevermore, com Pedro N e Manuel Monteiro. A TRAMA inclui ainda a apresentação da publicação resultante da ação educativa “Ler com os olhos abertos”, desenvolvida ao longo das últimas semanas com escolas do concelho e que contou com a participação da escritora Filipa Melo, do ilustrador André Letria e do designer Jorge Silva. O projeto foi desenvolvido em três etapas: escrita, ilustração e design editorial, envolvendo alunos de diferentes níveis de ensino. O resultado é uma publicação que reúne o trabalho realizado pelas várias turmas e mostra o percurso de construção de um livro, desde a palavra até à imagem e ao design. No último dia, 24 de outubro, decorrem a conversa “As histórias de que somos feitos”, com Ana Paula Tavares, Sandra Barão Nobre e Telma Tvon, “As imagens que as palavras criam”, com Francisco José Viegas e João Morgado, e a performance literária “O tempo nas palavras”, de António Alçada Baptista. As conversas são moderadas pelos jornalistas Sofia Craveiro, Sara Otto Coelho e Hélder Gomes. Na Covilhã, Cidade Criativa da UNESCO na área do Design, a programação cruza literatura e design e explora diferentes formas de olhar para o livro: aquilo que está escrito, aquilo que imaginamos e aquilo que o design acrescenta à experiência de leitura. Sete dias para ler e ver de outra forma com:  Ana Paula Tavares, André Letria, António José da Silva, Célia Bonifácio, Cidália Saraiva, Dino D'Santiago, Estefânia Barroso, Fátima Quelhas, Filipa Melo, Francisco José Viegas, Hélder Gomes, João Morgado, João Tordo, Jorge Silva, José António Pinho, José Avelino Gonçalves, Júlio Pereira, Manuel Lopes, Marta Duarte, Paulo Lopes, Pedro N e Manuel Monteiro, Rogélia Proença, Sandra Barão Nobre, Sara Otto Coelho, Sofia Craveiro, Telma Tvon , Teresa Duarte Reis e Vanessa Martins.  
 MUNICÍPIO DA COVILHÃ COMEMORA SEMANA EUROPEIA DO DESPORTO
23-09-2026

 MUNICÍPIO DA COVILHÃ COMEMORA SEMANA EUROPEIA DO DESPORTO

O Município da Covilhã vai comemorar a Semana Europeia do Desporto, levando a cabo várias iniciativas que vão decorrer entre 25 a 30 de setembro, e que, além de assinalarem efeméride, visam promover a pática desportiva e contribuir para a saúde, bem-estar e qualidade de vida dos participantes. Associando-se ao lema “BeActive”, proposto pela campanha coordenada pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P, este evento contará com atividades destinadas as todas as faixas etárias e diferentes níveis físicos. Entre as propostas há uma aula de fitness, atividades destinadas à família (ciclismo, voleibol, xadrez, desportos de inverno e jogos tradicionais), uma caminhada, uma aula de desporto sénior, uma sessão dedicada à saúde mental e outra destinada a funcionários do Município. A participação é gratuita, devendo ser realizada inscrição para a caminhada. PROGRAMA: DIA 25 DE SETEMBRO 2026 (SEXTA-FEIRA)  COVILHÃ FITNESS NIGHT Aula de FITNESS + DJ Party  Hora: 20:45  Local: Jardim das Artes  DIA 26 DE SETEMBRO 2026 (SÁBADO)  FAMÍLIAS ATIVAS  Atividades: Bicicletas |Voleibol |Xadrez| Desportos de Inverno | Jogos Tradicionais Hora: 15:00-18:00  Local: Jardim das Artes DIA 27 DE SETEMBRO 2026 (DOMINGO) Caminhada no PR 13 CVL – Rota do Granito 08:30 – Penhas da Saúde Inscrições: covilhadesportiva@cm-covilha.pt DIA 28 DE SETEMBRO 2026 (SEGUNDA FEIRA) DESPORTO SÉNIOR Aula aberta Hora: 09:30 Local: Jardim do Lago Dia 29 DE SETEMBRO 2026 (TERÇA FEIRA) SAÚDE MENTAL Início do Programa de Saúde Mental  Hora: 09:30  Local: Hospital de Dia de Psiquiatria DIA 30 DE SETEMBRO 2026 (QUARTA-FEIRA) DESPORTO LABORAL Sessão destinada aos colaboradores do município Hora: 10:30  Local: Edifício Principal da CMC
ANO LETIVO NA COVILHÃ ARRANCA COM MAIS ALUNOS E MAIS TURMAS
16-09-2026

ANO LETIVO NA COVILHÃ ARRANCA COM MAIS ALUNOS E MAIS TURMAS

O Município da Covilhã assinalou hoje simbolicamente o arranque do ano letivo de 2026-2027, que conta com mais alunos e novas turmas. Numa visita à Escola Sede do Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã, o Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, desejou um ótimo ano letivo aos alunos e deixou uma mensagem de incentivo e confiança aos funcionários e professores. Hélio Fazendeiro destacou que empenho e a dedicação de todos são fundamentais para garantir que os alunos possam alcançar bons resultados e uma formação que lhes dê bases sólidas para o futuro. Um trabalho conjunto que conta com uma forte participação e investimento do Município, que mantém sempre a proximidade e colaboração com as escolas no sentido de garantir um bom ano letivo. Entre as muitas tarefas, o Município assegura as condições logísticas necessárias ao funcionamento das escolas, bem como todo o pessoal não docente que trabalha diariamente para garantir o bem-estar da comunidade escolar. “O nosso compromisso com a Educação é claro e inegociável: trabalhar sempre com afinco no sentido de garantir que todas as crianças e jovens do concelho têm acesso à Educação e que têm ao seu alcance a possibilidade de concretizarem os seus percursos escolares com êxito”, afirma Hélio Fazendeiro. “Queremos que todos encontrem nas nossas escolas as melhores condições para aprenderem, para se formarem e para serem felizes”, acrescenta. A confirmar esta aposta estão as obras e melhoramentos que o Município tem realizado nas diferentes escolas e cujo investimento acumulado dos últimos anos ultrapassa os sete milhões. Junta-se o desenvolvimento de projetos educativos nos diferentes níveis de ensino, tais como o “Eu Sou +”, o “C3D Makerspace” e “Espaço dos Sentidos”. O Município também não esquece o apoio às famílias, garantindo o prolongamento de horário e Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC’s). Também atribui um apoio para a aquisição de materiais escolares para os alunos do primeiro ciclo do ensino básico, abrangidos pelo 1.º e 2.º escalão (40 euros e 20 euros, respetivamente). Nas refeições escolares o apoio vai até ao 12.º ano, sendo são totalmente gratuitas para os alunos do 1.º escalão e tendo um custo reduzido em 50% para os estudantes do 2.º escalão. Nos transportes escolares, é também o Município que garante toda a rede de circuitos especiais. Investimentos que visam criar as melhores condições de estudo a um universo de alunos que, neste ano letivo, tem mais alunos e novas turmas. Os dados provisórios apontam para quase 5.400 alunos na rede pública escolar do concelho, o que representa um aumento global de cerca de 200 alunos face ao ano letivo de 2025-2026, num acréscimo que abarca todos os níveis de ensino Para dar resposta ao crescimento foram abertas 9 novas turmas:  • Mais 1 sala no Pré-Escolar (JI do Canhoso – AE A Lã e a Neve); • Mais 1 turma no 1.º Ciclo (EB do Ferro – AE Pêro da Covilhã); • Mais 3 turmas no 2.º Ciclo (2 no AE Frei Heitor Pinto e 1 no AE Pêro da Covilhã), • Mais 4 no 3.º Ciclo de Ensino Básico (2 no AE Frei Heitor Pinto,  1 na ES Quinta das Palmeiras e  1 na ES Campos Melo); Entre os dados, verifica-se ainda uma multiculturalidade que enriquece toda a comunidade, com 1.089 alunos de nacionalidade estrangeira, oriundos de 35 países. Destacar ainda que ao nível do pessoal não docente e de modo a garantir as melhores condições possíveis, o Município vai para além do previsto pela tutela, integrando um total de 335 trabalhadores, mais 40 do que o número financiado.
COVILHÃ PREPARA-SE PARA RECEBER 1.993 CICLISTAS NA CONQUISTA DA TORRE
11-09-2026

COVILHÃ PREPARA-SE PARA RECEBER 1.993 CICLISTAS NA CONQUISTA DA TORRE

Só já falta uma semana para o início da primeira edição do “1993 – À Conquista da Torre/Festival de Cicloturismo da Serra da Estrela”, que decorre entre 18 e 20 de setembro e que vai colocar a Covilhã no centro do ciclismo nacional durante três dias. O evento é organizado pelo Município da Covilhã e entre os momentos mais aguardados conta com a iniciativa “À Conquista da Torre”, uma subida coletiva entre a Covilhã e a Torre que reunirá 1.993 ciclistas num percurso não competitivo até ao ponto mais alto de Portugal Continental.  As 1.993 vagas disponíveis esgotaram em menos de 48 horas, confirmando a forte adesão à primeira edição do Festival 1993 e o interesse gerado em torno desta ligação entre a cidade e a montanha. Na manhã de sábado, 19 de setembro, os 1.993 participantes partem do Complexo Desportivo da Covilhã rumo ao ponto mais alto de Portugal Continental. A partida está marcada para as 08:30, dando início a uma subida de cerca de 26 quilómetros, num percurso não competitivo entre a cidade e a Torre, com a Serra da Estrela como cenário principal. O Festival 1993 afirma-se precisamente a partir desta dimensão aberta e agregadora do cicloturismo, propondo uma experiência acessível a participantes com diferentes idades, níveis de preparação e tipos de bicicleta, e celebrando uma das subidas mais emblemáticas do ciclismo em Portugal. Olivier Bonamici é o convidado central desta primeira edição do Festival 1993 e a figura central do desafio “À Conquista da Torre”. A iniciativa tem origem numa aposta que o conhecido comentador de ciclismo fez em direto durante o Tour de France, quando assumiu o compromisso de subir de bicicleta da Covilhã até à Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental. A Covilhã transformou essa promessa num desafio coletivo, aberto aos cicloturistas, dando origem à experiência emblemática do Festival 1993. O que começou como um desafio pessoal de Olivier Bonamici ganhou assim uma dimensão muito maior, capaz de mobilizar 1.993 ciclistas para uma subida conjunta entre a cidade e a Torre. TRÊS METAS DE CELEBRAÇÃO ENTRE A COVILHÃ E A TORRE Ao longo da subida, a organização pretende envolver também quem acompanha o evento. Para isso, serão instaladas três Metas de Celebração, concebidas como espaços de animação e convívio onde o público poderá acompanhar de perto a passagem do pelotão. As Metas de Celebração estarão instaladas no Parque do Pião, nas Penhas da Saúde e na Torre, criando três grandes pontos de encontro ao longo da montanha. Música, animação e ambiente de festa acompanharão a passagem dos ciclistas, transformando a subida num momento partilhado entre participantes e público. A intenção é que “À Conquista da Torre” seja vivida não apenas por quem pedala, mas também por quem sobe à Serra para apoiar os participantes e para assistir à passagem de um pelotão com quase dois mil ciclistas. A chegada à Torre, a 1.993 metros de altitude, será o momento simbólico da jornada. Depois da subida, o regresso à Covilhã será igualmente realizado de bicicleta, através de uma descida organizada e controlada pela organização, integrada no dispositivo de segurança do evento. TRÊS DIAS DE FESTIVAL NA COVILHÃ O Festival 1993 não se limita a “À Conquista da Torre”. Ao longo de três dias, o Complexo Desportivo da Covilhã será o ponto de encontro de participantes, acompanhantes, visitantes, marcas e comunidade, com um programa que junta ciclismo, cultura, conversa, música e convívio. Um dos destaques é a realização da 1993 Bike, no Complexo Desportivo da Covilhã, que reunirá marcas, profissionais do setor, cicloturistas e público num espaço inteiramente dedicado ao universo da bicicleta. A área de exposição do festival proporciona às marcas uma oportunidade para apresentar produtos e novidades, criar experiências, gerar contactos e aproximar-se diretamente dos seus consumidores, num ambiente dinâmico e de contacto próximo com a comunidade ciclista. A 1993 Bike Expo pretende afirmar-se como um espaço de descoberta, experimentação e encontro entre indústria, comércio especializado, praticantes e público, acompanhando toda a programação do Festival entre sexta-feira e domingo. Assim, a sexta-feira marca o início do Festival 1993 e a chegada dos participantes à cidade. O Complexo Desportivo da Covilhã recebe o secretariado e a abertura da 1993 Bike Expo, que estará presente ao longo dos três dias do Festival. Ao final da tarde, o programa ganha uma dimensão mais cultural e de convívio, com a apresentação oficial do Festival 1993, a apresentação do livro “João Almeida e a Montanha Mágica”, de Gonçalo Moreira, e as BiciTalks, dedicadas às grandes etapas de montanha e à mítica subida à Torre, com Olivier Bonamici e convidados. A programação do primeiro dia termina com música e animação no recinto do Festival. O sábado é o grande dia do Festival 1993. De manhã, os 1.993 ciclistas partem da Covilhã para “À Conquista da Torre”, enquanto as Metas de Celebração no Parque do Pião, Penhas da Saúde e Torre convidam o público a acompanhar e celebrar a passagem do pelotão. Depois da chegada à Torre e do regresso organizado dos ciclistas à Covilhã, o recinto do Festival 1993 assume uma nova dinâmica, centrada na festa e no convívio. A 1993 Bike Expo volta a receber participantes e visitantes e a programação prolonga-se durante a tarde e a noite com animação musical, festa popular, entrega de prémios e DJs, criando um espaço de encontro entre quem participou na subida, acompanhantes, visitantes e comunidade. O programa de sábado procura prolongar no centro da cidade a experiência vivida durante a manhã na Serra, reforçando a dimensão social e de convívio que está na base do conceito do Festival 1993. No domingo, o Festival 1993 volta à estrada e aos trilhos com os Social Rides, propondo três formas diferentes de descobrir a Covilhã e o território envolvente: Cicloturismo de estrada, BTT e eBike. Num registo mais descontraído, o último dia pretende prolongar o espírito de cicloturismo e descoberta que está na génese do Festival, ao mesmo tempo que a 1993 Bike Expo continua aberta ao público até ao encerramento da primeira edição. 1993 - A ALTITUDE QUE DÁ NOME AO FESTIVAL O nome Festival 1993 remete diretamente para os 1.993 metros de altitude da Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental e uma referência incontornável para sucessivas gerações de ciclistas. A escolha do nome traduz a ligação que o Festival pretende estabelecer entre a Covilhã, a Serra da Estrela e o ciclismo, assumindo a Torre como elemento central da sua identidade. A subida entre a Covilhã e a Torre faz parte da história do ciclismo português, mas também da relação da cidade com a montanha. O Festival 1993 parte dessa ligação para criar uma experiência coletiva em torno do cicloturismo, da descoberta do território e da Serra da Estrela. Com as 1.993 inscrições para “À Conquista da Torre” esgotadas em menos de 48 horas, a primeira edição parte de uma forte adesão e de participantes provenientes de diferentes pontos do país, reforçando o potencial da Covilhã e da Serra da Estrela enquanto destinos de referência para o ciclismo e para o turismo ativo. O 1993 - Festival de Cicloturismo da Serra da Estrela / À Conquista da Torre nasce como uma aposta de continuidade para os próximos anos, com a ambição de consolidar na Covilhã um encontro anual dedicado ao ciclismo e ao cicloturismo, capaz de valorizar a ligação da cidade à Serra da Estrela, atrair novos públicos e afirmar o território no calendário nacional de eventos ligados à bicicleta. 1993 – À Conquista da Torre / Festival de Cicloturismo da Serra da Estrela  Programa Sexta-feira, 18 de setembro 10:00 – Abertura do Secretariado 16:00 – Abertura da 1993 Bike Expo 18:00 – Boas-vindas e apresentação do Festival 18:30 – Apresentação do livro “João Almeida e a Montanha Mágica”, de Gonçalo Moreira 19:00 – BiciTalks: As grandes etapas de montanha e a mítica subida à Torre, com Olivier Bonamici e convidados 20:00 – DJ Session 22:00 – Encerramento Sábado, 19 de setembro 07:00 – Abertura do Secretariado 08:00 – Briefing “À Conquista da Torre” 08:30 – Início de “À Conquista da Torre” 14:00 – Abertura da 1993 Bike Expo 15:00 – Festa Popular com animação musical 17:30 – Entrega de prémios 18:00 – DJ Paulino Coelho by Rádio Renascença 20:00 – DJ Seco 22:00 – Festival da Cherovia Domingo, 20 de setembro 08:30 – Abertura do Secretariado 09:30 – Social Ride: Cicloturismo | 64 km 09:30 – Social Ride: BTT | 55 km 09:30 – Social Ride: eBike | 55 km 10:00 – Abertura da 1993 Bike Expo 16:00 – Encerramento
 APP DO MUSEU DA COVILHÃ CONQUISTA SELO DE OURO DE ACESSIBILIDADE
04-09-2026

APP DO MUSEU DA COVILHÃ CONQUISTA SELO DE OURO DE ACESSIBILIDADE

Num momento histórico em que o galardão do Estado é atribuído pela primeira vez a aplicações móveis, a Covilhã destaca-se na liderança da acessibilidade por servir um museu integralmente inclusivo. A aplicação móvel (APP) da visita à coleção permanente do Museu da Covilhã alcançou um marco histórico no panorama tecnológico e cultural português ao receber o Selo de Ouro de Usabilidade e Acessibilidade. Pioneira neste tipo de certificação e posicionando‑se como referência nacional, esta APP é prova de rigor técnico, maturidade metodológica e compromisso efetivo com a inclusão social e digital. Esta distinção assinala uma viragem inédita no país. Após anos em que os Selos de Ouro foram atribuídos estritamente a websites institucionais, apenas estas quatro aplicações móveis em Portugal conseguiram, pela primeira vez, quebrar a barreira e alcançar o patamar máximo da certificação digital. Neste restrito e pioneiro grupo (que inclui as aplicações do Museu do Douro (Peso da Régua), do Museu Nacional do Azulejo (Lisboa) e da exposição "Judeus de Coimbra" (Coimbra)), a APP da Covilhã garante um posicionamento único e diferenciador. A grande mais-valia deste projeto reside no facto de a ferramenta digital espelhar a realidade física da instituição: o próprio Museu da Covilhã assume-se como um espaço físico e conceptual totalmente inclusivo, elevando o padrão da experiência cultural integrada. Disponível para Android e iOS, a aplicação foi renovada sob a coordenação técnica da REALIZASOM, com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Para obter o galardão mais exigente em Portugal, a plataforma superou a checklist de "10 Aspetos Críticos de Acessibilidade Funcional" e validou a sua eficácia através de testes reais com utilizadores seniores e cidadãos com deficiência. O projeto destaca-se pela inclusão absoluta. Integra conteúdos em Língua Gestual Portuguesa gravados por intérprete Surdo, audiodescrição validada por consultora cega e guiões em linguagem clara narrados por locutores nativos. Funcionalidades como geolocalização, mapas interativos e um modo offline completo garantem uma experiência de visita imersiva e segura, seja dentro do museu ou nas ruas da cidade. O que é o Selo de Ouro de Usabilidade e Acessibilidade? Promovido pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) e pelo Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência (IDIPD), é a certificação digital mais exigente em Portugal. Enquanto os níveis Bronze e Prata avaliam apenas critérios automáticos e técnicos, o grau Ouro exige 100% de conformidade técnica e obriga à realização de testes práticos com utilizadores reais (incluindo pessoas com deficiência). Historicamente associado a grandes websites institucionais (como o Portal dos Territórios Inteligentes ou a Presidência da República), o galardão chega agora ao universo mobile, com a Covilhã na linha da frente. APP Museu da Covilhã: Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.realizasom.mdc iOS: https://apps.apple.com/pt/app/museu-da-covilh%C3%A3/id1562699710