Município da Covilhã
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Out.06.2022
Notícias
JORGE PALMA NO TMC~
26-09-2022

JORGE PALMA NO TMC~

A 01 de outubro (sábado), às 21H30 (espetáculo já esgotado), sobe ao palco do TMC~, um dos nomes maiores da música portuguesa: Jorge Palma. Jorge Palma é um caso raro em Portugal. Compositor e intérprete admirado pelos colegas, amado pelo público, demasiado célebre para o papel de génio obscuro, demasiado genuíno e rebelde para ser um músico previsível e formatado. O seu percurso de vida observa-se sempre a par da música. Exímio pianista, começou a aprender a tocar este instrumento apenas com seis anos de idade. Durante a adolescência e a par da formação erudita começa a interessar-se pelo rock’n’roll, e de um modo geral pela música popular americana e inglesa. Durante os anos 70 e o princípio da década de 80 o seu percurso artístico dividiu-se entre as suas primeiras edições fonográficas em Portugal e as ruas e carruagens de metro de cidades europeias como Paris e Copenhaga, onde enfrentava o público de guitarra em punho. Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e no ano seguinte editou o emblemático álbum "Só". Na mesma década formou o "Palma's Gang" e integrou projetos como os "Rio Grande" ou os "Cabeças no Ar". Ao longo da sua carreira lançou vários discos de originais, compôs êxitos e somou discos de ouro, tendo atingido a marca da dupla platina com “Voo Nocturno”.  A sua obra contém canções amplamente transversais com temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Encosta-te a mim”, que se tornaram hinos intemporais. Venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete individual. O seu álbum “Com Todo o Respeito” foi ainda galardoado pela Sociedade Portuguesa de Autores com o prémio Pedro Osório. O período mais recente da vida de Jorge Palma é marcado por um momento de grande atividade no qual se destacam projetos como “Juntos”, em que partilhou o palco com Sérgio Godinho, e ainda a celebração de discos históricos como “Bairro do Amor” e “Só”, tendo este último resultado na edição de “SÓ ao vivo” em 2017. Em 2020 celebrou "70 Voltas ao Sol" no Castelo São Jorge, num espetáculo com uma orquestra de câmara dirigida pelo maestro Cesário Costa e com arranjos dos compositores Filipe Melo e Filipe Raposo. O álbum com o registo desse concerto, que assinalou o 70.º aniversário de Jorge Palma, venceu a categoria de Melhor Álbum na última edição dos Play – Prémios da Música Portuguesa.  Foi ainda agraciado com a Medalha de Mérito Cultural da Cidade de Lisboa e com a Ordem do Infante Dom Henrique. No concerto do TMC~ Vicente Palma e Gabriel Gomes (ex-Madredeus e Sétima Legião) são os dois músicos que o acompanham no seu formato acústico. Vicente surge na guitarra, no piano ou na voz, acompanhando Jorge Palma em alguns dos temas que juntos já tocam há mais de uma década. Gabriel Gomes oferece a sonoridade do seu acordeão para criar ambientes verdadeiramente íntimos e especiais. Classificação etária: M/6. BILHETES: ESGOTADOS  
COVILHÃ MOSTRA “TERRA ETERNA” DE ANTÓNIO GAUDÊNCIO
01-09-2022

COVILHÃ MOSTRA “TERRA ETERNA” DE ANTÓNIO GAUDÊNCIO

A Câmara da Covilhã inaugura no dia 1 de setembro (quinta-feira), pelas 17h30, a exposição “Terra Eterna” de António Gaudêncio, na Galeria António Lopes. Trata-se de uma exposição de fotografia na qual o artista revela momentos únicos captados através da sua lente. Um olhar sobre a “terra eterna (…) esculpida durante milhares de anos por uma natureza hostil (…), terra de esperança (…), terra de lendas, de inspirações onde a imaginação se perde. Terra de novos começos…”. Para António Gaudêncio “a fotografia de paisagens é uma verdadeira paixão. Adoro posicionar-me como observador da natureza. Amo o sentimento de incerteza, de esperança de conseguir ou não o enquadramento belo, a luz bela.” António Gaudêncio Formado na escola “Les Gobelins - École de l’image” em Paris e diplomado recentemente, integra o mundo da pré-impressão, no qual adquiriu ampla experiência e sobretudo o perfeito domínio dos diversos processos da cadeia gráfica. Com o surgimento do mundo digital, especializou-se no tratamento pós-produção da fotografia digital e colaborou com inúmeras agências de comunicações parisienses. Em 2014 dedicou-se plenamente à paixão pela fotografia de viagens instalando-se em Portugal para criar o próprio estúdio fotográfico. Desde então que colabora com agências de comunicações, de viagens, revistas impressas dedicando-se em simultâneo à formação profissional no âmbito da imagem digital. A exposição de fotografia estará patente de 1 de setembro a 30 de outubro de 2022, podendo ser visitada, gratuitamente, de terça a domingo, entre as 10h-13h00 e as 14h-18h, na Galeria António Lopes (centro histórico).  
O MUSEU DA COVILHÃ COMEMORA HOJE, DIA TRÊS DE AGOSTO, UM ANO DE ABERTURA AO PÚBLICO.
03-08-2022

O MUSEU DA COVILHÃ COMEMORA HOJE, DIA TRÊS DE AGOSTO, UM ANO DE ABERTURA AO PÚBLICO.

Durante este período, o espaço cultural foi distinguido como “Melhor Museu do Ano”, o mais alto galardão da APOM - Associação Portuguesa de Museologia. O troféu, que pode ser apreciado no Museu da Covilhã, foi desenhado pelo artista plástico Fernando Quintas, e representa o Conhecimento, a Arte, a Arquitetura e a singularidade das realizações humanas, tendo sido desenvolvido em vidro float, pedra talhada e azulejos do século XVIII. Teve como referência criativa a escultura Biblioteca Specularis, concebida para a exposição "Within Light/Inside Glass, an intersection between Art and Science" (Veneza, 2015). Fazendo um balanço deste ano, o Museu da Covilhã recebeu um total de 6.654 visitantes. Do total de 67 visitas guiadas, o espaço acolheu 31 visitas de escolas, que contemplaram um conjunto de 870 crianças e adolescentes. Além da portuguesa, o Museu foi visitado por pessoas de 24 nacionalidades distintas, oriundas de Espanha, Brasil, Holanda, Nepal, Itália, Colômbia, China, Índia, Ucrânia, Israel, Suíça, Escócia, Roménia, Turquia, Inglaterra, França, Alemanha, Síria, USA, Austrália, Polónia, Costa-Rica, Cuba e Venezuela. Recebeu mais de 60 participantes nas duas Tertúlias “MC2: Movimentos Culturais Coletivos” subordinadas às temáticas “Museu Inclusivo, Percurso Imersivo” e “O Poder dos Museus”. O MUSEU DA COVILHÃ: Localizado no centro da cidade, o Museu da Covilhã consubstancia um serviço municipal gratuito e acessível a todos os públicos. Instalado num edifício projetado por Ernesto Korrodi no princípio do século XX, o Museu aborda cronologicamente as diferentes épocas de ocupação do território do concelho, seja através da implementação de tecnologia inovadora no percurso museológico, de textos, mobiliário e materiais acessíveis, ou de formas expositivas multimédia, imersivas e multissensoriais.  É um espaço público, gratuito e central, com um projeto museográfico que contemplou critérios de acessibilidade, permitindo aos diferentes públicos usufruir dos conteúdos apresentados, independentemente das suas limitações. Encontra-se aberto de terça-feira a domingo, nos períodos 10:00-13:00 e 14:00-18:00.
ÁGUA E GRANITO INSPIRAM ARTÍSTAS PARA EXPOSIÇÃO MISTA NO MUSEU DE ARTE SACRA 
28-06-2022

ÁGUA E GRANITO INSPIRAM ARTÍSTAS PARA EXPOSIÇÃO MISTA NO MUSEU DE ARTE SACRA 

A Câmara da Covilhã inaugura, no próximo dia 29 de junho (quarta-feira), a exposição mista intitulada “Do efémero das águas à eternidade do granito”, no Museu de Arte Sacra da Covilhã. Trata-se de uma exposição mista, que reúne pinturas de Hélder Tiago e esculturas de Vítor Sá Machado, com peças únicas e originais inspiradas na água e no granito. Um jogo de contrastes entre a fluidez do traço e da cor sobre a tela e a força e rudeza do ferro que enlaça o granito. A cerimónia de inauguração terá lugar pelas 21h00, no Museu de Arte Sacra, e contará com um momento musical proporcionado pelo Grupo de Cantares “Tantos & mais 1”. Hélder Tiago nasceu em 1943 no Tortosendo, Covilhã. Desde a adolescência, sentiu-se atraído pela criação artística e escrita poética. Nos finais dos anos 70 inicia formação no campo das Artes Plásticas através da fundação de um grupo - Grupo da Estância - sob a orientação do Mestre Porfírio Alves Pires, vindo a participar em exposições coletivas como artista independente, com obras essencialmente de pintura e óleo sobre tela, evoluindo do figurativo para uma pintura mais informal e gestual, simbólica, abstrata. Em 2003 realiza a primeira exposição individual na Sociedade Portuguesa de Arte-terapia em Lisboa. Atualmente as obras são realizadas a carvão e pastel seco sobre papel com uma técnica muito pessoal. Para o artista “estas obras falam do granito e da água que canta por ribeiros e ribeiras”. Vítor Sá Machado nasceu em Lisboa em 1947, onde se formou em Artes, Decoração e Design no IADE (1971). Trabalhou como designer gráfico, como ilustrador e caricaturista, tendo criado adereços e cenários para RTP, SIC e TVM (Moçambique). O seu trabalho destaca-se no teatro, na criação de adereços, cenários e máscaras para diversas companhias como a Barraca, Teatro-esfera, Teatro Variedades, Teatro Acert, Teatro Oficina e Teatro Nacional D. Maria II. Participa em exposições coletivas e individuais desde 1985, com esculturas, aguarelas, caricaturas, cerâmicas e sketchs. Atualmente reside em Escalhão (Beira Alta), onde se dedica à escultura e aguarela, continuando a trabalhar para teatro e televisão. Fez a primeira exposição de Máscaras em 2004 no Teatro Municipal da Guarda.  A exposição estará patente ao público, de 29 de junho a 20 de agosto de 2022, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00 e as 18h00, com entrada gratuita, Museu de Arte Sacra (junto ao jardim público).