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Notícias
CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE PROVA DE ACESSO À FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM MEDICINA REGRESSE À CIDADE
16-01-2026

CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE PROVA DE ACESSO À FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM MEDICINA REGRESSE À CIDADE

A Câmara Municipal da Covilhã quer que a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada em Medicina volte a ser feita na Universidade da Beira Interior (UBI), evitando que os estudantes tenham de deslocar-se a outras localidades e respeitando princípios de equidade, justiça social e coesão territorial. A reivindicação está patente numa moção que foi apresentada pelo Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, e aprovada por unanimidade, na reunião do executivo municipal do dia 15 de janeiro, saindo em defesa da coesão territorial, da igualdade de oportunidades e do papel estratégico do Interior na formação de profissionais de saúde. Lembrando que a Covilhã, onde existe um curso de Medicina, já acolheu essa prova e que a situação foi alterada em 2019, devido à pandemia, o Autarca frisou que “é de inteira justiça” que a cidade possa voltar a ser um dos locais oficiais para a realização do exame, até porque existem “condições académicas, logísticas e infraestruturais adequadas”. “É um fator de coesão territorial importante que esta prova nacional de acesso regresse novamente à Covilhã”, apontou Hélio Fazendeiro. O Autarca sublinhou os custos que os estudantes têm de suportar para ir realizar a prova noutras cidades, maioritariamente no litoral. “Esta centralização tem impactos objetivos e desproporcionais sobre os estudantes do Interior, nomeadamente ao nível dos custos de transporte e alojamento, do desgaste físico e emocional e da ausência de redes de apoio num momento de elevada exigência académica”, é referido no documento que será agora enviado ao Governo e restantes entidades oficiais. O facto de tal configurar “mais uma desigualdade estrutural associada à interioridade e um risco de desvalorização do ensino médico fora dos grandes centros urbanos, nomeadamente na UBI”, é outro dos aspetos vincados. Entre os argumentos apresentados está ainda a necessidade de garantir que localização geográfica não possa constituir um fator de penalização no acesso à formação médica especializada: “Pelo contrário, a promoção da coesão territorial e a fixação de jovens qualificados em todo o território nacional dependem de políticas públicas que garantam igualdade de condições independentemente da localização geográfica”. A moção reafirma igualmente “a total disponibilidade” do Município da Covilhã “para colaborar institucionalmente com o Governo, designadamente na identificação e disponibilização de infraestruturas municipais adequadas à realização da prova, reafirmando o seu compromisso com o ensino superior, com a valorização da Universidade da Beira Interior e com o desenvolvimento equilibrado do território nacional”. #municipiodacovilha #atecerofuturo
COVILHÃ É FINALISTA DO PRÉMIO NACIONAL DE ARTESANATO 2025
06-01-2026

COVILHÃ É FINALISTA DO PRÉMIO NACIONAL DE ARTESANATO 2025

O Município da Covilhã é finalista do Prémio Nacional do Artesanato 2025, estando nomeado pela organização, promoção e realização da FIADA – Feira Internacional de Artesanato, Design e Outras Artes. A Autarquia é candidata a este galardão na categoria “Prémio Promoção para Entidades Públicas”, que distingue e valoriza percursos e atuações de excelência no âmbito das artes e ofícios em Portugal. Até ao dia 11 de janeiro decorre a fase de votação pública consequente da seleção das candidaturas finalistas pelo respetivo Comité de Avaliação. A votação é realizada exclusivamente por via eletrónica, através da plataforma Votação no Prémio Nacional do Artesanato - 2025. Cada participante só poderá votar uma única vez, escolhendo uma candidatura por categoria entre as nomeadas. Este mecanismo garante e promove o envolvimento da sociedade civil no reconhecimento do mérito, da inovação e da continuidade das artes e ofícios em Portugal. No portal do IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP – é possível consultar informação detalhada acerca da totalidade das candidaturas finalistas entre projetos, artesãos e entidades que se distinguem pelo seu contributo para o setor. https://www.iefp.pt/promocao-das-artes-e-oficios.... De referir que o Prémio Nacional do Artesanato, realizado bianualmente, integra o Programa de Promoção das Artes e Ofícios criado pelo DL n.º122/2015 e sistematiza-se como um instrumento estratégico de valorização do saber-fazer, de estímulo à qualificação e de reforço da sustentabilidade económica e cultural do setor. A participação ativa do público nesta fase constitui um contributo significativo para o reconhecimento social do artesanato como área fundamental do património cultural e da economia criativa nacional. #municipiodacovilha #atecerofuturo
VALES SOLIDÁRIOS CHEGAM A 1.700 PESSOAS
23-12-2025

VALES SOLIDÁRIOS CHEGAM A 1.700 PESSOAS

Neste Natal, a Câmara da Covilhã voltou a promover a entrega de Vales Solidários às famílias mais carenciadas do concelho, num apoio que abrangeu 1.700 pessoas, mais do que nos últimos anos e que deverá contribuir para tornar esta quadra festiva mais feliz e solidária. Integrada no programa “Natal com Arte”, esta iniciativa consiste na entrega de vales solidários que podem ser utilizados na aquisição de bens essenciais em estabelecimentos comerciais do concelho, de modo a que estes apoios também possam contribuir para dinamizar a economia local.  Deste modo, o Município já fez chegar os respetivos vales às em situação de fragilidade social e económica sinalizadas pelas Juntas de Freguesia em articulação com a Ação Social Municipal e outras instituições de solidariedade social. No presente ano, foram contemplados 734 agregados com Vales Solidários de Natal, o que abrange um total de 1.700 pessoas e que representa um aumento relativamente aos anos transatos com o objetivo de chegar ainda a mais gente. Os vales são distribuídos de acordo com a constituição de cada agregado familiar e tendo em conta se esses agregados já contam com apoio alimentar de outra instituição. Nesses casos, o apoio fixa-se em 15 euros para uma pessoa e 25 euros para duas ou mais pessoas. Nas famílias que não estão abrangidas pelo apoio alimentar, o vale para uma pessoa tem o valor de 25 euros, passando a 35 euros quanto abrange duas ou três pessoas e a 45 euros nas famílias com quatro ou mais pessoas.  Um contributo que se espera que, o Presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, espera que possa fazer a diferença e ajudar a proporcionar mais conforto na noite de Natal. “É um sinal de que para nós todos contam e uma mensagem clara de que vamos continuar a trabalhar para estar ao lado de todos os Covilhanenses e sobretudo dos que mais precisam”, refere Hélio Fazendeiro, salientando ainda o facto de a medida ter sido reforçada financeiramente com o objetivo de chegar a mais gente.  
CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE O AUMENTO DE VAGAS DO ENSINO SUPERIOR SEJA A FAVOR DO INTERIOR
22-12-2025

CÂMARA DA COVILHÃ QUER QUE O AUMENTO DE VAGAS DO ENSINO SUPERIOR SEJA A FAVOR DO INTERIOR

A Câmara Municipal da Covilhã aprovou uma moção em que defende que o aumento de vagas no ensino superior deve ser "preferencialmente atribuído às instituições sediadas no interior” do País, ao contrário do que está previsto para o próximo ano letivo. A moção foi apresentada pelo Presidente do Município, Hélio Fazendeiro, e aprovada por unanimidade na reunião de executivo realizada na sexta-feira, dia 29 de dezembro. No documento, o Autarca começa por sublinhar a importância que as instituições de ensino superior têm para o desenvolvimento do Interior do País e lembra que estas assumem “um papel absolutamente central enquanto âncoras de desenvolvimento regional, motores de conhecimento, inovação, emprego qualificado e dinamização económica”. Refere também que estas instituições são “igualmente decisivas para a atração e fixação de jovens, nacionais e estrangeiros, nos territórios de baixa densidade”, sendo disso exemplo concreto a Universidade da Beira Interior (Covilhã) e outros politécnicos fixados em territórios de baixa densidade. A moção também lembra que, desde há vários anos, os despachos de autorização de abertura de vagas no ensino superior preveem que o aumento de vagas aconteça sobretudo nessas instituições e assinala a surpresa por o Governo pretender abandonar essa política já no próximo ano letivo, permitindo que, “de forma indiscriminada, todas as instituições de ensino superior no país aumentem o número de vagas, até 5%”. Para a Câmara da Covilhã, essa medida não atende às necessidades específicas dos territórios menos povoadas, nem ao objetivo constitucional e estratégico da coesão territorial, pelo que o documento recomenda sejam integrados “critérios de coesão territorial na definição anual do número de vagas, valorizando o impacto regional, a fixação de jovens e a capacidade instalada das instituições do interior”. “Não haverá verdadeira coesão territorial sem um ensino superior forte, atrativo e devidamente reforçado e não será possível ter um Portugal próspero sem um território coeso e harmoniosamente desenvolvido”, lê-se no documento que foi aprovado por unanimidade e que será agora enviado ao Governo, entre outras entidades.