Município da Covilhã
Tlf:. 275 330 600
Ago.17.2022
Equipamentos Culturais

Enquanto motor de desenvolvimento de um território rico e diverso em património cultural material e imaterial, a Covilhã privilegia o fomento do setor cultural e criativo. A Cultura é um trunfo vital para a competitividade, para a atratividade e para a conservação da identidade do território. A designação de Cidade Criativa da UNESCO alinha-se com o compromisso que a Covilhã assumiu com a Cultura e com a Criatividade, enquanto promotoras de desenvolvimento, inclusão social, acessibilidade, boas práticas e sustentabilidade, colocando-as no centro das políticas públicas e da vida das suas comunidades.

A Covilhã é um núcleo dinâmico de novas oportunidades, um museu a céu aberto e um território aberto a todos os que a desejem visitar, ou que nela desejem viver. Para tal, disponibiliza equipamentos culturais dinâmicos que a afirmam como território de cultura, conhecimento, investigação e inovação, através do envolvimento da comunidade em geral, dos seus visitantes e de múltiplas entidades, especialistas, instituições, associações e coletividades

Arquivo Municipal

R. dos Bombeiros Voluntários, 6200-151 Covilhã
9h00 às 17h30 
Encerra aos sábados e domingos.
(+351) 275 329 270 | arquivo@cm-covilha.pt

Localizado em pleno Centro Histórico, o Arquivo Municipal da Covilhã situa-se num edifício que já assumiu funções de Casa do Açougue e de sede da Associação dos Bombeiros Voluntários da Covilhã. Tem por missão a preservação, identificação e divulgação do património arquivístico do concelho.
Face ao elevado valor histórico do seu espólio patrimonial, produzido ao longo de mais de oito séculos, a Câmara Municipal da Covilhã entendeu urgente dignificar e conservar as memórias que constroem a identidade da Covilhã, através da construção do Arquivo Municipal, reabilitando o espaço da antiga sede dos Bombeiros. A estrutura reúne, num só local e com todas as condições de conservação, a documentação de valor histórico e/ou administrativo em posse do Município. O Arquivo disponibiliza a consulta do seu acervo a investigadores, estudantes e público que manifeste interesse na sua análise. A documentação salvaguardada no Arquivo é muito variada e multifacetada, proveniente de importantes fundos documentais dos quais se destacam a Câmara Municipal da Covilhã, Administração do Concelho da Covilhã, Real Fábrica dos Lanifícios, Convento de São Francisco, Junta de Paróquia da Conceição, Junta de Paróquia de Tortosendo, entre outros.
 

Teatro Municipal da Covilhã

R. Ruy Faleiro 1, 6200-505 Covilhã

Bilheteira: Terça-feira a sábado | 14h30 às 19h30

(+351) 275 330 690 | teatro.municipal@cm-covilha.pt

Aliando a recuperação de património histórico ao incentivo da produção cultural e artística, o Teatro Municipal da Covilhã (TMC) é uma estrutura que vem trazer, à cidade e à região, formas contemporâneas e inovadoras de interação com a Cultura. Ambiciona ser uma referência a nível nacional através de uma programação artística diversificada e de uma gestão que facilita o contacto com criadores, incrementa o serviço educativo direcionado a novos públicos, e cria residências artísticas e sinergias no apoio às indústrias culturais.

A história centenária do TMC começa com o Theatro Calleya, o primeiro teatro da Covilhã construído por iniciativa de José Cristóvão Corrêa e António Copeiro. Inaugurado no dia 4 de março de 1899, com a récita "Demi-Monde” pela Companhia Lucinda Simões, funcionaram posteriormente no edifício o Hermínia Terrasse (1910) e o Teatro Covilhanense (1924).

No local do antigo Teatro Covilhanense e da Fonte das Três Bicas ergueu-se o Teatro-Cine da Covilhã, com projeto arquitetónico de Raul Rodrigues de Lima. Por iniciativa de João Ferreira Bicho Júnior, proprietário da antiga sala, o espaço é inaugurado a 11 de janeiro 1954, com um espetáculo da Companhia Amélia Rey Colaço - Robles Monteiro. O Teatro-Cine encerrou portas em meados dos anos 80, reabrindo em outubro de 1992 através de um contrato de utilização assinado pela Câmara Municipal.

Em abril de 2001 ganhou novo fôlego, graças a um protocolo assinado entre a autarquia e o Cineclube da Beira Interior. Foi então renovado todo o seu sistema elétrico, procedendo-se à instalação de um novo ecrã de cinema, de uma máquina de projeção moderna, e de um sistema de som Dolby Digital. Apresentando uma programação diária e variada de cinema independente e comercial, o Teatro-Cine foi palco de todo o tipo de espetáculos, desde musicais a peças de teatro, concertos, sessões de cinema, saraus culturais, bailados, festivais, óperas, feiras e lançamentos de livros, entre outros. Em 2003, a Câmara Municipal da Covilhã reassumiu a direção direta da sua programação, abrindo um convite à participação ativa das diversas associações do concelho. A mudança de nome, de Teatro-Cine para Teatro Municipal, deu-se em 2008, com o espaço a encerrar novamente em 2011.

Atualmente, este Imóvel de Interesse Público conserva a sua ligação referencial aos covilhanenses e à história contemporânea da cidade. Não há quem não identifique, por exemplo, a tapeçaria de 1954 localizada na escadaria principal, com desenho de João Tavares, que simboliza as artes do Cinema, da Música e do Teatro. O novo Teatro Municipal da Covilhã, inaugurado em novembro de 2021, foi totalmente modernizado, estando agora preparado para uma programação de nível artístico elevado, atentando às exigências atuais e aos padrões da população.

Possui uma sala de espetáculos com espaço para 600 lugares sentados, à qual se junta a sala do foyer (piso 2) com disponibilidade para 75 lugares, ambas aguardando os principais nomes nacionais e internacionais da Cultura e das Artes, bem como o acolhimento às estruturas e associações do concelho. Os variados espaços multiusos, como a sala de exposições e o terraço, foram também recuperados e encontram-se, agora, prontos a acolher diversos espetáculos, workshops, oficinas, encontros, visitas e ensaios abertos.

Destaca-se o Centro de Incubação e de Apoio a Indústrias Culturais e Criativas, um espaço de criação e produção apoiado por uma residência artística, que possibilita aos profissionais da área o contacto e o trabalho diretos com outros criadores, bem como as interações com os alunos dos diferentes graus de ensino. O espaço destinado às residências artísticas desempenhará um papel preponderante no apoio aos criadores, produtores, estruturas concelhias e indústrias culturais e criativas locais.

Biblioteca Municipal da Covilhã

R. Conde da Ericeira 25, 6200-086 Covilhã
10h00 às 18h30 | Entrada livre
Encerra aos sábados e domingos.
(+351) 275 330 660 | biblioteca@cm-covilha.pt 

A Biblioteca Municipal da Covilhã é um serviço multifuncional e centenário na cidade, que pertence à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas e à Rede de Bibliotecas Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. Contém um fundo documental com cerca de 90 mil volumes onde se incluem monografias, publicações periódicas, obras de referência e material audiovisual.  O atual edifício foi inaugurado em 2000, na sequência da transferência do fundo bibliográfico para as novas instalações. A par da inovação tecnológica, a democratização e a inclusão no acesso à leitura são trabalhadas através da remodelação e da modernização constante dos seus serviços. A Biblioteca é um agradável espaço para usufruto dos seus utilizadores, dispondo de várias salas de leitura e de salas polivalentes. No mesmo edifício encontram-se instaladas outras valências, como o Espaço Internet e o Centro “Eu Sou Digital”, direcionados para a utilização de computadores e para a capacitação de públicos no âmbito da literacia digital. Através da Biblioteca são desenvolvidas atividades como o Café Literário, a Hora do Conto, as Visitas ao Museu do Conto, a Mala Pedagógica C3D, entre outras exposições, conferências, colóquios, sessões de cinema, workshops e apresentações de livros. Com vista à promoção da leitura e da cultura fora de portas, são criadas iniciativas como a Cabine de Leitura (Altice), as sessões de leitura em espaços culturais concelhios (Casa da Cultura José Marmelo e Silva), e a descentralização dos serviços de biblioteca através da criação de pequenos polos situados em espaços estratégicos (Piscina-Praia e Banda da Covilhã).
Enquadrados no Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar, com dependência direta da área da Educação, encontram-se também instalados, no mesmo edifício, o Espaço dos Sentidos e o Espaço C3D Makerspace. 
O Espaço dos Sentidos é composto por duas salas multissensoriais de estimulação cognitiva, que dão uma resposta terapêutica a quadros clínicos e a necessidades especiais de aprendizagem, recorrendo à terapia Snoezelen. Consiste num laboratório sensorial de atividades didáticas, que fomenta a motivação na aprendizagem e se constitui como uma importante ferramenta na diversificação de métodos de trabalho e de abordagem de conteúdos, com vista à promoção do sucesso educativo de alunos e de grupos de risco.
O Espaço C3D Makerspace beneficiou do impulso da designação da Covilhã como Cidade Criativa da UNESCO, na área do Design. É um projeto de intervenção socioeducativa alicerçado no Ensino, no Design e na Inclusão social, que tem como público-alvo os alunos de todas as escolas do concelho. Ambiciona a promoção do sucesso escolar e a capacitação das faculdades de raciocínio, reflexão e espírito crítico, nos âmbitos da cidadania ativa e da educação não-formal. O espaço desperta o interesse pela estética, pelo património e pelas vertentes histórico-cultural, através de aprendizagens diferenciadoras e de técnicas de mediação inovadoras. Em parceria com o Espaço dos Sentidos, o C3D Makerspace apoia o público infantojuvenil com necessidades educativas especiais através do Plano para o Desenvolvimento Cognitivo e Criativo.
 

Cinema

Centro Comercial Serra Shopping, Al. da Europa, Lote 7, 6200-546 Covilhã

Abertura de Bilheteira: 14h30 (Segunda-feira a sexta-feira) / 13h00 (Sábado, domingo e feriados) | Encerramento: 15 minutos após o início da última sessão.

www.cineplaceportugal.pt

Localizado no Serra Shopping, o Cineplace Covilhã possui 4 salas de cinema equipadas com Dolby Digital e tecnologia 3D. Oferece um cartaz vasto e uma grande diversidade de horários, em prime time ou matiné. Os bilhetes podem ser adquiridos para o próprio dia ou para os seguintes, de forma presencial ou através da App Cineplace.

Museu da Covilhã

R. António Augusto de Aguiar 100-106, 6200-050 Covilhã

10h00-13h00, 14h00-18h00 | Entrada livre

Encerra à segunda-feira.

(+351) 275 330 665 | museudacovilha@cm-covilha.pt

O Museu da Covilhã é um espaço cultural central, instalado num edifício histórico projetado por Ernesto Korrodi. Neste imóvel funcionou o Banco Nacional Ultramarino, entre as décadas de 20 e 80 do século XX. O museu está alicerçado num projeto museográfico diferenciador e inovador, que contemplou critérios de acessibilidade e responde às necessidades de diferentes públicos. O espaço permite conhecer o território, os seus habitantes e a sua história, incentivando a refletir sobre a atualidade e as aspirações para o futuro. O percurso expositivo distribui-se por cinco pisos: Dos Primeiros Habitantes à Romanização (piso 3), Covilhã na Idade Média e Época Moderna (piso 2), Covilhã Cidade - Época Contemporânea (piso 1) e Covilhã, Figuras e Património (piso 0). Atualmente, o piso -1 acolhe uma exposição de cinco obras de Arte Contemporânea da Coleção Novo Banco. O Museu encontra-se equipado com rampa de acesso exterior, elevador, piso podotátil, sinalização de escadas fixas e corrimões, zonas de descanso, WC acessível unissexo com fraldário, sinalização de percurso expositivo, espaço cão-guia, WiFi livre, recursos interativos, materiais táteis, braille, design multimeios e mobiliário expositivo acessível.


Museu de Arte Sacra

Av. Frei Heitor Pinto 9, 6200-113 Covilhã
10:00h às 18:00h | Entrada livre
Encerra à segunda-feira.
(+351) 275 334 457 | museus@cm-covilha.pt 

O Museu de Arte Sacra está instalado na Casa Maria José Alçada (1921), projetada pelo arquiteto Raul Lino, e resultou de uma parceria entre o Arciprestado da Covilhã e a Câmara Municipal da Covilhã. Reúne um espólio de mais de 600 peças de arte sacra, que abrangem um período compreendido entre os séculos XII e XX. Ao longo do percurso expositivo, o visitante aprecia coleções de pintura, escultura, ourivesaria, paramentaria e têxteis (litúrgicos e cerimoniais) e esculturas tradicionais de roca, sem esquecer imagens de culto, crucifixos, relicários, altares e outros objetos utilizados no culto religioso. O seu espólio reparte-se por dois edifícios, com um percurso orientado segundo os 7 sacramentos da Igreja Católica. Além da exposição permanente, o perímetro do Museu contempla uma sala de exposições temporárias, um jardim e uma loja. É de destacar a existência de uma capela no interior do edifício, que recria o ambiente religioso comum a este tipo de estruturas. 
 


Museu de Lanifícios | Universidade da Beira Interior

NÚCLEO REAL FÁBRICA DE PANOS | R. Marquês d’Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã 
NÚCLEO REAL FÁBRICA VEIGA | Cc. do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra)
NÚCLEO RÂMOLAS DE SOL | Estr. do Sineiro, s/n, 6201-001 Covilhã 
10h00-13h00, 14h30-18h00
Encerra à segunda-feira.
(+351) 275 241 411 / 275 241 410| muslan@ubi.pt 

O Museu de Lanifícios, sediado na Universidade da Beira Interior, foi instituído em 1989 e tem por missão a salvaguarda do património associado à indústria de Lanifícios. As suas instalações conservam as antigas tinturarias da Real Fábrica de Panos (Imóvel de Interesse Público), uma manufatura de Estado fundada pelo Marquês de Pombal em 1764. A instituição constitui-se como um museu polinucleado que abrange três núcleos museológicos, situados em diferentes zonas da cidade: Núcleo da Real Fábrica de Panos, Núcleo das Râmolas de Sol e Núcleo da Real Fábrica Veiga. O percurso museológico abrange uma importante coleção de máquinas, equipamentos, utensílios, documentos, matérias-primas e produtos têxteis, apresentando a evolução tecnológica dos lanifícios e da indústria laneira estabelecida, fundamentalmente, na cidade da Covilhã e na região.  O museu dispõe ainda de um Centro de Documentação/Arquivo-Histórico dos Lanifícios e afirma-se como centro de interpretação da rota turística peninsular Rota da Lã-TRANSLANA.
 


Museu do Queijo

R. dos Casaínhos, 6200-591 Peraboa, Covilhã
10:30h - 12:30h, 14:30h -17:30h | Entrada livre
Encerra à segunda-feira e à quinta-feira, da parte da tarde.
(+351) 275 471 172 | museudoqueijo@gmail.com

Situado na freguesia de Peraboa, a 14 km da Covilhã, o Museu do Queijo dá a conhecer a arte e o processo de fabrico de um dos melhores queijos do mundo: o Queijo Serra da Estrela, produzido na Cova da Beira. A autenticidade desta iguaria, apreciada e reconhecida internacionalmente, é desvendada através de workshops e técnicas de degustação. O espaço contempla dois trajetos que denotam a influência da fauna, da flora, do clima, dos utensílios, das técnicas de fabrico manual e da cultura, na obtenção do sabor característico do Queijo Serra da Estrela. Inaugurado em 2011, o Museu proporciona uma experiência sensorial e imersiva através de conteúdos museológicos multimédia, da exposição de ferramentas de fabrico e da degustação. É ainda possível conhecer as características do queijo de ovelha Kosher, produzido em Peraboa segundo os preceitos da religião judaica.
 


Centro Interpretativo da Cereja

R. da Estalagem, 6200-571 Ferro, Covilhã

Visita sujeita a pré-marcação | Entrada livre

centrointerpretativodacereja@gmail.com

Localizado no Ferro, uma vila naturalmente rodeada de pomares de cerejeiras, o Centro Interpretativo da Cereja (CIC) nasceu a partir de um conceito inovador. A sua missão passa por divulgar e valorizar a origem, o processo de cultivo e a produção de um dos frutos de época mais apreciados na região da Cova da Beira: a cereja. O espaço partiu da recuperação de uma casa antiga, próxima de campos de cultivo de cereja. Aposta no turismo interativo e sensorial, incluindo uma vertente museológica e uma experiência de degustação de vários produtos locais e regionais. Neste espaço, são abordados todos os processos implicados na produção do fruto, desde a plantação à colheita.


Museu Mineiro | Aldeia de São Francisco de Assis

EM512 56, 6225-051 Barroca Grande, Aldeia de São Francisco de Assis, Covilhã

Para visitar, contactar os serviços da Junta de Freguesia da Aldeia de S. Francisco de Assis.

(+351) 275 657 325 | jfadsfassis@gmail.com

O Museu Mineiro situa-se na Barroca Grande, na Freguesia da Aldeia de São Francisco de Assis. Foi construído a partir de um antigo depósito de combustível e dedica-se a narrar a história da exploração mineira de volfrâmio nas Minas da Panasqueira que é, ainda hoje, o principal meio de subsistência para as gentes da região. Este complexo mineiro secular é, atualmente, o único a laborar na Europa. O seu núcleo museológico resulta de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Aldeia de São Francisco de Assis e contou com o apoio da Sojitz Beral Tin and Wolfram Portugal, S.A (Minas da Panasqueira), que cedeu um importante espólio associado à exploração e administração das minas. A estrutura, com três pisos e 16 metros de altura, imita a forma dos antigos gasómetros usados para iluminar os trabalhadores. No último piso é possível observar a zona industrial das minas em laboração e o bairro habitacional. O museu oferece uma verdadeira viagem aos tempos áureos da exploração de volfrâmio e representa uma justa homenagem à figura do mineiro.


Centro de Interpretação da Argemela | Barco

R. Direita 18, 6215-043 Barco, Covilhã

Segunda-feira a sexta-feira: 10h00 às 19h00 | Sábado: 10h00 às 14h00

Encerra aos domingos.

(+351) 275 962 433 | geral@argemela.pt

O Centro de Interpretação da Argemela é uma iniciativa da Arpaz – Associação Regional de Solidariedade para o Progresso do Alto Zêzere, que partiu do desejo de restituir funcionalidade a um edifício localizado no Barco. A sua recuperação contemplou a adaptação do espaço a um novo desígnio e a finalidades lúdicas e educativas, equipando-o com recursos audiovisuais e multimédia alusivos à exploração mineira da Serra da Argemela e ao rio Zêzere, dois elementos naturais dominantes da corografia local. O Centro desenvolve, entre outras, atividades de investigação, documentação, conservação, interpretação e exposição no âmbito da memória e da identidade local, da etnografia e da evolução histórica da região e das suas comunidades.

                                                                                                                                             

Centro Interpretativo das Artes Tradicionais da Boidobra | Boidobra

Rua de Santo André 32, 6200-259 Boidobra

14h00 às 18h00 | Visitas sujeitas a marcação prévia.

Encerra à segunda-feira.

(+351) 275 327 574 | ciatboidobra@gmail.com

Este Centro Interpretativo resulta de uma recuperação de dois edifícios no centro histórico da vila e assume a missão de perpetuar as memórias dos habitantes da Boidobra.  É um espaço que comunica, através dos objetos expostos, o modo de vida, as vivências e os costumes da comunidade da Boidobra, contribuindo para a manutenção da identidade histórica e cultural da região. O Edifício 1 alberga, além da sala de audiovisuais, a recriação de uma casa típica de aldeia que reflete a vivência íntima e familiar, a disposição do espaço e o mobiliário. O Edifício 2 dedica-se às atividades laborais, através da apresentação de brinquedos tradicionais e de instrumentos utilizados na agricultura e na produção do queijo. O edifício contempla, também, uma área destinada a exposições temporárias.


TINTURARIA – Galeria de Exposições

Galeria António Lopes
Casa dos Magistrados, Rua Portas do Sol 122, 6200-167 Covilhã
10h00-13h00, 14h00-18h00
Encerra à segunda-feira.

Inaugurada em 2015, a Casa dos Magistrados é, atualmente, uma galeria de exposições direcionada para a promoção de novos talentos. A Galeria António Lopes (GAL) é herdeira do nome e do legado de uma personalidade fascinante – o Professor António Esteves Lopes – que marcou a história da Covilhã na primeira metade do século XX. Nascido em 1900, António Esteves Lopes estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo construído uma carreira multifacetada de professor, escritor, jornalista, pintor e ilustrador. Fundou uma fábrica de tapetes na Serra da Estrela e, enquanto desportista, integrou a delegação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952.
O edifício histórico onde funciona a GAL servia de habitação aos magistrados que viajavam até à cidade e insere-se na malha urbana do centro histórico, nas imediações da Igreja de Santa Maria e da Casa das Morgadas. Além do espaço para exposições temporárias (Piso 0), a Galeria engloba um núcleo expositivo permanente dedicado à vida e obra do Professor António Lopes, que se estende a áreas tão diversas como a pintura, a tapeçaria, o desenho, a produção de carimbos, o desporto, o jornalismo, a fotografia, entre outras.

 



Casa dos Magistrados, Rua Portas do Sol 122
6200-167 Covilhã
Encerrado temporariamente para obras de reabilitação.
(+351) 275 332 111 | tinturaria@cm-covilha.pt

No edifício da Tinturaria – Galeria de Exposições funcionou, anteriormente, a fábrica de fiação da Tinturaria Mendes Alçada, inserida no Conjunto Industrial da Fonte do Lameiro. Situada junto à Ribeira da Degoldra, esta infraestrutura destina-se a acolher exposições de caráter temporário e a sensibilizar para a educação cultural e artística dos públicos que a frequentam. Multifuncional e herdeira do passado industrial da Covilhã, a Tinturaria tem desempenhado um papel fundamental na promoção do trabalho de artistas nacionais e internacionais, e no incentivo à produção de todos os tipos e formas de Arte, Folclore e Artesanato. No interior do edifício conserva-se um exemplar original de uma caldeira a vapor multitubular Babcock & Wilcox (1947), proveniente da antiga fiação. No exterior do recinto ergue-se, ainda, a imponente e característica chaminé industrial de tijolo.


ESPAÇO ENCERRADO TEMPORARIAMENTE PARA OBRAS DE REABILITAÇÃO.
 


Casa de Cultura José Marmelo e Silva | Paul
Rua do Cimo Lugar 41, 6215-384 Paul
10h00-12h00, 14h00-17h00
(+351) 275 962 346 | cc.marmeloesilva@gmail.com

A Câmara Municipal da Covilhã, a Junta de Freguesia do Paul e o Centro de Estudos José Marmelo e Silva inauguraram, em 2011, a Casa de Cultura José Marmelo e Silva. Este centro cultural conta com dois andares, divididos em cinco áreas distintas, por onde se distribui uma biblioteca com zona de acesso à Internet, uma sala de exposições, um gabinete de reuniões e um espaço temático que recria o ambiente de trabalho de José Marmelo e Silva. Além de autor de diversas obras, entre as quais se destaca “Anquilose”, “O Ser e o Ter” e “Sedução”, José Marmelo e Silva colaborou também no semanário lisboeta “O Diabo” e na revista conimbricense “Presença”. Fixou residência em Espinho, onde desenvolveu a sua carreira como docente e onde permaneceu, até à sua morte. O escritor foi agraciado, em 1987, com a Medalha de Ouro da cidade de Espinho e em 1988 foi condecorado com o grau de Comendador da Ordem de Mérito pelo então Presidente da República, Mário Soares, tendo ainda sido homenageado, em 2010, pelo Município da Covilhã e pela Junta de Freguesia do Paul.
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Casa-Museu de São Jorge da Beira | São Jorge da Beira
Rua Direita, 6225-267 São Jorge da Beira    
9h00-12h30, 14h00-16h30
Encerra aos sábados e domingos. 
Visitas guiadas mediante marcação prévia.
(+351) 275 657 064 | jfsjorgebeira@hotmail.com        

Esta Casa Museológica, situada no coração da Aldeia de Montanha de São Jorge da Beira, tem como objetivo preservar a cultura, os costumes e as tradições dos antepassados da terra. Dentro das suas paredes de xisto encontram-se exibidas mobílias, utensílios antigos, referências à atividade mineira, roupas antigas, instrumentos musicais, e alfaias agrícolas. É tutelada pela Junta de Freguesia de São Jorge da Beira.
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Casa-Museu do Rancho Folclórico Infantil de Unhais da Serra| Unhais da Serra


Rua da Levada, nº 55, 6215-649 Unhais da Serra 
Segunda-feira a domingo. 
Encera a 1 de janeiro e a 25 de dezembro.
(+351) 962 388 574 | unhaisrancho@gmail.com 

O Rancho Folclórico de Unhais da Serra foi fundado em 1976. É através dos habitantes da vila de Unhais que são elaboradas todas as recolhas de etnografia e folclore que o Rancho representa, incluindo os seus trajes, utensílios, danças e cantares usados pela comunidade, entre os finais do século XIX e os inícios do século XX. O Rancho está sediado numa casa antiga e centenária, que engloba uma Sala de Convívio e um núcleo museológico etnográfico. A Casa-Museu expõe recolhas etnográficas, utensílios utilizados no trabalho do campo, e uma reconstituição de uma cozinha antiga e de uma adega típica.


Casa-Museu Monsenhor Alves Brás | Casegas

Rua de Santo António 5 - Largo de São Pedro, 6225-122 Casegas
Todos os dias, mediante marcação prévia | Domingo, das 15h00 às 18h00
(+351) 275 663 212 | ccfamiliarcasegas@gmail.com

Tendo como objetivo perpetuar a memória de Monsenhor Joaquim Alves Brás, ilustre filho de Casegas, a Casa-Museu proporciona o quadro de fundo da sua vida e obra. O acervo integra peças com informação etnográfica, etnológica, humanista e religiosa, tais como: elementos de atividade agrária e doméstica, indumentária, alfaias litúrgicas, arte sacra, elementos bibliográficos, livros e suportes multimédia que ilustram as várias instituições por ele fundadas.


Casa-Museu Taberna Típica da Casa do Povo do Paul | Paul


Beco do Quebra-Costas, 6215-445 Paul
Casa-Museu: Segunda-feira a domingo, 9h00 - 18h00 | Taberna Típica: Quinta-feira, 20h00-2h00. 
Encerra a 1 de janeiro e a 25 de dezembro.
(+351) 966 629 810 | cppaul@sapo.pt


A Casa-Museu do Paul e a Taberna Típica são tutelados pela Casa do Povo do Paul e apresentam um retrato vivo de uma casa tradicional, bem como das rotinas dos antigos habitantes da localidade.  A reabilitação da casa foi feita mantendo a sua traça primitiva, quer no exterior, quer no interior. A Taberna Típica é um espaço tradicional de convívio.


Museu do Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio


Rua das Escolas 32-36, 6200 -825 Covilhã
Segunda-feira a domingo, mediante marcação prévia.    
(+351) 961 347 830 | ranchofolcloricoetno.refugio@gmail.com    

     
Espaço museológico, tutelado pela Associação Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio, dedicado a recolhas e recordações referentes à vida e à atividade do Rancho. Engloba a recriação de uma casa típica, bem como um espólio diversificado de trajes, objetos decorativos e alfaias agrícolas.     

 


Centro de Interpretação da Argemela | Barco

R. Direita 18, 6215-043 Barco, Covilhã
Segunda-feira a sexta-feira: 10h00 às 19h00 | Sábado: 10h00 às 14h00
Encerra aos domingos.
(+351) 275 962 433 | geral@argemela.pt 

O Centro de Interpretação da Argemela é uma iniciativa da ARPAZ - Associação Regional de Solidariedade e Progresso do Alto Zêzere, e partiu do desejo da população em restituir funcionalidade a um edifício de traça rural, típica da Beira Baixa, localizado no Barco. A recuperação contemplou a adaptação do espaço a um novo desígnio, com finalidades expositivas, lúdicas e educativas, equipando-o com recursos alusivos à Serra da Argemela e ao rio Zêzere, dois elementos naturais dominantes da corografia local. A exposição que acolhe organiza-se em torno dos temas “A Serra e as Minas”, “A Terra e as Gentes” e “O Rio e as Margens”.  Este Centro Interpretativo realiza, em articulação com a rede de museus municipais e a rede de museus mineiros, várias atividades de investigação, inventariação, documentação, conservação, interpretação e exposição de materiais etnográficos, históricos e técnicos, que incentivam à descoberta da exploração mineira, da memória e histórias da terra, e da identidade das comunidades que, ao longo do tempo, se foram ali fixando.