Município da Covilhã
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Notícias
ROTA PORTAS DO SOL APP MULTIMÉDIA GUIA VISITA AO CENTRO HISTÓRICO
15-01-2024

ROTA PORTAS DO SOL APP MULTIMÉDIA GUIA VISITA AO CENTRO HISTÓRICO

Sabia que já pode descobrir o centro histórico da Covilhã sendo guiado por uma aplicação que interage e permite visitas virtuais?  Com recurso à realidade aumentada, a aplicação oferece conteúdos culturais, disponibilizados em português, inglês e espanhol, que surpreendem pela forma como nos surgem ao longo do percurso por 35 pontos de interesse entre o Largo do Calvário e a Praça do Município.  Junto ao Posto de Turismo, encontra um painel digital com as orientações sobre os conteúdos. Pode seguir a rota traçada ou optar por personalizar o seu percurso de acordo com o tempo que tiver. Depois, deixe-se surpreender pelas formas multissensoriais de exploração dos espaços e das ruas que a App permite, incluindo visitas virtuais 360® à Capela de Santa Cruz ou do Calvário, Igreja de Santa Maria Maior e Casa das Morgadas. Frequentemente, também lhe aparecem personagens históricas, como D. Dinis ou Pêro da Covilhã, industriais e trabalhadores das fábricas, ardinas ou estudantes da UBI, para lhe contar histórias da História da Covilhã.  A App é de utilização gratuita e está disponível a qualquer cidadão através da instalação no telemóvel.  Um projeto da Câmara Municipal da Covilhã para valorizar e divulgar o património material e imaterial da cidade, esperando-se que venha a ter um impacto significativo na procura turística. O investimento global foi de 200 mil euros, comparticipado em 70% pelo Programa Valorizar – Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior do Turismo de Portugal.  O novo produto turístico foi lançado em novembro, durante a Covilhã Creative Week. Na ocasião a vereadora da Cultura da CMC, Regina Gouveia, salientou a autonomia que a App proporciona a quem, a qualquer hora, quer conhecer o centro histórico, podendo fazê-lo a qualquer hora, conciliando as componentes “lúdica e didática” com o rigor científico e com as várias experiências ligadas a pessoas, cantos e recantos”.  O vice-presidente, Serra dos Reis, e o vereador com o pelouro do Turismo, José Miguel Oliveira, destacaram o valor que a aplicação multimédia acrescenta à qualidade que o turismo já tem no concelho, frisando que este projeto se enquadra na estratégia de valorização” turística que tem de vindo a ser implementada pelo Município.  Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, marcou presença na apresentação e defendeu que “interpretar e apresentar a história da Covilhã de uma forma vendável é torná-la ainda mais atrativa”.  
“SORRY” HELLÉNIO REGRESSA À GALERIA ANTÓNIO LOPES
11-01-2024

“SORRY” HELLÉNIO REGRESSA À GALERIA ANTÓNIO LOPES

No próximo dia 13 de janeiro, a Galeria António Lopes abre as portas a Helénio Mendes, conhecido no mundo artístico como Hellénio. Intitulada “Sorry”, a exposição de pintura neoexpressionista concentra-se no primeiro piso da galeria e vai estar patente ao público até 29 de fevereiro, de terça-feira a domingo, das 10:00 às 18:00. Esta é a terceira vez que Hellénio se apresenta na Galeria António Lopes, que o recebe sempre com muito carinho, já que este foi o espaço escolhido pelo ar-tista para a sua primeira exibição individual, com “Sufri, nha fidjo”, em 2020. Voltou em 2021 com “Corre, uma lufada de ar fresco que vem com a liberdade de expressão”. Nascido na Guiné-Bissau, Hellénio está em Portugal desde os 5 anos. Entre Lis-boa e Abrantes, o curso de Design de Moda levou-o à Universidade da Beira In-terior, na Covilhã. Nesta área explora a arte através dos tecidos, da desconstru-ção e de materiais criativos, de modo a obter peças sustentáveis e conceptuais. Daqui para o mundo foi um pequeno salto. Segundo o artista, a sua arte “é uma expressão livre e crua, influenciada pela arte tribal africana e por artistas como Amadeu de Sousa Cardoso e Mário Rita”. Tematicamente, nas suas obras expressa os sentimentos que não consegue verbalizar acerca do que viveu até hoje: a ausência de uma figura paterna; os traumas de ser criança negra numa cidade pequena maioritariamente habitada por portugueses de cor clara; a presença do machismo, que não o deixou ex-pressar-se devidamente, e a ansiedade e problemas mentais de quem cala o que sente. A sua pintura retrata maioritariamente figuras negras, em homenagem a todos os que partiram sem voz e na esperança de realçar a força e a emancipação desse povo. Os seus trabalhos são o reflexo da vida no mundo físico, em con-traste com imagens do subconsciente. Sinopse da exposição: “Uma jornada pessoal de autenticidade e transformação” "Sorry" é uma narrativa visual honesta e corajosa que explora os cantos mais escuros da solidão, arrependimento e autocrítica. Durante seis meses em Va-lência, um período de intensos estudos e autoexame, o artista encontrou inspi-ração nos gestos simples de dois senhores, cuja generosidade transcendia as barreiras do material. Cada peça nesta exposição é um fragmento intricado de um quebra-cabeças emocional. Convida os espetadores a partilhar o isolamento do artista, refletin-do sobre a autenticidade dos seus próprios pensamentos na escuridão de uma TV desligada. Vai além das palavras repetidas no quadro, revelando um autorretrato nu, on-de a busca por mudança e autenticidade se manifesta em diferentes perspeti-vas. Uma jornada que começa com o reconhecimento corajoso de um lado in-desejado, abrindo caminho para o apoio e a busca de transformação. O impactante é um testemunho visual da luta contra a vontade de viver. Velas queimadas, corações desgastados e uma coroa de espinhos expressam a dor, enquanto o artista busca desesperadamente uma razão para continuar. É uma obra que transcende o tempo, agradecendo à mãe com a representação de orações e palavras repetidas. Uma ligação eterna que ecoa a importância das relações familiares e da fé. É um retrato cru e vulnerável, onde o artista se expõe completamente, reve-lando ossos e coração. Uma expressão de vergonha e remorso, impactando não apenas o artista, mas todos ao seu redor. Desafia assim a dualidade entre impulso e amor. Três potes de vidro, simbolizando o fálico e corações partidos, destacam a necessidade de in-tegridade emocional e a rejeição de padrões prejudiciais. A crítica é uma linha condutora, destacando erros e falhas, enquanto a gratidão e a busca de perdão emergem como fios de esperança. Amigos leais, representando anos de amizade e lealdade, testemunham uma jor-nada marcada por erros e momentos difíceis. A exposição culmina com uma homenagem emocional à mulher amada e à mãe, usando a arte como uma linguagem universal para expressar gra-tidão e amor. Entre obras sem título, cenas quotidianas destacam o valor de todos os que servem, reforçando a ideia de reconhecimento e apreciação. "Sorry" transcende a arte tradicional, tornando-se uma narrativa visual sincera, repleta de autenticidade, autoconhecimento e a busca contínua por redenção. Os visitantes são convidados não apenas a admirar as obras, mas a refletir sobre sua própria jornada de perdão, aceitação e crescimento. Terça-feira a domingo das 10:00 às 18:00 na Galeria António Lopes, Rua Portas do Sol, 122, Covilhã.  
QUADROS VIVOS DO TEIXOSO NO MUSEU DE ARTE SACRA
18-10-2023

QUADROS VIVOS DO TEIXOSO NO MUSEU DE ARTE SACRA

Chamam-se “Quadros Vivos do Teixoso” e são uma das mais singulares representações da dramaturgia popular do nosso país. Inserido no 12.º Aniversário do Museu de Arte Sacra e nas comemorações do 20.º aniversário da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO, "Portugal Imaterial", o Museu de Arte Sacra recupera esta representação dramatúrgica e apresenta os “Quadros vivos do Teixoso” no próximo dia 20 de outubro, pelas 21:45 horas na zona envolvente do Museu. Descrição: Conhecidos apenas no Teixoso, os Quadros Vivos consistem na teatralização de temas religiosos e mais raramente de temas históricos. Eram representados sobre uma placa giratória, a roda, estrutura de madeira movida pelo impulso de homens que, deitados numa plataforma inferior, empurravam com os pés a plataforma superior que constituía o palco. Hoje, a força motriz é elétrica, mas não belisca a originalidade da representação. Esta tradição teatral esteve bem viva até à primeira vintena do século passado, sendo nessa altura interrompida por imperativo das autoridades eclesiásticas. Foi retomada em 1970, aquando da realização do Cortejo do Trabalho, integrado nas comemorações do primeiro centenário da elevação da Covilhã a cidade. Américo Pais, mais conhecido por Américo Francês, foi então um dos atores que mais fervorosamente participou nestes autos. Estar-lhe-iam ainda na essência os ensinamentos dos mestres, Lourenço Cardoso, Bernardo Barbosa ou Joaquim Neves. Não podemos ainda esquecer o papel do Maestro Campos Costa, o grande entusiasta covilhanense que tornou possível esta recriação. Em 1984, os Quadros Vivos são, de novo, levados a palco, pelo grupo de teatro Grande Círculo, mas a inexistência da roda esbateu o sucesso da iniciativa. Estes “Quadros Vivos do Teixoso” continuam a aguardar um estudo profundo, apesar de despertarem o interesse de muitos autores e de terem já figurado nalguns trabalhos académicos. Jaime Lopes Dias avançou com a hipótese deste tipo de dramaturgia ter colhido inspiração no trabalho do grande mestre Gil Vicente, tese que tem sido aceite passivamente. Na verdade Gil Vicente seria da região ou conhecia-a muito bem, “Eu sou de cima Beyra/ lá de junto do Fundão” (Auto da Festa), porém, isso não é suficiente para demonstrar que os Quadros Vivos do Teixoso derivam da sua obra. Apenas quanto à temática, ambas as representações parecem ter bebido na mesma fonte, a herança medieval que consistia na teatralização das vidas dos santos, mas os aspetos comuns ficavam-se por aí. Os “Quadros Vivos do Teixoso” remetem-nos para outra época, o século XVIII, onde a rua e a praça se tornaram lugares privilegiados da exteriorização da fé e da alegria festiva. O palco, formado por uma placa giratória que possibilitava aos espectadores ver o espetáculo de vários lugares é a prova do que acabámos de dizer. Nessa mesma altura dá-se um incremento da dramaturgia religiosa, o jesuíta Franciscus Lang (1645-1725) codifica os efeitos para relacionar o cenário com um verdadeiro dispositivo de meditação. Foi igualmente este o período de prestígio das Ordens Terceiras e Irmandades leigas que eram as grandes patrocinadoras das festas. À semelhança do que acontecia noutras localidades, como o Fundão ou o Alcaide, seria a Ordem Terceira a promover este tipo de dramaturgia, em datas festivas. A romaria de Nossa Senhora do Carmo, devidamente organizada a partir de 1782, terá sido a que mais contribuiu para a divulgação deste tipo teatral.  
ESTE FIM DE SEMANA NA COVILHÃ, NÃO PERCA
03-08-2023

ESTE FIM DE SEMANA NA COVILHÃ, NÃO PERCA

SEXTA, 4 DE AGOSTO  › Covialvi Festival Serra da Estrela | 16h00 | Unhais da Serra › Festival da Filhós | Peso › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › Cinema ao Ar Livre (Indiana Jones) | 21h30 | Praça D. Afonso Henriques - Teixoso › Visita guiada encenada com Joana Poejo - Verão no Centro Histórico | 21h30 | Garagem de S. João › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 22h00 | Casegas › Um Hamlet Tragicómico | 22h00 | Verdelhos (zona de lazer do Beijames) › Samuel Úria - Verão no Centro Histórico | 22h15 | Garagem de S. João  SÁBADO, 5 DE AGOSTO  › Covialvi Festival Serra da Estrela | 16h00 | Unhais da Serra › Festival da Filhós | Peso › Caminhada Solidária Rio Beijames | 17h30 | Centro de Dia de Verdelhos › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 20h00 | Casegas › Festa do Emigrante | 20h00 | Borralheira › XXVII Festival Folclore | 21h00 | Ferro › FLASHBACK VOL V | 21h00 | GD Teixosense › Festa do Divino Espírito Santo | Peraboa › Um Hamlet Tragicómico | 22h00 | Aldeia do Souto (Ringue)  DOMINGO, 6 DE AGOSTO  › Festa em Honra do Anjo da Guarda | 12h00 | Casegas › Festa do Emigrante | 17h00 | Sobral de S. Miguel › Há Festa no Parque | 17h00 | Parque comunitário de Verdelhos › Festa do Pêssego | 19h00 | Orjais  › XXVII Festival Folclore | 21h00 | Ferro SEXTA, SÁBADO E DOMINGO  › Museu da Covilhã | 10h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 › Museu de Arte Sacra | 10h00 às 18h00 › Galeria António Lopes | 10h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 › Piscina Praia | 10h00 às 20h00 #municipiodacovilha #atecerofuturo 
MUSEU DA COVILHÃ RECEBEU MAIS DE 15.500 VISITANTES NOS DOIS PRIMEIROS ANOS 
02-08-2023

MUSEU DA COVILHÃ RECEBEU MAIS DE 15.500 VISITANTES NOS DOIS PRIMEIROS ANOS 

No âmbito da celebração do 2.º aniversário da inauguração, o Museu da Covilhã (MC) pretende desvendar alguns dos seus segredos. A ação intitula-se “Shiu! Os segredos do Museu…” e pretende, ao longo da próxima quinta-feira, dia 3 de agosto, desenvolver diversas visitas com inclusão de peças em reserva, orientadas pela Coordenadora do Museu. A título de exemplo, o visitante poderá ver o original do Foral Manuelino da Covilhã, datado de 1510, que se encontra à guarda do Arquivo Municipal e cuja réplica tátil faz parte da exposição permanente do MC. No mesmo dia, serão desvendados dois outros segredos: as maletas pedagógicas do Museu. Trata-se de dois conjuntos de materiais lúdico-pedagógicos desenvolvidos pelo C3D, espaço maker da Covilhã, cidade do design, que irão incrementar o Serviço Educativo. Estes instrumentos são dirigidos a todos os públicos e adaptáveis a qualquer idade, centrando-se na coleção expositiva em geral e no “Tesouro da Borralheira” em particular. As visitas podem ser agendadas através do número 275 330 665. De salientar que o Museu da Covilhã foi galardoado como Melhor Museu do Ano 2022, pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia. A somar a esta, que é uma das principais distinções atribuídas a museus nacionais, foi ainda reconhecido com as Menções Honrosas nas categorias de “Melhor Filme” e de “Informação Turística”. Este espaço cultural destaca-se como exemplo de referência na inclusão de públicos com limitações a vários níveis, pela qualidade do seu projeto e pela priorização de questões relacionadas com a acessibilidade. Características diferenciadoras que permitiram ao Museu ter já recebido mais de 15.500 visitantes, de nacionalidades tão díspares como Alemanha, Angola, Argentina, Bangladesh, Bélgica, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Canadá, China, Cuba, Equador, Espanha, França, Holanda, Hungria, Índia, Inglaterra, Israel, Itália, Japão, Lituânia, México, Nova Zelândia, Polónia, Turquia, Ucrânia ou Venezuela. O MC foi também escolhido como local de conferências e filmagens de distintos projetos, como Odisseia Nacional Teatro D. Maria II, Projeto Talkie Walkie e Alma Serrana, além de parceria com alguns projetos, designadamente o “Azulejar”. Acolheu igualmente a apresentação de livros como “Queijeiras, as guardiãs da montanha” e o debate informal do “Movimento Democrático de Mulheres”. Ao longo dos 2 anos, foram muito variadas as iniciativas realizadas, das quais se continuam a desenvolver as tertúlias culturais “MC2: Movimentos Culturais Coletivos”, a peça em destaque “In Loco” e a apresentação de documentários. Além de lares, escolas, grupos e associações de todo o País, o Museu recebe sistematicamente visitas inesperadas, como da ACAPO – Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal, e participa em ações fora de portas, nomeadamente em “O Museu Vai à Escola”, o Encontro Internacional “Desenvolvimento Comunitário e Museus-Não-Museus” e “APOM em Movimento”. Foram também muitos os especialistas e investigadores que passaram pelo Museu da Covilhã, seja no âmbito de visitas de investigação e estudo ou de conferências, sendo de salientar nomes como António dos Santos Pereira, António Pinto Pires, Carlos Cipriano, Elisa Calado Pinheiro, Frederico Francisco e Maria José Pimenta Ferro Tavares. O MUSEU: Localizado no centro da cidade, o Museu da Covilhã consubstancia um serviço municipal gratuito e acessível a todos os públicos. Instalado num edifício projetado por Ernesto Korrodi no princípio do século XX, o Museu aborda cronologicamente as diferentes épocas de ocupação do território do concelho, seja através da implementação de tecnologia inovadora no percurso museológico, de textos, mobiliário e materiais acessíveis, ou de formas expositivas multimédia, imersivas e multissensoriais. É um espaço público central, com um projeto museográfico que contemplou critérios de acessibilidade, permitindo aos diferentes públicos usufruir dos conteúdos apresentados, independentemente das suas limitações. Encontra-se aberto de terça-feira a domingo, nos períodos 10:00-13:00 e 14:00-18:00. #municipiodacovilha #atecerofuturo
49º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL  
17-04-2023

49º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL  

As comemorações do 49.º aniversário do 25 de abril, no concelho da Covilhã vão decorrer até 29 de abril, com um conjunto de iniciativas culturais e inaugurações.  Do programa comemorativo destacam-se os concertos da Brigada Vítor Jara, no dia 22 de abril, no Teatro Municipal da Covilhã, no dia 24 a praça do município recebe o concerto “ Os Nossos Cantam Abril”: Infinito Paisagem Balada da Rita, Letícia Micaelo, às 00h00 está previsto um espetáculo de pirotecnia único, no centro da cidade e o concerto de Tiago Silva. Para o dia 25 de abril está agendada a tradicional arruada e distribuição de cravos, seguida do hastear da bandeira e a tradicional sessão solene nos Paços do Concelho.  A Câmara Municipal convida a população a sair à rua, e a evocar os valores de abril.          PROGRAMA  3 a 28 de abril Escolas – Jogo didático “À DESCOBERTA DO 25 DE ABRIL”, pela equipa do projeto EUSOU+   12 a 15 de abril 19:00 ou 21:30 | Teatro Municipal da Covilhã – Concertos 5.º CONCURSO INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO DA BEIRA INTERIOR      15 de abril 15h00 - Assinatura dos contratos programa - Com o Associativismo 2023   17 de abril 17:30 |  Biblioteca Municipal da Covilhã - Abertura da Exposição bibliográfica “25 DE ABRIL”, com breve enquadramento histórico por António Rodrigues Assunção e músicas de intervenção por Rúben Matos (Exposição patente até ao dia 28 de abril)   21 de abril 21:00 | Centro Histórico - Arruada literária "PELA LIBERDADE", com leituras por Alice Peixeiro, António José da Silva, António Pinto Pires, António Rodrigues Assunção, João Máximo, José Manuel Macedo, Marta Duarte, Sandra Ladeira e Teresa Duarte Reis; acompanhamento musical por Desertuna, Associação Cultural|Tuna Académica da Universidade da Beira Interior (com partida e chegada da/à Praça do Município)   22    e abril 10h30 - Inauguração do miradouro do Covão 16h30 - Inauguração da recuperação do anfiteatro da Goldra Concerto com a Banda da Covilhã, Adufeiras e Desertuna - "A Alma Beirã" 21h30 - Brigada Vitor Jarra - Teatro Municipal da Covilhã   23 de abril  16:30 | Anfiteatro da Goldra – Concerto pela BigBand da Academia de Música e Dança do Fundão   24 de abril 20h00 - Jantar pela liberdade 22h00 - Arruada pela Liberdade do Jardim publico para a praça do Município 22h30 - "Os nossos cantam abril"     Infinito Paisagem Balada da Rita     Letícia Micaelo 23h40 - Intervenção do Representante dos Sindicatos / Intervenção do Presidente da Câmara 0h00 - Fogo de Artificio 0h10 - Tiago Silva   25 de abril 10h15  - Arruada com distribuição de cravos da Igreja de S. Francisco até a Praça do Município, acompanhados com a Banda Eradense 10h30 - Içar das Bandeiras 10h45 - Cerimonia Assembleia Municipal da Covilhã evocativa do 49º aniversario do 25 de Abril 16h00 - Inauguração da requalificação da Sede Social dos Dadores de Sangue   28 de abril 9h30 - Visita as obras de requalificação da Escola Quinta das Palmeiras 11h00 - Visita as obras de requalificação da Escola Pêro da Covilhã 12h30 - almoço na cantina de uma das instituições 15h00 - Visita ao empreendimento 2Live - Palace Covilhã 17h00 - Visita ao empreendimento turístico "Serra"   29 de Abril 15h00m - Inauguração do Condomínio Associativo II - assinatura de protocolos e entrega de “chaves”     Cruz Vermelha     Quarta Parede     Guardiões Serra da Estrela     CNE - Agrupamento 1304     Associação Penhasol     Academia de Patinagem da Covilhã
A REDE DE MIRADOUROS DA SERRA DA ESTRELA TEM MAIS UMA ATRAÇÃO- O MIRADOURO DO COVÃO
17-04-2023

A REDE DE MIRADOUROS DA SERRA DA ESTRELA TEM MAIS UMA ATRAÇÃO- O MIRADOURO DO COVÃO

A câmara da Covilhã vai inaugurar no sábado, dia 22 de abril o novo Miradouro do Covão. que integra a Rede de Miradouros da Serra da Estrela.  Localizado no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE),no sentido ascendente da estrada EN 339, a nova estrutura resulta de uma requalificação que implicou a introdução de uma plataforma suspensa, projetando-se sobre o vale, adicionando uma outra perspetiva que só poderia ser conseguida através deste prolongamento, permitindo que os visitantes possam ter as melhores condições para a fruição de uma paisagem arrebatadora. A alteração da paisagem natural é realizada através de um adequado enquadramento ambiental de todo o conjunto arquitetónico, aliado a uma fusão equilibrada com a paisagem. O Miradouro do Covão permite ao visitante sentir-se suspenso sobre a natureza, acima do solo, desenvolvendo sensações simultaneamente de comunhão com a natureza que o envolve e de levitação, enquanto desfruta da paisagem.  Trata-se de um espaço que esperamos criará memórias e servirá como referência pela sua qualidade paisagística e arquitetónica, enraizando-se na vivência da Serra da Estrela.  Com esta inauguração, o município da Covilhã reforça a Rede de Miradouros, que inclui agora um total de 4 locais de contemplação: O Miradouro dos Piornos, Varanda dos Carquejais, Miradouro do Alto dos Livros e finalmente Miradouro do Covão. A criação da Rede de Miradouros da Serra da Estrela, enquadra-se no Plano de Conservação Proteção e Desenvolvimento do Património Natural e Cultural da Serra da Estela e visa potenciar a visitação e valorizar o enquadramento paisagístico da região.