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Notícias
SÍLVIA JÁCOME E A SUA “LINGUAGEM” NA GALERIA ANTÓNIO LOPES
02-04-2026

SÍLVIA JÁCOME E A SUA “LINGUAGEM” NA GALERIA ANTÓNIO LOPES

“Esta é a minha linguagem. O que me identifica, o que me define como fazedora de peças, é o que está cá dentro posto cá fora. De uma forma delicada, feitas com calma, com tempo e sentimento, assim vejo as minhas peças. Cada uma delas tem uma linguagem própria e têm o propósito de despertar sentimentos”. (Sílvia Jácome) É com estas palavras que Sílvia Jácome descreve a sua exposição de cerâmica decorativa intitulada “Linguagem!” na Galeria António Lopes, cuja inauguração se encontra agendada para o dia 11 de abril  A exibição estará patente ao público até 14 de junho, de terça-feira a domingo, entre as 10:00 e as 18:00, com entrada livre. O conjunto de peças em exposição é feito de um minimalismo expressivo, muito baseado no design simplificado, inspirado na natureza. Obras minimalistas com alma, executadas em cerâmica e porcelana, peças decorativas de uma beleza e elegância simples, com vidrados de cores suaves e com altos relevos de inspiração natural. Em grande parte das suas peças, a cor interior é diferente da exterior, criando um elemento de contraste, como são exemplo as taças e o conjunto de pratos inspirados nos bordados tradicionais, com o seu interior de cor vermelho ardente. BIOGRAFIA DA ARTISTA Sílvia Jácome nasceu em 1973, em França, e muito cedo veio para Portugal, para Tomar, a cidade dos seus pais. A cerâmica entrou na sua vida quando frequentou o curso de Design e Tecnologia para a Cerâmica na ESAD das Caldas da Rainha em 1994. Durante alguns anos trabalhou na indústria da cerâmica, no entanto, a vontade de fazer peças diferentes, que expressassem a sua voz, fez com que acabasse por criar o seu próprio projeto. Ao longo do seu percurso profissional frequentou vários cursos e formações no Cencal. Participou em feiras, mercados de artesanato, design e cerâmica em várias cidades do país e nos Países Baixos. Participou em exposições coletivas e, no ano de 2024, realizou a sua primeira exposição individual na cidade onde reside e trabalha, as Caldas da Rainha. Neste mesmo ano foi-lhe atribuído o prémio de Melhor Peça de Artesanato com ligação à Identidade e Património da Covilhã, durante a Fiada 2024. Esta peça encontra-se em exibição na receção dos Paços do Concelho da Covilhã e invoca a tradição artesanal da Covilhã através de camadas sobrepostas a lembrar o burel. “Criar para mim é uma necessidade. Quando crio sinto que faço alguma coisa valer a pena.” www.silviajacome.com silviajacomeceramics@gmail.com  https://instagram.com/silviajacomeceramics  
COVILHÃ ACOLHE EXPOSIÇÃO DE VIKTORIA GANHAO
02-03-2026

COVILHÃ ACOLHE EXPOSIÇÃO DE VIKTORIA GANHAO

Com o objetivo de celebrar a beleza, não como perfeição, mas como experiência emocional e sensorial, Viktoria Ganhao pintou e selecionou um conjunto de obras a expor na Galeria António Lopes, entre os dias 5 de março e 9 de abril, que intitulou “Chasing the Light”. A exposição individual apresenta uma seleção refinada de pinturas abstratas, em acrílico/óleo/técnica mista, da aclamada artista contemporânea Viktoria Ganhao, criadas ao longo de um período de cinco anos, oferecendo ao público uma experiência imersiva, direta e intuitiva, enraizada no sentimento e unida pela busca comum de luz, harmonia e beleza. Trata-se de um capítulo importante na trajetória artística de Viktoria Ganhao, profundamente pessoal, marcado através de uma linguagem abstrata intuitiva que capta a essência de momentos efémeros que definem a experiência humana.  Cada obra funciona como uma impressão emocional, uma tentativa de preservar sensações únicas, memórias e estados de ser através da cor, do movimento e da textura em camadas. Em vez de representar o mundo visível, a artista traduz a experiência vivida num ritmo visual que ressoa a nível emocional. “Chasing the Light” convida os visitantes a abrandar, refletir e conectar-se com os seus próprios territórios emocionais, através de obras que geram um campo de vibração positiva, impressões emocionais que evocam alegria, nostalgia, amor e a magia silenciosa da experiência vivida. BIOGRAFIA DA ARTISTA Viktoria Ganhao, premiada artista abstrata reconhecida internacionalmente, nasceu em Kiev, em 1971, no seio de uma família de artistas. Antes de se dedicar inteiramente à pintura em 2016, trabalhou durante 17 anos no setor da moda internacional e no empreendedorismo, experiências que viveu em sete países diferentes. Este percurso cosmopolita apurou o seu sentido de composição e harmonia cromática, elementos que definem as suas obras atuais, marcadas por uma constante evolução e sensibilidade visual. O seu trabalho explora emoção, percepção e autocompreensão através da cor, da forma e do gesto. Formada por uma educação intercultural e por uma imersão precoce nas artes, desenvolveu uma linguagem visual baseada na intuição, na experimentação e no processo criativo. O seu método criativo, baseado na sobreposição, na expressão gestual e em subtis revisões, permite que cada pintura se desenvolva de forma natural, equilibrando a espontaneidade com um sentido ponderado de estrutura. As composições de Viktoria Ganhao apresentam campos cromáticos ousados, texturas subtis e movimento rítmico, evocando estados interiores, memórias e profundidade atmosférica. Influenciada pela natureza e pelas qualidades efémeras da experiência vivida, a sua obra traduz momentos emocionais em ambientes visuais imersivos que convidam à reflexão e à ressonância pessoal. As suas pinturas foram exibidas internacionalmente na Europa, Ásia e Américas, e integram coleções privadas em mais de 30 países, refletindo a sua presença crescente no mundo da arte abstrata contemporânea. Orientada por uma disciplina rigorosa em estúdio e pela honestidade emocional, Viktoria Ganhao continua a expandir as possibilidades expressivas da abstração, criando obras que incentivam o espectador a abrandar, envolver-se profundamente e a descobrir o seu próprio significado dentro dos seus espaços luminosos e contemplativos. A abertura da exposição “Chasing the Light” decorre no dia 5 de março, pelas 17:00, e pode ser visitada gratuitamente na Galeria António Lopes (Rua Portas do Sol, 122), até 9 de abril de 2026, durante o horário habitual de funcionamento, de terça-feira a domingo, entre as 10:00 e as 18:00.
MUNICÍPIO DA COVILHÃ À CONQUISTA DA BTL COM STAND PRÓPRIO
24-02-2026

MUNICÍPIO DA COVILHÃ À CONQUISTA DA BTL COM STAND PRÓPRIO

Depois do sucesso alcançado na FITUR - Feira Internacional de Turismo (Madrid), o Município da Covilhã volta agora a apresentar-se em nome próprio na Better Tourism Lisbon Travel Market (BTL), que decorre de 25 fevereiro a 1 de março, em Lisboa, numa estratégia que visa consolidar o território como um dos melhores destinos turísticos de Portugal. Ao longo destes dias, o Município vai dar a conhecer o que melhor identifica o território, mantendo o mote “Covilhã tem tempo para ti”, que promete dar tempo aos visitantes e os desafia a tirarem tempo para eles próprios neste Concelho.  Um convite que o Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, espera que muitos possam aceitar para também usufruírem do melhor que a Covilhã tem. Lembrando que a Covilhã é já um dos principais destinos turísticos do País, Hélio Fazendeiro garante ainda que o Município continuará a trabalhar no sentido de reforçar sempre essa atratividade para cativar mais visitantes e para contribuir que estes possam passar mais tempo na região. Natureza e paisagem, gastronomia, património industrial e cultural, tradição e história, sem esquecer as artes, o design e a criatividade são muitas as propostas que a Covilhã tem para mostrar e que os visitantes podem começar a descobrir no pavilhão n.º 2, stand B49.  Um espaço com cores vibrantes, desenhado para conversas, apresentações e convívio e que reflete o verdadeiro sentido de união.  O elemento central - uma árvore - representa as freguesias do concelho, reforçando a sua posição enquanto comunidade sustentável, com ligações ao passado, mas com os olhos postos no futuro. Está ainda garantida a presença de alguns parceiros e de Juntas de Freguesia do Concelho, que vão apresentar aos visitantes os melhores motivos para conhecer a cidade e a região. Apresentações, degustações e a arte de saber receber vão fazer do stand da Covilhã um espaço de visita obrigatória. O Município da Covilhã estará igualmente representado no stand da Comunidade Intermunicipal da Região das Beiras e Serra da Estrela (CIM-RBSE). Organizada pela Fundação AIP, a BTL é considerada o maior evento de turismo em Portugal e um dos mais relevantes a nível internacional, reunindo profissionais, expositores e visitantes de todo o mundo   
MUSEU DA COVILHÃ ABRE PORTAS À SEGUNDA FASE DE EXPOSIÇÃO DEDICADA A EDUARDO MALTA
23-02-2026

MUSEU DA COVILHÃ ABRE PORTAS À SEGUNDA FASE DE EXPOSIÇÃO DEDICADA A EDUARDO MALTA

O Museu da Covilhã abre as portas à segunda fase da exposição comemorativa do aniversário de Eduardo Malta (1900-1967), no próximo dia 4 de março, pelas 16:00, numa mostra que celebra o percurso de um dos mais relevantes retratistas portugueses do século XX, oferecendo uma visão abrangente da sua contribuição para a História da Arte em Portugal. Com a denominação “Eduardo Malta. 125.º Aniversário Comemorativo do seu Nascimento. Olhares que contam histórias”, esta exposição prolonga-se até ao dia 28 de junho. É promovida por este Município, através do Museu da Covilhã, em parceria com a MOOSTRA - Organização de Eventos Culturais, e tem curadoria de António Vaz e Paula Sofia Vaz, dividindo-se em três partes distintas. Na primeira parte da exposição (28 outubro 2025 a 28 fevereiro 2026) valorizou-se a componente observada através de uma técnica altamente apurada do artista covilhanense, assente sobretudo numa abordagem de matriz realista, onde o rigor formal e o domínio técnico se evidenciam de forma consistente. A segunda parte (04 março a 28 junho 2026) vem ampliar a leitura do seu trabalho, através da dimensão experimental e de uma abertura a diferentes linguagens plásticas. Esta será complementada com um conjunto de obras que revelam influências de correntes artísticas menos divulgadas no seu percurso, nomeadamente o surrealismo e o abstracionismo geométrico. Esta fase da exposição integra ainda um extenso acervo bibliográfico e de ilustração - área que, na contemporaneidade, se inscreve no campo do design gráfico - evidenciando a versatilidade e a abrangência da produção de Eduardo Malta. Um “Olhar” sobre a vida e o legado deste artista, constituirá a terceira parte deste evento (04 julho a 28 outubro 2026), que incluirá um conjunto de obras de artistas contemporâneos da cidade. Ao longo de um ano de exibições serão expostas obras do Museu da Guarda, Museu Marítimo de Ílhavo, Museu da Covilhã, Museu de São Roque (Lisboa), Museu do Caramulo, Casa Museu Amália Rodrigues, Arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Coleção Novo Banco Cultura, bem como diversos originais inéditos de coleções particulares, que incluem óleos sobre tela, desenhos a grafite, carvão e pastel, bem como obras bibliográficas da sua autoria, entre outras peças. “A evolução humana manifesta-se de duas formas complementares: através do genótipo e do fenótipo. O genótipo refere-se à herança genética — às informações transmitidas pela família e pela descendência, que constituem a base biológica do indivíduo. Já o fenótipo diz respeito à forma como o meio envolvente, as experiências vividas e as escolhas pessoais influenciam e moldam a expressão desses mesmos genes. No percurso artístico, estas duas dimensões cruzam-se de forma dinâmica. A identidade criativa constrói-se tanto a partir da herança recebida como da interação constante com o contexto cultural, social e emocional em que o artista se insere. Assim, o “ser” artístico revela-se como resultado de uma conjugação entre natureza e vivência, entre o que é transmitido e o que é transformado.” António Vaz e Paula Sofia Vaz, Curadoria Exposição “Eduardo Malta . 125.º Aniversário Comemorativo do seu Nascimento . Olhares que contam histórias”  
OFICINAS DE ARTES NA GALERIA ANTÓNIO LOPES
03-02-2026

OFICINAS DE ARTES NA GALERIA ANTÓNIO LOPES

Durante o ano 2026, a Galeria António Lopes surge com uma nova proposta de atividades destinada a todas as idades, designadamente as oficinas de fim de semana, que vão decorrer mensalmente, com a colaboração do artista plástico Fernando Aranda, professor de desenho na Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior e doutorando em Media Artes. A segunda oficina deste curso decorre no dia 21 de fevereiro, entre as 10:00 e as 13:00, e será dedicada ao Desenho de Natureza Morta, uma técnica de retrato de objetos inanimados como frutas, flores, louças, livros, entre outros, dispostos artisticamente para serem desenhados a partir da observação. Serão tidos em conta todos os aspetos relativos a composição, luz, sombra e forma. As próximas temáticas das oficinas de fim de semana já estão agendadas e contam com Fotografia Alternativa – Gumoil (21 de março), Desenho de Figura Humana (11 de abril), Fotografia Alternativa – Cianotipia e Viragem da Cor (09 de maio) e Desenho de Paisagem (20 de junho). Planificada está também uma Oficina de Gravura. Os participantes, jovens ou adultos, maiores de 16 anos, não necessitam de ter conhecimentos prévios em artes visuais, contudo devem fazer inscrição obrigatória (info@fernandoaranda.art ou para o telefone número 967695054) dado que as vagas são limitadas. Cada participante terá direito a um certificado de presença da respetiva oficina que frequentou e, no final, aqueles que conseguirem concluir todos os ateliers, vão receber um diploma específico deste Curso de Artes. Os materiais são disponibilizados a cada sessão, solicitando-se apenas ao participante que leve um avental ou roupa adequada.   
MUSEU DE ARTE SACRA DA COVILHÃ EXIBE EXPOSIÇÃO DE FIGURADO DE BARCELOS
28-01-2026

MUSEU DE ARTE SACRA DA COVILHÃ EXIBE EXPOSIÇÃO DE FIGURADO DE BARCELOS

Na sequência da divulgação dos valores e costumes da herança cultural de Portugal, o Museu de Arte Sacra da Covilhã promove a exposição “Expressões do Fantástico”. A exibição de peças de Figurada de Barcelos, da autoria de Pedro e Vítor Esteves da Mota, os Irmãos Pinga, Geração Mistério, estará patente até 02 de março, na Sala das Temporárias do Museu de Arte Sacra e poderá ser apreciada de terça-feira a domingo, das 10:00 às 18:00, com entrada livre. A exposição foi inaugurada neste domingo.  Os Irmãos Pinga pertencem à geração Mistério e por isso carregam nas mãos e na mente o saber de quem soube e sabe trabalhar o barro. As obras que criam refletem a verdadeira essência e o que de mais genuíno carateriza o figurado de Barcelos, com uma cor sem igual, vibrante e distintiva, que acompanha os traços das suas formas identificados por um estilo entre o ingénuo e o caricatural. Este, diferencia-se das demais expressões figurativas existentes em Portugal pela tipologia das representações que podemos classificar como expressões do fantástico. E é essa característica que torna o Figurado de Barcelos único e fortemente representativo da cultura portuguesa. BIOGRAFIA Irmãos Pinga | Os irmãos Vítor e Pedro nasceram na freguesia de Galegos (São Martinho) do município de Barcelos. Vítor Domingues Esteves da Mota (1970) e Pedro Miguel Esteves da Mota, (1977) são os rostos que dão corpo à marca pela qual querem ser (re)conhecidos: Irmãos Pinga, Geração Mistério; preito ao legado da mãe, Conceição Mistério (Maria da Conceição Esteves Lima, 1946-2005) e também do seu avô Mistério (Domingos Gonçalves Lima, 1921-1995). A sua jornada começou quando ainda eram crianças, aprendendo a dar forma ao barro com ela, modelando e pintando figuras deste e do outro mundo. Desde sempre fizeram peças, no entanto, só a partir de 2019 abraçaram em definitivo o Figurado. Vítor dedica-se ao Figurado a tempo parcial, enquanto Pedro assume o trabalho em barro como a sua profissão a tempo inteiro, complementando a arte do Figurado com o fabrico de peças de olaria. Em nome próprio, com uma marca recente, vão conseguindo notoriedade através de criações únicas como: O Bem e o Mal, uma figura que fundiu um diabo e uma boneca, gémeos siameses, unidos pelo corpo, com duas partes distintas. As obras que criam têm uma cor sem par, vibrante e distinta, que acompanha os traços das suas formas identificados por um estilo entre o ingénuo e o caricatural. Para além destas, esta dupla de artesãos continua a manufatura dos famosos assobios de Barcelos: cucos, rouxinóis e ocarinas, bem como pífaros; peça do imaginário da região conhecidas pelos seus sons característicos, presentes em feiras e romarias.  
COVILHÃ BRILHOU NA FITUR DE MADRID
27-01-2026

COVILHÃ BRILHOU NA FITUR DE MADRID

A participação da Covilhã em mais uma edição da FITUR – Feira Internacional de Turismo em Madrid (Espanha) foi um verdadeiro sucesso, com o stand da Covilhã a captar forte atenção entre parceiros institucionais, profissionais do setor e público em geral. Com uma programação variada em que deu a conhecer a oferta turística e algumas das melhores iguarias do concelho, o stand covilhanense despertou interesse generalizado e enquadra-se na estratégia do o Município da Covilhã para valorizar e consolidar o território como um destino turístico de excelência. Para o Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, trata-se de “mais uma aposta ganha”, que certamente contribuirá para “potenciar e reforçar os bons resultados do turismo no concelho, não só ao nível do número de visitantes, como no número de dias em que estes permanecem no território”. Com vista a alcançar estes objetivos, a Covilhã voltou a apresentar-se em dose dupla, designadamente no stand coletivo da Comunidade Intermunicipal da Região das Beiras e Serra da Estrela e em nome individual, com um novo stand que conquistou muita atenção e amplos elogios. Apresentou-se como um cartão-de-visita difícil de ignorar, numa representação do território (natureza, tradição e história) interligada com o design, a cultura e a criatividade que também definem a identidade da Covilhã. Um espaço aberto, desenhado para conversas, apresentações e convívio e que reflete o verdadeiro sentido de união desta comunidade: O elemento central - uma árvore - representa as freguesias do concelho, reforçando a sua posição enquanto comunidade sustentável, com ligações ao passado, mas com os olhos postos no futuro. O projeto foi concebido pela empresa covilhanense “Lobby Films & Adversting”, em estreita colaboração com a construção da Tecnat e os audiovisuais da ZeroGraus. Ao longo dos cinco dias, houve mostras e degustações de alguns dos melhores produtos do concelho, tais como as tradicionais Cavacas, as Gargantas de Freira e o Pão da Padaria Dias, o vinho Tranca na Barriga, os Queijos Braz e o Brulhão de Vales do Rio. Foi ainda possível contar com a parceria de operadores locais como Ananda Kalyani, DRenergies, Casa da Serra, Deltatur, Animactiva, Natura IMB Hotels e Quinta do Limite. Segundo dados do organizador, a FITUR 2026 recebeu mais de 255 mil visitantes, entre profissionais e público em geral, consolidando-se como uma das maiores feiras de turismo do mundo.