Skip to main content
Município da Covilhã
Tlf:. 275 330 600 (Chamada para a rede fixa nacional)
Notícias
CANDIDATURA DA COVILHÃ A CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA COM PARECER FAVORÁVEL DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
02-09-2026

CANDIDATURA DA COVILHÃ A CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA COM PARECER FAVORÁVEL DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA

O Conselho Municipal de Cultura deu parecer favorável à proposta do Município para avançar com a candidatura da Covilhã a Capital Portuguesa da Cultura 2028, o que se afirma como mais um passo de extrema relevância no processo. Aprovado por unanimidade, este parecer foi emitido no âmbito da primeira reunião do órgão que decorreu nesta terça-feira, dia 01 de setembro, e durante a qual os respetivos elementos tomaram posse. A sessão também ficou marcada pelo apresentação e emissão de parecer positivo para o Programa de Desenvolvimento Cultural 2026-2030, documento orientador da estratégia cultural até 2030 e um dos pilares fundamentais da candidatura.  Este programa assenta em recomendações fundamentadas por um vasto trabalho de auscultação e recolha de dados, sendo que o diagnóstico reconhece um ecossistema cultural da Covilhã dinâmico, plural e diverso, identificando como prioridades de atuação o apoio à criação artística, a qualificação de espaços, a educação artística, a descentralização da programação e oferta cultural. A comunicação integrada das iniciativas e o envolvimento e participação continuada dos cidadãos nas dinâmicas de produção e a fruição cultural e artística, são outros dos aspetos referenciados. No que concerne à candidatura a Capital Portuguesa da Cultura 2028, a sessão de terça-feira permitiu apresentar e aprovar os cinco eixos estratégicos que sustentam o projeto: Criação, Conhecimento, Território, Comunidades e Futuro.  Esta estrutura posiciona a cultura como um vetor coletivo para a criação, o conhecimento, a ligação e a transformação social.  Além disso, visa consolidar a cooperação na Covilhã e na região da Beira Interior, assegurando a continuidade de redes, competências, infraestruturas, públicos e compromissos para além de 2028. Com um parecer favorável por unanimidade, o Conselho Municipal de Cultura acompanhará a concretização do Programa e a articulação entre Município, agentes e comunidade.  A Covilhã 2028 parte das dinâmicas do território para afirmar um território que produz cultura, pensamento e relações  
CANDIDATURA DA COVILHÃ A CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA LANÇA SITE E IMAGEM GRÁFICA
28-08-2026

CANDIDATURA DA COVILHÃ A CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA LANÇA SITE E IMAGEM GRÁFICA

A candidatura da Covilhã a Capital Portuguesa da Cultura 2028 já tem um website que permite acompanhar o trabalho desenvolvido, bem como descobrir a imagem de marca que foi escolhida como elemento identificativo.  Esta candidatura está a ser promovida pelo Município da Covilhã e tem como base uma estratégia de comunidade e integração que envolve agentes culturais, empresas, instituições, escolas, universidade e outras entidades de diversos setores, além da comunidade em geral, que pode associar-se ao projeto deixando o seu contributo no próprio site. Disponível no endereço https://covilha2028.pt/, este sítio da internet permite estabelecer uma ligação e envolver todo o território.  Para o efeito, conta com um espaço aberto designado “Construir Juntos”, onde se encontra um formulário através do qual qualquer pessoa pode continuar a apresentar ideias, recomendações e propostas relacionadas com a candidatura. Entre os conteúdos do site, encontra-se ainda informação sobre o contexto, a proposta e os eixos, entre outras novidades que vão surgir.  Igualmente presente, a imagem gráfica desenvolvida pela Lobby Films & Advertising, com direção criativa de Telmo Martins. Centrada na ideia chave de um território elevado pela Cultura, esta marca nasce da ideia “elementar e universal” de elevar, explica o designer Telmo Martins. Assenta num “Cᶜ” – Covilhã elevada à Cultura, que funciona simultaneamente como símbolo, ideia e assinatura conceptual, incorporando um fio, elemento orgânico e identitário da Covilhã. Numa imagem simples e clara, inspirada na fórmula da potência matemática, um “C” é elevado a outro “C”, estabelecendo a ligação entre todos os elementos que fazem parte da candidatura. O “C” representa Covilhã e Capital, Cultura e Criatividade, Conhecimento e Construção, Comunidade e Centro. “A opção pelo preto e branco reforça a ideia de uma identidade aberta, capaz de acolher todas as expressões culturais do território. Serão as pessoas, os artistas, as obras, os espaços, os acontecimentos a dar-lhe cor”, detalha Telmo Martins. O processo criativo teve também em conta o facto de a Cultura não ser estática. Por isso, incorpora o fio, que não é apenas de lã, representando também o caminho de inovação digital e futuro que a Covilhã está a tecer. Tal como alcançou em 2021 com a integração na Rede de Cidades Criativas da UNESCO, a Covilhã pretende mais do que um selo, ambicionando reforçar e consolidar uma estratégia de desenvolvimento sustentável, através da cultura, do design e das artes. #municipiodacovilha #atecerofuturo 
FIADA – FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO, DESIGN E ARTES REGRESSA À COVILHÃ ENTRE 3 E 6 DE SETEMBRO
18-08-2026

FIADA – FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO, DESIGN E ARTES REGRESSA À COVILHÃ ENTRE 3 E 6 DE SETEMBRO

A FIADA - Feira Internacional de Artesanato, Design e Artes regressa à Covilhã entre os dias 3 e 6 de setembro, com um programa que cruza tradição, criação contemporânea, design, arte e sustentabilidade e que vai apresentar artesãos de vários pontos do país, exposições temáticas, instalações e atuações musicais. Organizada pelo Município da Covilhã, com o apoio de várias entidades, esta que é a quinta edição do evento vai contar com 40 expositores de artesanato, selecionados entre 191 candidaturas, o que comprova a forte atratividade do certame. Tendo como tónica principal a diversidade, o processo de escolha garante um colorido especial ao evento e vai permitir apresentar diferentes ofícios e áreas de intervenção, contando com expositores que trabalham a cerâmica, o ferro, a madeira e o fio, entre outros. Mantendo como palco principal o Jardim das Artes, a FIADA também vai ter ações na Biblioteca Municipal, que acolhe exposições e ações de capacitação. Ao longo dos quatro dias, a iniciativa pretende evidenciar o artesanato enquanto expressão cultural, económica e contemporânea, valorizando, práticas, técnicas e conhecimentos que integram a identidade dos territórios e que encontram na criação contemporânea novas possibilidades de interpretação e afirmação, como explicou a Vereadora com o pelouro da Cultura, Regina Gouveia, na apresentação do evento, que decorreu nesta segunda-feira, dia 17 de agosto. “Mais do que expor ou vender produtos de artesanato, a FIADA valoriza o artesanato, valoriza os seus protagonistas, capacita-os e procura promover a inovação do artesanato através do design e de linguagens artísticas e criativas mais contemporâneas”, especificou, sublinhando a forte aposta formativa e de capacitação que este evento também agrega. O objetivo é que a FIADA seja sempre um espaço ‘saber-fazer’, apontou, lembrando que este caminho também reforça a ação da Covilhã como Cidade Criativa da UNESCO na Área do Design, chancela que conquistou em 2021. Castelo Branco, Barcelos e Caldas da Rainha são outras das Cidades Criativas da UNESCO que vão estar na FIADA 2026. Junta-se-lhes os Municípios de Peniche e Castanheira de Pera, que acompanham este evento desde a primeira edição.  De Bilbao, que também é Cidade Criativa da UNESCO, chega a representação internacional.  Do programa, destaque para a exposição “O Fio do Barro 2026”, com curadoria e orientação de Sílvia Jácome, ceramista que apresenta o resultado da residência artística realizada em julho.  Entre as propostas encontram-se ainda Tapeçaria Comunitária 2026, a Exposição da Rede Portuguesa de Cidades Criativas da UNESCO, a exposição “TEA&CHEESE”, do MODATEX, a instalação “W³ / Wool, Water, Waste”, do New Hand Lab, e a instalação “Arte e Sustentabilidade”, da ASTA – Teatro e Outras Artes. A programação inclui também oficinas criativas e atividades para famílias e crianças e ações de capacitação dirigidas aos artesãos. Igualmente garantida está a animação do recinto, com uma componente assegurada pelo INATEL, que vai apresentar diferentes formações musicais da região. A cargo do Município está a programação musical no Palco FIADA, que recebe as atuações de Noura (dia 3 de setembro), Margarida Geraldes e Sofia Pires (dia 4), Orquestra Típica Albicastrense (dia 5) e TorresFarra (dia 6).  Mantêm-se, os Prémios FIADA, com a escolha da “Melhor Peça de Artesanato – Inovação pelo Design” e da “Melhor Peça de Artesanato – Identidade Covilhã”, com um prémio de 500 euros para cada categoria, financiados, respetivamente, pela Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor (AECBP) e pela ICOVI – Infraestruturas e Concessões da Covilhã, EM.  Presente na conferência de imprensa, o Presidente da AECBP, Marcelo Ferreira, salientou o empenho nesta parceria e a importância da FIADA no que concerne à aproximação do comércio tradicional com o comércio cultural. Em representação da ICOVI, Ana Garcia, destacou o crescimento “progressivo e cimentado” que a FIADA tem vindo a registar, sendo um evento “diferenciado e diferenciador” em relação a outros eventos. Além destes apoios a FIADA, também conta com a parceria do IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, do INATEL e do MODATEX - Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confeção e Lanifícios.  Com entrada livre, a FIADA pode ser visitada nos seguintes horários: Dia 3 de setembro - das 17:00 à 00:00; Dias 4 e 5 de setembro - das 16:00 à 00:00; Dia 6 de setembro - das 16:00 às 21:00.